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	<title>Printec Comunicação &#187; Voltage</title>
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	<description>Assessoria em comunicação corporativa</description>
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		<title>Pesquisa The Tomorrow Store aponta o teatro como referência para a fidelização de consumidores</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 13:13:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Consumidores de todo o mundo têm se mostrado entediados com suas experiências de compra. Em tempos em que a compra está a um clique de distância do cliente, o desafio dos gestores de marcas e produtos é traçar estratégias para trazer o consumidor para as lojas, propondo novas formas de comprar. A pesquisa The Tomorrow [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/2Tomorrow.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-14728" title="2Tomorrow" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/2Tomorrow.png" alt="" width="685" height="357" /></a></p>
<p><strong><em>Consumidores de todo o mundo têm se mostrado entediados com suas experiências de compra. Em tempos em que a compra está a um clique de distância do cliente, o desafio dos gestores de marcas e produtos é traçar estratégias para trazer o consumidor para as lojas, propondo novas formas de comprar. A pesquisa </em><em>The Tomorrow Store</em><em> – conduzida pela agência inglesa The Future Laboratory em parceria com a brasileira Voltage, agência produtora de insights aplicáveis ao negócio – aponta o teatro como o coração de uma maneira inteligente de vender produtos e serviços.</em></strong></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>São Paulo, 9 de janeiro de 2012 – </em></strong> Os consumidores do amanhã serão cada vez mais conectados. Em 2014, 74% dos consumidores dos Estados Unidos e 43% da União Europeia terão <em>smartphones; </em>clientes que farão uso do celular móvel para pesquisar melhores opções de compra. Nesse cenário, com marcas e produtos disponíveis para a compra on-line – associada pelos consumidores contemporâneos à comodidade e praticidade, a compra está hoje a um clique de distância –, como incentivar o cliente a frequentar as lojas? De acordo com a pesquisa <strong><em>The Tomorrow Store</em></strong>, conduzida pelo <em>The Future Laboratory</em> com a colaboração da Voltage, a resposta a essa questão está no teatro. “As pesquisas indicam que o teatro é o coração de uma maneira inteligente de vender produtos e serviços. As lojas têm que incorporar elementos teatrais para criar vínculos e fidelizar consumidores; isso pode ser obtido seja na criação de um cenário diferenciado, no treinamento da equipe de vendas, na entrega e na gama de produtos. A essência desse conceito é tornar a compra uma experiência a ser vivenciada <em>in loco</em>”, detalha Paulo Al-Assal, diretor-geral da Voltage e especialista em tendências.</p>
<p>As vendas <em>offline</em> têm apresentado queda em todo o mundo. As vendas do varejo britânico caíram 4% no primeiro trimestre de <a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/PauloAlAssal_Voltage2.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-14730" title="PauloAlAssal_Voltage2" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/PauloAlAssal_Voltage2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>2011; as vendas on-line, contudo, cresceram 11%. Na prática, cerca de 26.500 varejistas do Reino Unido serão obrigados a fechar os estabelecimentos comerciais em 2015 – dados que mostram que o desafio para manter o cliente interessado é bem grande. No Brasil, quinto maior mercado de internet do mundo em número de usuários com 9 milhões de internautas, o desafio é similar. Segundo o especialista em tendências, a pesquisa mostra que o varejo, em especial o on-line, tornou a experiência de compra em uma atividade chata, passiva e desprovida de emoção – esse sentimento de tédio leva o consumidor a ser inconstante; infiel. “A loja do futuro deve transformar a experiência de compra em algo único, singular. Na prática, a operação de venda deve ser alinhada ao perfil de cada cliente; aos desejos e caráter do consumidor”, avalia o especialista, acrescentando que as empresas e marcas não vão sobreviver e prosperar  se não investirem para entender a psicologia do novo consumidor.</p>
<p>Em rede, os consumidores contemporâneos estão interessados em um consumo de nicho. As marcas inteligentes estão atuando nessa direção e criando eventos ALIVE – Accessible, Live, Intimate, Visceral e Exclusive (acessível, ao vivo, íntimo, visceral e exclusivo). Ou seja, eventos que sejam acessíveis, ao vivo, que propiciem a intimidade e que sejam viscerais e exclusivos. Para o lançamento da cerveja Black, a marca Stella Artois criou os eventos <em>The Black Diamond</em> e <em>The Night Chauffer</em> com atividades de teatro participativo. Visitantes selecionados pela marca, “mergulharam” em uma cena de filme <em>noir</em> em pubs, atuando como personagens de uma narrativa dentro de um teatro experimental. “As marcas inteligentes estão se destacando ao oferecer experiências fantásticas que podem vir em forma de jogos, atividades culturais e educacionais”, afirma Al-Assal. O especialista em tendências cita a iniciativa da marca de roupas Topshop. que contratou em empresa especializada para desenvolver um game relacionado ao tema moda; entre as tarefas, os clientes-jogadores tinham que completar looks e apontar tendências. Os melhores trabalhos conquistaram 20% de desconto e uma maratona de compras em lojas, no valor de 500 libras.</p>
<p>Em uma ação de relacionamento, a Levi´s montou uma oficina de cinema em Los Angeles, oferendo câmeras e salas de edição para consumidores-convidados. Depois de finalizar os filmes, os clientes-cineastas convidaram os amigos para a exibição. “Ações como essas desenvolvem no consumidor o senso de lealdade às marcas que faz sua vida ficar mais divertida e interessante. Trata-se de uma moeda social e experimental; uma nova forma de enxergar a fidelização de clientes. A loja do amanhã será móvel, pessoal e experimental”, salienta Al-Assal.</p>
<p><strong>VOLTAGE</strong></p>
<p>A Voltage é uma agência produtora de <em>insights</em> aplicáveis ao negócio, que utiliza a metodologia proprietária exclusiva baseada em ferramentas de estratégia, pesquisa qualitativa, <em>design thinking</em>, cocriação, monitoramento de tendências, entre outras. A partir dessa inteligência e metodologia aplicada, a Voltage ­– pioneira no Brasil no mapeamento de tendências comportamentais, tendo por instrumento de detecção ferramentas diferenciadas de pesquisa – proporciona uma compreensão mais próxima dos anseios e aspirações do consumidor; diagnóstico que gera <em>insignts</em> relevantes para as marcas, mostra o caminho para a melhor estratégia de marketing, traduz o cenário das tendências de consumo e comportamento, além de tangibilizar propostas de ativação de marcas.</p>
<p>Comandada por Paulo Al-Assal, a Voltage aprofunda o conhecimento das empresas, mostrando as dimensões do ser humano contemporâneo. Na área de tendências, a empresa oferece uma visão apurada do futuro ao conduzir pesquisas inovadoras, parametrizadas e que extrapolam a dimensão verbal. No alicerce do trabalho de produzir conhecimento aplicável ao negócio, a Voltage atua com os seguintes produtos: <em>In Sight; Open Minds; Futures Reports; Think Trends; Engage; Trend Report</em>; e LS:N Global.<strong><em> </em></strong>A Voltage desenvolveu projetos e gerou <em>insights </em>aplicáveis aos negócios de empresas como Unilever, Kraft, Nivea, Diageo, Del Valle, Carrefour, Itaú, África, Telefônica, Pfizer, General Motors, Pão de Açúcar, Philips, Johnson &amp; Johnson, Grendene, Net, Wal Mart, Turner, jornal O Estado de S. Paulo, Risc International, Óticas Carol, Firmenich e Mercur, entre outras.<strong></strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>MAIS INFORMAÇÕES:</strong></p>
<p><strong>Printec Comunicação www.printeccomunicacao.com.br</strong></p>
<p>Vanessa Giacometti de Godoy <a href="mailto:vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br">vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Betânia Lins <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Tel:  (11) 5182-1806 // Fax: (11) 5183-2233</p>
<p><a href="http://www.voltage.com.br/">www.voltage.com.br</a></p>
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		<item>
		<title>Pesquisa The Future Family revela o impacto da crise internacional na estrutura familiar</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 12:51:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[a família do futuro]]></category>
		<category><![CDATA[impacto da crise econômica na estrutura familiar]]></category>
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		<description><![CDATA[A crise econômica internacional gerou um impacto significativo na estrutura familiar dos europeus e norte-americanos – o conceito de família nuclear está sendo substituído por famílias multigeracionais. Com a recessão, idosos estão voltando a viver sob o mesmo teto de filhos e netos; os jovens também estão fazendo o caminho de volta e passam a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/familiarobo.jpg"><img class="wp-image-14204 aligncenter" title="familiarobo" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/familiarobo-1024x406.jpg" alt="" width="761" height="301" /></a></p>
<p><strong><em>A crise econômica internacional gerou um impacto significativo na estrutura familiar dos europeus e norte-americanos – o conceito de família nuclear está sendo substituído por famílias multigeracionais. Com a recessão, idosos estão voltando a viver sob o mesmo teto de filhos e netos; os jovens também estão fazendo o caminho de volta e passam a constituir famílias que integram até quatro gerações. </em></strong><em><strong>No Brasil, o cenário difere: o Censo 2010 mostra que o número de pessoas que moram sozinhas aumentou de 8,6% para 12,1% em uma década. Essas são algumas das conclusões da pesquisa internacional The Future Family.</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em></em><strong><em>São Paulo, 17 de janeiro de 2012 – </em></strong> A crise econômica mundial tem demandado uma nova organização social, sobretudo na Europa e nos Estados Unidos. Em tempos economicamente turbulentos, o conceito de família nuclear tem sido substituído pela multigeracional; a família é vista como fonte de confiança e resistência em tempos de recessão. Nos Estados Unidos, os membros da geração <em>baby boomers</em> (nascidos entre 1946 e 1954) perderam 49% da renda pessoal com a crise e passaram a reformular gastos como consumo de energia e moradia. Nesse contexto, um número significativo de idosos está voltando a viver sob o mesmo teto de filhos e netos – tendência nomeada <em>Boomers Boomerang</em>. Na prática, a família multigeracional, similar à da década de 1950, tem melhores condições para atender os novos desafios econômicos e socioambientais; além de auxiliar na educação de crianças e jovens.</p>
<p>Esses são alguns <em>insights </em>da pesquisa <em>The Future Family</em>, destaque do LS:N Global (LifeStyle News Network) – portal internacional da The Future Laboratory. No Brasil, o portal é parceiro exclusivo da Voltage, agência produtora de<em> insights</em> aplicáveis ao negócio. Segundo Paulo Al-Assal, diretor-geral da Voltage e especialista em tendências, em um cenário em que a expectativa de vida cresce e a renda cai, surge a <em>Beanpole Family:</em> um núcleo familiar longo porém estreito, com três ou até quatro gerações vivendo na mesma casa. No Reino Unido, a chamada <em>Full House Family</em> vai crescer 32% em 2031, situação similar em países desenvolvidos. Nos Estados Unidos, 62% dos mais de 6 milhões de lares multigeracionais surgiram em razão do retorno de jovens que voltaram a morar com os pais; desses, 50% do fator motivador foi o econômico.</p>
<p>“No Brasil, em contrapartida, vivemos o aumento do número de pessoas que moram sozinhas. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o Censo 2010 mostra que o número de pessoas que moram sozinhas aumentou de 8,6% para 12,1% em uma década”, avalia Al-Assal.</p>
<p>O especialista acrescenta que há pesquisas que indicam que em 2020 haverá mais pessoas morando sozinhas no Reino Unido do que casais. Ao mesmo tempo em que o número de famílias multigeracionais aumenta, é maior também, na Europa e nos Estados Unidos, o número de pessoas que moram sozinhas nas grandes cidades, o que se traduz em uma enorme pressão sobre o espaço urbano. O fenômeno social exige a construção espaços habitacionais menores e sustentáveis. Em plena era da austeridade, a família do futuro precisa de um espaço multifuncional, que acomode um novo estilo de vida. Pesquisas indicam, por exemplo, que 32% dos norte-americanos estão dispostos a comprar casas menores e 57% querem viver em centros urbanos, ou seja, estão interessados em trocar os subúrbios para reduzir as jornadas de carro no trajeto casa-trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Família conectada</strong></p>
<p>A pesquisa <em>Future Family</em> mostra que até 2013 haverá 1,2 bilhão de dispositivos eletrônicos de consumo conectados em mais de 800 milhões de lares com conexões banda larga no mundo. Mais pessoas também vão se conectar à internet a partir de dispositivos móveis. Ou seja, as famílias e as casas estarão mais conectadas. Uma área da cidade de Fujisawa, no Japão, dá indícios de como será a casa do futuro. Em 2014, todas as mil casas da área serão controladas por um <em>software</em> de armazenamento de energia, que irá gerenciar bombas de calor do solo e iluminação – marcando a criação de uma “cidade sustentável e inteligente”.</p>
<p>A fronteira entre a vida profissional e familiar está cada vez mais estreita; cerca de 80% dos europeus já utilizam tecnologias para trabalhar on-line nas residências, inclusive na sala de estar, enquanto participam de atividades familiares; 40% o fazem da cozinha. O relatório de tendências mostra que no futuro haverá um serviço de saúde pessoal; sensores no lar vão coletar e analisar dados importantes para gerir, em casa, a saúde das pessoas. Com um sistema de vídeo link será possível conectar médicos e enfermeiros a partir da casa.</p>
<p>De acordo com Paulo Al-Assal, a pesquisa mostra que a mistura de mudanças tecnológicas, comportamentais e econômicas está fazendo com que a sociedade europeia e norte-americana regresse ao conceito de família.  “A recessão fez com que as pessoas iniciassem uma reavaliação do que realmente importa – o que fez com que a família passasse a ser associada a uma fonte de confiança e resistência em tempos econômicos turbulentos”, analisa o especialista.</p>
<div><strong>VOLTAGE</strong></div>
<p>A Voltage é uma agência produtora de <em>insights</em> aplicáveis ao negócio, que utiliza a metodologia proprietária exclusiva baseada em ferramentas de estratégia, pesquisa qualitativa, <em>design thinking</em>, cocriação, monitoramento de tendências, entre outras. A partir dessa inteligência e metodologia aplicada, a Voltage ­– pioneira no Brasil no mapeamento de tendências comportamentais, tendo por instrumento de detecção ferramentas diferenciadas de pesquisa – proporciona uma compreensão mais próxima dos anseios e aspirações do consumidor; diagnóstico que gera <em>insignts</em> relevantes para as marcas, mostra o caminho para a melhor estratégia de marketing, traduz o cenário das tendências de consumo e comportamento, além de tangibilizar propostas de ativação de marcas.</p>
<p>Comandada por Paulo Al-Assal, a Voltage aprofunda o conhecimento das empresas, mostrando as dimensões do ser humano contemporâneo. Na área de tendências, a empresa oferece uma visão apurada do futuro ao conduzir pesquisas inovadoras, parametrizadas e que extrapolam a dimensão verbal. No alicerce do trabalho de produzir conhecimento aplicável ao negócio, a Voltage atua com os seguintes produtos: <em>In Sight; Open Minds; Futures Reports; Think Trends; Engage; Trend Report</em>; e LS:N Global.<strong><em> </em></strong>A Voltage desenvolveu projetos e gerou <em>insights </em>aplicáveis aos negócios de empresas como Unilever, Kraft, Nivea, Diageo, Del Valle, Carrefour, Itaú, África, Telefônica, Pfizer, General Motors, Pão de Açúcar, Philips, Johnson &amp; Johnson, Grendene, Net, Wal Mart, Turner, jornal O Estado de S. Paulo, Risc International, Óticas Carol, Firmenich e Mercur, entre outras.<strong></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong></strong><strong>MAIS INFORMAÇÕES:</strong></div>
<p><strong>Printec Comunicação www.printeccomunicacao.com.br</strong></p>
<p>Vanessa Giacometti de Godoy <a href="mailto:vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br">vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Betânia Lins <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Tel:  (11) 5182-1806 // Fax: (11) 5183-2233</p>
<p><a href="http://www.voltage.com.br/">www.voltage.com.br</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Pesquisa internacional Retail Trend 2012 revela o surgimento de uma nova geração de consumidores</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 12:59:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[novo consumidor]]></category>
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		<category><![CDATA[Retail trend 2012]]></category>
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		<category><![CDATA[tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[A edição 2012 do mais completo dossiê de tendências do varejo do BRIC (Brasil, Índia, Rússia e China);  N-11 (Bangladesh, Egito, Indonésia, Irã, Coreia do Sul, México, Nigéria, Paquistão, Filipinas, Turquia e Vietnã); Europa; e Estados Unidos aponta que enquanto o consumidor europeu e norte-americano está mais cauteloso, os dos países emergentes declaram que vão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/11/11ImagemVoltage.png"><img class="size-full wp-image-13448 aligncenter" title="11ImagemVoltage" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/11/11ImagemVoltage.png" alt="" width="690" height="425" /></a></p>
<p><strong><em>A edição 2012 do mais completo dossiê de tendências do varejo do BRIC (Brasil, Índia, Rússia e China);  N-11 (Bangladesh, Egito, Indonésia, Irã, Coreia do Sul, México, Nigéria, Paquistão, Filipinas, Turquia e Vietnã); Europa; e Estados Unidos aponta que enquanto o consumidor europeu e norte-americano está mais cauteloso, os dos países emergentes declaram que vão gastar mais em 2011 e 2012. Entre os destaques da pesquisa exclusiva, dados sobre a segunda geração de consumidores online – jovens que migraram do e-commerce para o m-commerce (mobile commerce). Nos Estados Unidos, as compras com celular devem atingir a marca de US$ 8,6 bilhões em 2014. </em></strong></p>
<p><strong><em>O Retail Report 2012 integra o </em><em>LS:N Global Trend Briefing Dossiers, que é destaque do </em><em>LS:N Global (LifeStyle News Network) – portal internacional da The Future Laboratory. No Brasil, o portal é representado com exclusividade pela Voltage, agência produtora de insights aplicáveis ao negócio.</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em></em><strong><em>São Paulo, 17 de novembro de 2011 – </em></strong>O estudo internacional <strong><em>Retail Trend 2012</em></strong>, conduzido pelo <em>The Future Laboratory</em>, aponta o surgimento de um novo consumidor – forjado pelas crises econômicas, pelo impacto de novas tecnologias e pelo amplo questionamento sobre a sustentabilidade do consumo contemporâneo. Esse consumidor contemporâneo deu origem a tendências como a <em>Rurbanism</em> e tem demandado dos gestores de marcas e produtos a criação de novas fórmulas de relacionamento. Os novos padrões comportamentais e perfis de consumo são objeto do <em>Retail Trend 2012</em> – o mais completo dossiê de tendências do varejo do BRIC (Brasil, Índia, Rússia e China);  N-11 (Bangladesh, Egito, Indonésia, Irã, Coreia do Sul, México, Nigéria, Paquistão, Filipinas, Turquia e Vietnã); Europa; e Estados Unidos. O estudo integra o <em>LS:N Global Trend Briefing Dossiers, </em>destaque do<em> </em><em>LS:N Global (LifeStyle News Network) – </em>portal internacional da<em> The Future Laboratory. </em>No Brasil, o portal é representado com exclusividade pela Voltage, agência produtora de insights aplicáveis ao negócio.</p>
<p>A pesquisa mostra que os consumidores dessa nova década estão mais preocupados com questões de sustentabilidade: aspecto <a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/11/11PauloAlAssal_Voltage.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-13453" title="11PauloAlAssal_Voltage" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/11/11PauloAlAssal_Voltage-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a>essencial à motivação de compra. Segundo Paulo Al-Assal – diretor-geral da Voltage e um dos principais especialistas em Tendências do Brasil –, o consumidor contemporâneo exige uma reinvenção do varejo; o que os estudiosos de tendências têm classificado como a Idade da Transformação. “Os novos consumidores prestigiam marcas com uma postura ética, que unem valores do passado aos avanços digitais do futuro. De modo geral, autenticidade é a palavra que mais define essa demanda do consumidor”, afirma o especialista. As pesquisas apontam que as decisões de compra são arraigadas em princípios éticos, ambientais e da comunidade; o novo consumidor quer não apenas que a sua marca favorita compartilhe esses valores mas ajude-o a expressá-los mais plenamente.</p>
<p>No aspecto econômico, o consumidor europeu contemporâneo está mais cauteloso. A pesquisa revela que na Alemanha, 72% dos consumidores afirmaram que gastarão menos do que em 2010 – quadro semelhante ao da Espanha e França onde 82% e 74% dos consumidores, respectivamente, declararam a mesma intenção de reduzir gastos. Em contraste, as economias do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) revelam otimismo. Na Índia, até 2013 o varejo deve faturar US$ 833 bilhões, subindo para US$ 1,3 trilhão até 2018, de acordo com dados do India <em>Brand Equity Foundation</em>. Na China, o varejo deve crescer 47% em cinco anos, chegando a US$ 2,5 trilhões em 2014. Há, também, boas perspectivas para os países que compõem o N11 (Bangladesh, Egito, Indonésia, Irã, Coreia do Sul, México, Nigéria, Paquistão, Filipinas, Turquia e Vietnã).</p>
<p><strong>Diálogo com o cliente</strong></p>
<p>As tendências mostram que é necessário construir formas diferenciadas de chegar ao clientes e entender de que maneira a marca é percebida pelo consumidor. “Essa percepção envolve tudo em torno do produto. Há muito a dizer, por exemplo, na forma como a mercadoria é entregue ao cliente. Algumas empresas na Europa perceberam que mesmo nas compras <em>online</em>, o cliente gosta de ter a experiência de retirar o produto como em uma compra convencional. Diante dessa demanda, criaram armazéns para que os consumidores pudessem ter essa experiência, ou seja, entenderam que alguns consumidores não querem que a compra seja estática; desprovida de estímulos táteis. Trata-se de uma alternância; a combinação entre os mundos <em>online</em> e <em>offline</em>”, detalha Al-Assal, acrescentando que o formato é chamado de <em>drive-through</em>.</p>
<p>Com mais informações e ferramentas<em> online</em> de pesquisa, os consumidores são mais exigentes e pesquisam muito antes de comprar. “Na Europa, por exemplo, vemos uma geração de consumidores que buscam conveniência de maneira ampla. Então, as marcas tendem a reduzir a gama de produtos oferecidos, focando nos essenciais – uma tentativa concreta de ser ágil e eficiente. Esse consumidor quer comprar um número reduzido de produtos que resolvam as necessidades diárias. Há o anseio por uma vida mais simples, descomplicada”, detalha Al-Assal, acrescentando que o consumidor – em especial o norte-americano e europeu – está fascinado pela procedência da alimentação. “Eles querem saber de onde vem o produto alimentício adquirido e, sobretudo, a história da empresa. Alguns varejistas têm investido, inclusive, em exposições interativas e educacionais destinadas a aproximar o cliente do processo de produção”, afirma.</p>
<p><strong>Rurbanism, a tendência</strong></p>
<p>O novo consumidor busca autenticidade! É nesse contexto que a tendência <em>Rurbanism</em> está inserida. Estreitamente relacionada com a redescoberta do convívio – uma reação avessa à onipresença da vida online e digital – a tendência revela-se na valorização dos “bastidores” do processo de produção. “Os consumidores, sobretudo europeus, estão cansados do anonimato das corporações multinacionais, ou seja, querem saber a procedência dos produtos; querem saber sobre o trabalho qualificado que está por trás dos produtos”, afirma Al-Assal.</p>
<p>A Revolução Rurban está sendo impulsionada por uma mudança da geração do “eu” que será substituída pela geração do “nós”. Fiéis a marcas e varejistas que norteiam a atuação pela responsabilidade socioambiental, esses consumidores têm o serviço comunitário como parte do seu DNA. Alguns, inclusive, estão investindo na produção de alimentos para consumo próprio. Na esteira da tendência, algumas redes de supermercado na Europa aumentaram a oferta de alimentos orgânicos e produtos caseiros, produzidos por cozinheiros locais. O Cornercopia Brixton, no sul de Londres, é um dos exemplos de adequação à tendência. Restaurantes da Califórnia (EUA) e Cingapura têm adotado a tendência e adquirido itens alimentares com procedência idônea e produzidos localmente.</p>
<p><strong>Ênfase no varejo <em>online</em></strong></p>
<p>O “varejo sem fronteiras” está se tornando um verdadeiro mantra para os consumidores, tendência que foi impulsionada pelo sucesso do <em>e-commerce</em> – e pelos atributos de comodidade das compras <em>online</em>. Os gestores das lojas “convencionais” devem atentar para a presença online como forma de maximinizar as vendas. Uma outra vértice da questão revela que os varejos locais devem investir para ampliar a atuação por uma questão de sobrevivência do negócio. “A presença online é tão importante que algumas lojas na Europa montaram quiosques de pesquisa online nos próprios estabelecimentos para que o cliente possa fazer a pesquisa online dentro da loja. Esse é um claro investimento para se tornar multicanal e alinhar o negócio ao novo perfil de consumidor”, conta Al-Assal.</p>
<p>Na Europa, o varejo online deve crescer 11% em 2011 – segundo análises do <em>Centre for Retail Research</em>. Nos Estados Unidos, as compras <em>online</em> devem registrar um aumento de 10% ao ano até 2014, quando espera-se que o segmento fature US$ 249 bilhões e corresponda a 8% das vendas do varejo norte-americano.</p>
<p>O mundo está diante da segunda geração de e-compradores. Na prática, o varejo <em>online</em> migrou dos computadores para os <em>smartphones</em>. A pesquisa revela que até 2015, os consumidores de todo o mundo devem gastar cerca de US$ 119 bilhões em bens e serviços adquiridos via celular. No Japão, o <em>m-commerce</em> (mobile commerce) é responsável por 50% de todas as transações, de acordo com a operadora O2, principalmente pela facilidade em pesquisar preços. Nos Estados Unidos, as compras com celular devem atingir a marca de US$ 8,6 bilhões em 2014, de acordo com a ABI Research. “Na Starbucks, por exemplo, o cliente paga suas despesas pelo celular, tornando o aparelho um cartão de crédito e débito”, conta Al-Assal, acrescentando que nos Estados Unidos, 30% dos adultos usam o telefone móvel para comparar preços antes de comprar.</p>
<p><strong>Construir a “história” da marca</strong></p>
<p>No processo de “construção” das marcas os gestores não podem perder de vista os <em>insights </em>gerados por tendências. O executivo chama a atenção pela tendência que aponta a predileção do consumidor pela história da empresa. No caso da marca Moleskine, fundada em 1997, essa demanda foi suprida por uma “herança instantânea”. “Apesar de ser uma marca jovem, os gestores da Moleskine se apropriaram da história que liga os caderninhos de anotações a escritores e artistas como Van Gogh, Picasso e Ernest Hemingway – personalidades que usavam um caderno similar para anotações. E, na minha percepção, não há nada de ilegítimo nessa apropriação”, opina, acrescentando que é necessário criar novas formas para “submergir” os consumidores na história e nos atributos das marcas.</p>
<p>É nesse ínterim que a inovação se faz necessária. Al-Assal destaca a importância de identificar uma narrativa, uma forma de comunicação para que a marca crie um relacionamento virtuoso com o cliente. O executivo cita como exemplo a Starbucks. “A rede, nos Estados Unidos, tem incentivado os consumidores a registrar a presença na loja via Foursquare e participar de programas de recompensa. Ao participar, o cliente tem direito a descontos e brindes; a Starbucks, por sua vez, está construindo uma boa reputação no ambiente <em>online</em> com um público formador de opinião”, afirma.</p>
<p>Mais informações sobre a comercialização do relatório <em>Retail Trend 2012 </em>podem ser obtidas na Voltage: site <a href="http://www.voltage.com.br/">www.voltage.com.br</a> ou pelo telefone:  (11) 3759-7407.</p>
<p><strong>VOLTAGE</strong></p>
<p>A Voltage é uma agência produtora de <em>insights</em> aplicáveis ao negócio, que utiliza a metodologia proprietária exclusiva baseada em ferramentas de estratégia, pesquisa qualitativa, <em>design thinking</em>, cocriação, monitoramento de tendências, entre outras. A partir dessa inteligência e metodologia aplicada, a Voltage ­– pioneira no Brasil no mapeamento de tendências comportamentais, tendo por instrumento de detecção ferramentas diferenciadas de pesquisa – proporciona uma compreensão mais próxima dos anseios e aspirações do consumidor; diagnóstico que gera <em>insignts</em> relevantes para as marcas, mostra o caminho para a melhor estratégia de marketing, traduz o cenário das tendências de consumo e comportamento, além de tangibilizar propostas de ativação de marcas.</p>
<p>Comandada por Paulo Al-Assal, a Voltage aprofunda o conhecimento das empresas, mostrando as dimensões do ser humano contemporâneo. Na área de tendências, a empresa oferece uma visão apurada do futuro ao conduzir pesquisas inovadoras, parametrizadas e que extrapolam a dimensão verbal. No alicerce do trabalho de produzir conhecimento aplicável ao negócio, a Voltage atua com os seguintes produtos: <em>In Sight; Open Minds; Futures Reports; Think Trends; Engage; Trend Report</em>; e LS:N Global.<strong><em> </em></strong>A Voltage desenvolveu projetos e gerou <em>insights </em>aplicáveis aos negócios de empresas como Unilever, Kraft, Nivea, Diageo, Del Valle, Carrefour, Itaú, África, Telefônica, Pfizer, General Motors, Pão de Açúcar, Philips, Johnson &amp; Johnson, Grendene, Net, Wal Mart, Turner, jornal O Estado de S. Paulo, Risc International, Óticas Carol, Firmenich e Mercur, entre outras.<strong></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>MAIS INFORMAÇÕES:</strong></p>
<p><strong>Printec Comunicação www.printeccomunicacao.com.br</strong></p>
<p>Vanessa Giacometti de Godoy <a href="mailto:vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br">vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Betânia Lins <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Tel:  (11) 5182-1806 // Fax: (11) 5183-2233</p>
<p><a href="http://www.voltage.com.br/">www.voltage.com.br</a></p>
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		<title>Livia Hollerbach, head de Tendências da Voltage, integra corpo docente de curso sobre coolhunting</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 10:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Voltage]]></category>
		<category><![CDATA[coolhunting]]></category>
		<category><![CDATA[Livia Hollerbach]]></category>
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		<description><![CDATA[A executiva da Voltage é uma das professoras convidadas pela Lemon School para ministrar aulas no curso Pesquisa e Análise de Tendências, que desvenda a técnica do coolhunting. Na pauta das aulas, conceitos ligados à vida urbana e fundamentos da Sociologia e Antropologia, além de técnicas de pesquisas qualitativa e de campo. As inscrições para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><strong><em><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/09/9LiviaHollerbach_Voltage.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-12509" title="9LiviaHollerbach_Voltage" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/09/9LiviaHollerbach_Voltage-681x1024.jpg" alt="" width="231" height="347" /></a>A executiva da Voltage é uma das professoras convidadas pela Lemon School para ministrar aulas no curso </em><em>Pesquisa e Análise de Tendências</em><em>, que desvenda a técnica do coolhunting. Na pauta das aulas, conceitos ligados à vida urbana e fundamentos da Sociologia e Antropologia, além de técnicas de pesquisas qualitativa e de campo. As inscrições para o curso – que tem início em 19 de setembro – estão abertas; mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 3019-9663.</em></strong></p>
<p><strong><em>São Paulo, 13 de setembro de 2011</em></strong><strong> – </strong>Desvendar as modernas técnicas de <em>coolhunting </em>(caçador de tendências) é a proposta do curso <strong><em>Pesquisa e Análise de Tendências</em></strong>, conduzido pela Berlin Inovação + Tendências, na Lemon School, em Curitiba. Na grade do curso, conceitos relacionados à vida urbana, fundamentos da Sociologia e da Antropologia, além de técnicas de pesquisas qualitativa e de campo. Entre as disciplinas, arte e mensagem; novos movimentos culturais; consumo e dinâmica cultural contemporânea. No cerne do curso, um mergulho nas macrotendências que regem o mercado consumidor contemporâneo, passando por uma análise do panorama comportamental das Gerações Y, X e Z. As inscrições para o curso – que tem início em 19 de setembro – estão abertas e mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 3019-9663.</p>
<p>Coordenado pelas pesquisadoras Andréa Greca Krueger e Paula Abbas, o curso contará com professores-convidados como Livia Hollerbach, <em>head</em> de Tendências da Voltage – agência produtora de <em>insights</em> aplicáveis ao negócio. Segundo a executiva, o curso adota a proposta de preparar profissionais para que possam identificar comportamentos emergentes de consumidores; informação essencial para estabelecer um planejamento estratégico para o desenvolvimento de produtos ou serviços inovadores. “O consumidor contemporâneo vai além da aquisição de produtos ou serviços, pois está mais interessado em consumir conceitos e ideias inovadoras. Com esse cenário mundial, reconhecer as tendências e transformá-las em inovação é essencial para os gestores de marcas”, afirma Livia.</p>
<p>Formada em Comunicação Social pela Fundação Mineira de Educação e Cultura (FUMEC), com ênfase em Publicidade e Propaganda, <strong>Livia Hollerbach Cardoso</strong> é pós-graduada em <em>Coolhunting</em> e Investigação Qualitativa de Tendências pela Universidad Ramon Llul (Barcelona). Com especialização em Antropologia Social do Mundo Contemporâneo (Universidad de Barcelona), Livia atuou como executiva de Contas Júnior de Estudos Quantitativos, na Millward Brown Barcelona – onde administrou contas como Cadbury, Affinity Petcare, Sara Lee, Lindt e Pepsico. A executiva possui experiência em pesquisas qualitativas e quantitativas oriundas de três anos, atuando na Expertise Inteligência e Pesquisa de Mercado, em projetos desenvolvidos para a Philip Morris Brasil, Visanet, Telemig Celular, CTBC, Claro, Fiemg e Universidade FUMEC. Na Voltage, Livia Hollerbach Cardoso atua como <em>head </em>de Tendências.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Coolhunting e Análise de Tendências</span></strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span><strong>Data/horário:</strong> 19 de setembro a 10 de dezembro; das 19h30 às 22 horas<br />
<strong>Investimento:</strong> R$ 1.725 (em até 5 parcelas) e R$ 180 (taxa de matrícula)<br />
<strong>Local:</strong> Rua Fernando Amaro, 154, Alto da Glória, Curitiba &#8211; PR<br />
<strong>Informações/inscrição:</strong> (41) 3019-9663 / <a href="http://www.lemonschool.com.br/">www.lemonschool.com.br</a></p>
<p><strong>Coordenação: </strong>Andréa Greca Krueger e Paula Abbas<strong></strong></p>
<p><strong>Professores-convidados: </strong>Pietra Rassi (pesquisadora, psicóloga e especialista em marketing); Henrique Hessel (mestre e professor de antropologia);  Adriana Amaral (pesquisadora e professora da Unisinos de Porto Alegre); Livia Hollerbach (head de Tendências da Voltage); e James Feeler (diretor do Jamute Áudio).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA: </strong></p>
<p><strong>VOLTAGE <a href="http://www.voltage.com.br/">www.voltage.com.br</a></strong></p>
<p><strong>Printec Comunicação <a href="../../../../../">www.printeccomunicacao.com.br</a></strong></p>
<p>Vanessa Giacometti de Godoy <a href="mailto:vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br">vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Betânia Lins <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Tel:  (11) 5182-1806 // Fax: (11) 5183-2233</p>
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		<title>Rede social Voltage Ville celebra primeiro ano no Edifício Planalto</title>
		<link>http://www.printeccomunicacao.com.br/2011/08/rede-social-voltage-ville-celebra-primeiro-ano-no-edificio-planalto/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 16:11:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Voltage]]></category>

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		<description><![CDATA[A cobertura do Edifício Planalto – projetado pelo autoditada João Artacho Jurado, na década de 1950, no centro de São Paulo – será o “cenário” da festa de comemoração do primeiro ano da reestruturação da rede de monitoramento de tendências Voltage Ville, em 21 de agosto.  Inspirada em um novo modelo de gestão do conhecimento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/08/8Fachada-Planalto-Fernando-Dur%C3%A3o-artista-visual-2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-11683" title="8Fachada Planalto- Fernando Durão - artista visual - 2" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/08/8Fachada-Planalto-Fernando-Dur%C3%A3o-artista-visual-2-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>A cobertura do Edifício Planalto – projetado pelo autoditada João Artacho Jurado, na década de 1950, no centro de São Paulo – será o “cenário” da festa de comemoração do primeiro ano da reestruturação da rede de monitoramento de tendências Voltage Ville, em 21 de agosto.  </em><em>Inspirada em um novo modelo de gestão do conhecimento, a Voltage – agência de tendências e insights aplicáveis ao negócio – assina a criação e gestão da rede social Voltage Ville. Conectados em uma rede virtual privada, os integrantes são jovens influenciadores que têm em comum o fato de serem pessoas inspiradoras que criam e disseminam comportamentos emergentes e tendências contemporâneas.</em></strong></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><strong><em>São Paulo, 17 de agosto de 2011 –</em></strong> Uma festa na cobertura do Edifício Planalto, com uma das vistas mais privilegiadas de São Paulo, marcará a celebração do primeiro ano da Voltage Ville – rede de monitoramento de tendências criada pela Voltage,  composta por jovens influenciadores que têm em comum o fato de serem indivíduos inspiradores que criam e disseminam comportamentos emergentes e tendências. Com integrantes dos quatro cantos do país, a rede social inicia uma nova fase na qual os <em>villers</em> passam a ser mais atuantes nos projetos desenvolvidos pela Voltage, agência de tendências e <em>insights</em> aplicáveis ao negócio. A festa acontece neste domingo, 21 de agosto, às 17 horas, apenas para convidados.</p>
<p>Segundo Mariana Nobre, gerente de Projetos da Voltage, a escolha do Edifício Planalto para a festa é emblemática. “Além de possuir uma arquitetura surpreendente e uma vista privilegiada de São Paulo, o Planalto foi projetado pelo  não-arquiteto João Artacho Jurado, um autodidata que se tornou um profissional à frente do seu tempo; um visionário que inovou o conceito de moradia, encantou a classe média alta paulistana entre os anos 1940 e 1960 e enfrentou a perseguição do CREA”, detalha Mariana, acrescentando que o edifício Bretagne – outro projeto de João Artacho Jurado, localizado em Higienópolis –, foi considerado pela revista inglesa <em>Wallpaper</em> um dos melhores do mundo para viver.</p>
<p>Criada por Paulo Al-Assal, diretor-geral da Voltage, em 2005, a rede social Voltage Ville representa um novo modelo de gestão do conhecimento; uma ferramenta que está presente desde a fundação da empresa. Alinhada com as tendências comportamentais, em 2010 a rede foi reestruturada para propiciar maior interação entre os <em>villers</em> com a realização de encontros <em>offline</em> para troca de informações e debates relevantes, além de desenvolver projetos colaborativos como “A Corrente do Bem”.</p>
<p>Segundo Paulo Al-Assal, um dos principais especialistas brasileiros em tendências e idealizador da rede, a expertise da Voltage está baseada na análise do mundo em que vivemos, na diversidade das pessoas, culturas e mercados, ou seja, a empresa possui um grupo de profissionais que se dedica ao estudo da dinâmica do comportamento humano sob as perspectivas do hoje e do amanhã. “Com base em uma metodologia exclusiva, estudamos os comportamentos humanos que estão emergindo hoje e que serão parte no futuro. Ou seja, a partir dessa análise criteriosa descobrimos as tendências”, detalha o executivo, acrescentando que a criação da <em>Voltage Ville</em> está inserida nessa metodologia exclusiva.</p>
<p><strong>Voltage</strong></p>
<p>A Voltage é uma agência produtora de <em>insights</em> aplicáveis ao negócio, que utiliza a metodologia proprietária exclusiva baseada em ferramentas de estratégia, pesquisa qualitativa, <em>design thinking</em>, cocriação, monitoramento de tendências, entre outras. A partir dessa inteligência e metodologia aplicada, a Voltage ­– pioneira no Brasil no mapeamento de tendências comportamentais, tendo por instrumento de detecção ferramentas diferenciadas de pesquisa – proporciona uma compreensão mais próxima dos anseios e aspirações do consumidor; diagnóstico que gera <em>insignts</em> relevantes para as marcas, mostra o caminho para a melhor estratégia de marketing, traduz o cenário das tendências de consumo e comportamento, além de tangibilizar propostas de ativação de marcas.</p>
<p>Comandada por Paulo Al-Assal, a Voltage aprofunda o conhecimento das empresas, mostrando as dimensões do ser humano contemporâneo. Na área de tendências, a empresa oferece uma visão apurada do futuro ao conduzir pesquisas inovadoras, parametrizadas e que extrapolam a dimensão verbal. No alicerce do trabalho de produzir conhecimento aplicável ao negócio, a Voltage atua com os seguintes produtos: <em>In Sight; Open Minds; Futures Reports; Think Trends; Engage; Trend Report</em>; e LS:N Global.<strong><em> </em></strong>A Voltage desenvolveu projetos e gerou <em>insights </em>aplicáveis aos negócios de empresas como Unilever, Kraft, Nivea, Diageo, Del Valle, Carrefour, Itaú, África, Telefônica, Pfizer, General Motors, Pão de Açúcar, Philips, Johnson &amp; Johnson, Grendene, Net, Wal Mart, Turner, jornal O Estado de S. Paulo, Risc International, Óticas Carol, Firmenich e Mercur, entre outras.<strong></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>MAIS INFORMAÇÕES:</strong></p>
<p><strong>Printec Comunicação www.printeccomunicacao.com.br</strong></p>
<p>Vanessa Giacometti de Godoy <a href="mailto:vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br">vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Betânia Lins <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Tel:  (11) 5182-1806 // Fax: (11) 5183-2233</p>
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		<item>
		<title>The Future Report Teens: consumo adolescente deve movimentar US$ 208,7 bilhões em 2011</title>
		<link>http://www.printeccomunicacao.com.br/2011/06/the-future-report-teens-consumo-adolescente-deve-movimentar-us-2087-bilhoes-em-2011/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 15:07:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Voltage]]></category>
		<category><![CDATA[BOGOA]]></category>
		<category><![CDATA[consumo adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[consumo teen]]></category>
		<category><![CDATA[KGOY]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Al-Assal]]></category>
		<category><![CDATA[tendências de consumo teen]]></category>
		<category><![CDATA[The Future Report Teens]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; - O mais completo relatório de tendências de consumo dos adolescentes, The Future Report Teens, aponta as novas tendências comportamentais de jovens de regiões e países como Estados Unidos, China, Brasil, África do Sul, Índia, Rússia, Escandinávia, Austrália, Nigéria e África Ocidental. Em 2011, o consumo teen deve movimentar US$ 208,7 bilhões – montante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/06/1ImagemTeens.png"><img class="size-full wp-image-10455 aligncenter" title="1ImagemTeens" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/06/1ImagemTeens.png" alt="" width="506" height="399" /></a><strong><em> </em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>- O mais completo relatório de tendências de consumo dos adolescentes, The Future Report Teens, aponta as novas tendências comportamentais de jovens de regiões e países como Estados Unidos, China, Brasil, África do Sul, Índia, Rússia, Escandinávia, Austrália, Nigéria e África Ocidental. Em 2011, o consumo teen deve movimentar US$ 208,7 bilhões – montante que resultará não apenas da aquisição de marcas e produtos, mas do consumo de conceitos e ideias inovadoras. O relatório aponta o surgimento de uma nova forma de consumir e de se relacionar com as marcas. </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em><em>- Entre as tendências de consumo detectadas está a opção por ações promocionais alinhadas ao conceito BOGOA – sigla, em inglês, para “buy one, give one away”  – uma oferta teen-friendly baseada na doação automática, pela empresa, de um item igual ao comprado, destinado a uma criança desfavorecida. Um outro exemplo de consumo engajado está no comportamento dos jovens britânicos: 14% dos que baixaram música de forma ilegal afirmam que tomaram a decisão de não mais adotar a prática por acreditar que músicos e gravadoras devem ser compensados pelo trabalho.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em><em> </em><em>- No Brasil, nove em cada 10 adolescentes (de 14 anos a 18 anos) possuem um telefone celular; oito em cada 10 jovens enviam diariamente SMS. A maioria desses adolescentes troca de aparelho a cada 14 meses – 32% afirmam que a troca representa atualização de tecnologia ou simplesmente de modelo. As compras online não representam uma atividade popular entre os adolescentes porque apenas 14% têm cartão de crédito.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>São Paulo, 20 de junho de 2011 – </em></strong>Uma nova forma de consumir e de se relacionar com as marcas está emergindo de regiões e países de cultura e economia tão díspares quanto Estados Unidos, China, Brasil, África do Sul, Índia, Rússia, Escandinávia, Austrália, Nigéria e África Ocidental. Os novos padrões de consumo estão sendo ditados pela chamada “Geração D” – nativos digitais que em 2011 devem movimentar US$ 208,7 bilhões com a aquisição de produtos, marcas e conceitos inovadores. Um dos relatórios produzidos anualmente pelo britânico <em>The Future Laboratory</em>, representado com exclusividade no Brasil pela Voltage, a nova edição do <em>The Future Report Teens </em>foi conduzida a partir das análises de 100 especialistas em marketing, acadêmicos e pesquisadores de tendências. Com 190 páginas e ricamente ilustrado, o relatório prova que o mercado para <em>teens </em>(consumidores de 8 a 18 anos) nunca foi tão expressivo como hoje. No Brasil, embora o número de adolescentes esteja em queda – em 2000, o país contava com 28,5 milhões de brasileiros com idades entre 12 anos e 19 anos – eles formam um contingente expressivo de consumidores; em 2015 serão 27,2 milhões de pessoas, ou seja, 13,5% da população brasileira.</p>
<p>Segundo Paulo Al-Assal, diretor-geral da Voltage, embora os países pesquisados sejam distintos, os adolescentes têm traços comportamentais comuns – estão mais informados do que gerações anteriores e são inconstantes, pois esperam que tudo mude na mesma velocidade da web. “Os adolescentes representam um público consumidor extremamente importante porque além de impulsionar as vendas hoje, indicam o futuro do varejo de diferentes segmentos por serem <em>trend-setters</em> e <em>early adopters</em>”, afirma Al-Assal, um dos principais especialistas brasileiros em tendências. O executivo afirma que a máxima KGOY (<em>kids getting older, younger</em>) – em livre tradução, “as crianças estão ficando velhas mais cedo” – nunca foi tão propícia quanto nos dias de hoje.</p>
<p>Na Inglaterra, por exemplo, a expectativa para 2011 é que os adolescentes britânicos gastem 132 milhões de libras por semana, ou seja, 6,8 bilhões de libras por ano. Conectados com o futuro e bem informados, os consumidores <em>teens</em> não estão somente interessados em ecologia como também em outra palavra com o prefixo “eco” – economia. Estudo recente conduzido pela Nielsen sobre o índice de confiança do consumidor – <em>Global Consumer Confidence Index</em> – mostra que 69% dos jovens de 50 países alteraram a forma de gastar (índice de 77% entre os adultos), sendo que 76% deles atribubuíram a mudança comportamental à crise econômica mundial. Um pouco mais da metade dos teens (51%) afirmaram que reduziram os gastos fora de casa e 23% reduziram gastos com entretenimento dentro de casa.</p>
<p>Os adolescentes de hoje são mais propensos a valores sociais e culturais, ou seja, são mais sensíveis a marcas e produtos associados a uma ética política positiva; marcas que remetam ao “consumo consciente”. A tendência é privilegiar ações promocionais BOGOA – sigla, em inglês, para “<em>buy one, give one away</em>” – uma oferta <em>teen-friendly</em> baseada na doação automática, pela empresa fabricante do produto, de um item para uma criança desfavorecida a cada compra realizada. Essa política tem sido mais valorizada do que a prática de BOGOF (<em>buy one, get one free</em>), que consiste em comprar um e levar outro grátis.</p>
<p><strong>Mercado <em>teen </em>norte-americano</strong></p>
<p>Hoje, os adolescentes dos Estados Unidos compõem a primeira geração a crescer totalmente imersa na tecnologia digital; enviam e recebem mais de 110 mensagens de textos diariamente e estão migrando do Facebook para o <em>Formspring</em> com uma rapidez que atordoa os pais. “De acordo com os especialistas, essa geração pensa de forma totalmente diferente das anteriores. Para eles, a tecnologia é como uma terceira mão e um segundo cérebro: está integrada em absolutamente tudo o que eles fazem”, detalha Al-Assal.</p>
<p>Tecnologia e itens eletroeletrônicos compõem a principal categoria de despesas dos teens norte-americanos que gastam, em média, US$ 38 por mês com esses itens. Mais de 80% dos teens dos Estados Unidos são usuários regulares de redes sociais; mais de dois terços têm telefone celular desde os 13 anos de idade. Dados da agência TRU atestam que a Apple ultrapassou a Nike na predileção dos adolescentes. “Possuir a tecnologia produzida por uma marca associada à inovação e qualidade de ponta tem real valor para os <em>teens</em>”, analisa Al-Assal.</p>
<p>Embora o índice de desemprego dos jovens norte-americanos seja de 19,1%, o mais elevado dos últimos 60 anos, o mercado de produtos teens vale US$ 200 bilhões por ano – e encontra-se em expansão, devendo chegar a US$ 210 bilhões em 2011, de acordo com pesquisas da <em>Packaged Facts</em>. O jovem norte-americano vive uma mudança de valores – trocou marcas exclusivas pelas inclusivas, que são menos onerosas. Os “Young Urban Consumers” (jovens consumidores urbanos) continuam conectados à cultura hip-hop e à inclinação para gastar hoje/agora, além da habilidade para definir tendências. As celebridades ainda exercem influência na compra de marcas e produtos. “Como exemplo, posso citar os cartões de débito pré-pagos das bandeiras Visa e MasterCard que se tornaram populares por estarem associados a fenômenos teens como o filme Crepúsculo, ao músico Flo Rida e à marca Paul Frank”, afirma Al-Assal, acrescentando que esses cartões se tornaram mais populares do que os <em>privates label</em> (cartões exclusivos de lojas).</p>
<p><em>The Future Report Teens</em> alerta os gestores das marcas voltadas aos adolescentes para o que classifica de “epidemia de déficit de atenção” (ADD, <em>attention deficit disorder</em>) – os teens vão às compras com déficit de atenção e almejam sempre novas experiências. Ou seja, as marcas que hoje são “quentes” não necessariamente indicam tendências; como o público-alvo é exigente, os gestores têm que mudar constantemente os interiores das lojas, trazer entretenimento, realizar promoções com coautoria dos jovens – unindo outras marcas, inclusive.</p>
<p><strong>Os <em>teens</em> do Brasil não são tão conectados</strong></p>
<p>No Brasil, nove em cada 10 adolescentes (de 14 anos a 18 anos) possuem telefone celular; oito em cada 10 jovens enviam diariamente SMS. A maioria desses adolescentes troca de aparelho a cada 14 meses – 32% afirmaram que a troca representa uma mera atualização de tecnologia ou simplesmente a troca por um modelo com novo design. Para os adolescentes brasileiros, os celulares são itens importantes para fazer parte de grupos/tribos; quando querem um novo modelo, costumam ficar com o celular dos pais.</p>
<p>Os <em>teens</em> brasileiros passam mais tempo em frente à televisão – sobretudo a tevê aberta, sendo a campeã a TV Globo – do que em frente ao computador; são 11 horas semanais assistindo tevê contra sete horas navegando na internet. As compras <em>online</em> não constituem uma atividade popular entre os adolescentes, porque apenas 14% têm cartão de crédito. O uso da web restringe-se a redes sociais (Orkut, MSN e Facebook), pesquisas escolares e para compras. Marcas internacionais como Oakley e Nike são as prediletas por serem associadas a status; no Brasil, entre as meninas, as marcas favoritas são C&amp;A, Converse e Adidas. Para os meninos, Adidas e Nike.</p>
<p>Um aspecto relevante demonstrado pela pesquisa é o índice de endividamento das famílias que têm adolescentes – o gasto médio excede 5% da renda mensal, acumulando cerca de uma década de dívida até os adolescentes crescerem. Um trabalho da Felisoni Consultores Associados mostrou que nas compras em supermercados 51% dos pais declararam que gastam mais quando estão acompanhados dos filhos. No caso das mães, esse percentual é bem mais alto: 66%. <strong> </strong></p>
<p><strong>“Geração D” &amp; música</strong></p>
<p>Vinil e CDs são itens raramente encontrados nos quartos da “Geração D”, os nativos digitais. Hábeis no uso da tecnologia, os tech-savvy são familiarizados com o download ilegal de músicas que são armanezadas em dispositivos como laptop, iPod, Touch e iPhone. O YouTube é a maneira mais popular para encontrar músicas e vídeos que são frequentemente compartilhados no Facebook. No que diz respeito ao gosto musical, podem dividir com os pais a preferência por grupos como <em>Kings of Leon</em> e <em>The Black Eyed Peas;</em> navegam na internet para “investigar” a origem das faixas tocadas na série Glee. Um dado significativo é a consciência do impacto do <em>download</em> (músicas, filmes e jogos) ilegal – mais de um em cada 10 adolescentes britânicos (14%) que baixaram música de forma ilegal no passado, afirmam ter tomado a decisão ativa de não fazê-lo novamente porque sentem que artistas e gravadoras devem ser pagos pelo trabalho.</p>
<p><strong>Mídias sociais e o varejo</strong></p>
<p>As mídias sociais, blogs e celulares têm sido plataformas de expressão para os jovens. As mensagens de texto, o Twitter e o Facebook influenciam, portanto, a forma de consumir e a concepção do varejo voltado aos adolescentes – varejo que está usando as plataformas para propagandas baseadas em elementos gráficos. Um dos exemplos desse estilo pôde ser visto na <em>Paris Fashion Week</em> deste ano, quando o Palais de Tokyo, em parceria com a Land Rover, abriu espaço para uma instalação <em>pop-up</em> com grafites; a loja da marca H&amp;M, em Osaka, usou textos em <em>bold,</em> branco e preto, como forma de ilustrar o <em>design </em>arrojado e expressivo da marca; todo escrito com tipografia grafite.</p>
<p>O mercado de luxo também está usando o conceito de tornar o texto parte do design; a marca britânica Mulberry produziu um “cenário” usando papelão coberto de ilustrações em preto e branco, tijolos e bonecos para lançar a coleção Primavera-Verão 2011 no hotel Claridge´s, em Londres. A marca norte-americana Tommy Hilfiger utilizou um conceito semelhante na butique parisiense Colette – em colaboração com a The Keith Haring Foundation recriou ilustrações do artista na parede  do espaço.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">DESTAQUES DO THE FUTURE REPORT TEENS</span></strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong><strong>Overview do Mercado</strong></p>
<p>Em termos de gastos e influência – hoje e em um futuro próximo – o consumo <em>teen</em> adquiriu uma relevância estratégica. Para se ter um exemplo da representatividade dessa parcela de consumidores, em 2011 os adolescentes devem movimentar US$ 208,7 bilhões; somente os jovens britânicos vão gastar 132 milhões de libras por semana, ou seja, 6,8 bilhões de libras por ano. O relatório traz, em detalhes, o comportamento de consumo de <em>teens </em>dos Estados Unidos, China, Brasil, África do Sul, Índia, Rússia, Escandinávia, Austrália, Nigéria e África Ocidental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Geração D (Geração Digital)</strong></p>
<p>Legítimos membros da “Geração Digital”, os <em>teens </em>associam a tecnologia não a um luxo, mas ao oxigênio para a vida. Usa a tecnologia para realizar multi-tarefas e, com isso, conseguem encaixar 11,5 horas de entretenimento em 7,5 horas. Nessa seção do relatório são analisados o comportamento, atitudes e expectativas em relação ao mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong><strong> </strong><strong>Tribos da Geração D</strong></p>
<p>O relatório traz um ensaio visual com membros da “Geração D”, mostrando as roupas, os quartos, os jogos, as marcas consumidas e com as quais os <em>teens</em> se identificam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong><strong> </strong><strong>Tendências Globais</strong></p>
<p>As tendências e macrotendências do consumo <em>teen</em> global na década são destaques dessa seção. Destaque para as macrotendências tech-savvy (<em>teens</em> <em>expert</em>s em tecnologia, jovens extremanente conectados); <em>teens </em>com consciência ambiental e ética; as tendências <em>Cosplayer</em>/Otaku – jovens que se fantasiam com roupas de personagens do mundo animê e aficcionados por cultura japonesa contemporânea (animês, desenhos, mangás, jogos), respectivamente – de São Paulo e Buenos Aires.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong><strong>Tendências do Varejo</strong></p>
<p>Onde os jovens farão compras no futuro? Essa seção apresenta 11 tendências do varejo global, incluindo v-commerce, varejo exterior, <em>mix mash retail</em> e <em>mobile pop-ups</em>.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em>The Future Report Teens</em> destaca cases, ferramentas e dicas para atrair a atenção dos teens para marcas e produtos; como montar um varejo multi-canal voltado ao consumo de adolescentes; e detalhamento da cultura de cocriação. Mais informações sobre <em>The Future Report Teens</em> podem ser obtidas na Voltage: site <a href="http://www.voltage.com.br/">www.voltage.com.br</a> ou pelos telefones:  (11) 3759-7407.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Voltage</strong></p>
<p>A Voltage é uma agência produtora de <em>insights</em> aplicáveis ao negócio, que utiliza a metodologia proprietária exclusiva baseada em ferramentas de estratégia, pesquisa qualitativa, <em>design thinking</em>, cocriação, monitoramento de tendências, entre outras. A partir dessa inteligência e metodologia aplicada, a Voltage ­– pioneira no Brasil no mapeamento de tendências comportamentais, tendo por instrumento de detecção ferramentas diferenciadas de pesquisa – proporciona uma compreensão mais próxima dos anseios e aspirações do consumidor; diagnóstico que gera <em>insignts</em> relevantes para as marcas, mostra o caminho para a melhor estratégia de marketing, traduz o cenário das tendências de consumo e comportamento, além de tangibilizar propostas de ativação de marcas.</p>
<p>Comandada por Paulo Al-Assal, a Voltage aprofunda o conhecimento das empresas, mostrando as dimensões do ser humano contemporâneo. Na área de tendências, a empresa oferece uma visão apurada do futuro ao conduzir pesquisas inovadoras, parametrizadas e que extrapolam a dimensão verbal. No alicerce do trabalho de produzir conhecimento aplicável ao negócio, a Voltage atua com os seguintes produtos: <em>In Sight; Open Minds; Futures Reports; Think Trends; Engage; Trend Report</em>; e LS:N Global.<strong><em> </em></strong>A Voltage desenvolveu projetos e gerou <em>insights </em>aplicáveis aos negócios de empresas como Unilever, Kraft, Nivea, Diageo, Del Valle, Carrefour, Itaú, África, Telefônica, Pfizer, General Motors, Pão de Açúcar, Philips, Johnson &amp; Johnson, Grendene, Net, Wal Mart, Turner, jornal O Estado de S. Paulo, Risc International, Óticas Carol, Firmenich e Mercur, entre outras.<strong> </strong></p>
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<p><strong>MAIS INFORMAÇÕES: Printec Comunicação <a href="../../../../../">www.printeccomunicacao.com.br</a></strong></p>
<p>Vanessa Giacometti de Godoy <a href="mailto:vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br">vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Betânia Lins <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Tel:  (11) 5182-1806 // Fax: (11) 5183-2233</p>
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		<item>
		<title>The Future Report Tech desvenda a arquitetura de mercado das novas tendências tecnológicas</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 13:59:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Voltage]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual estratégia deve ser adotada por uma marca ou produto que aspire estar no topo das inovações tecnológicas?  Como diferenciar os dispositivos interessantes dos realmente úteis para o negócio?  Como ser a marca predileta da “Geração D”, a primeira geração de nativos digitais? A estética é a chave das tendências tecnológicas? Essas e outras questões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/06/1TechImagem1.png"><img class="size-full wp-image-10343" title="1TechImagem" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/06/1TechImagem1.png" alt="" width="676" height="529" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Qual estratégia deve ser adotada por uma marca ou produto que aspire estar no topo das inovações tecnológicas?  Como diferenciar os dispositivos interessantes dos realmente úteis para o negócio?  Como ser a marca predileta da “Geração D”, a primeira geração de nativos digitais? A estética é a chave das tendências tecnológicas? Essas e outras questões são a matéria-prima da edição 2011 do The Future Report Tech – o mais completo relatório global de tendências em tecnologia. </em></strong></p>
<p><strong><em> </em><em> </em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>São Paulo, 13 de maio de 2011 –</em></strong> O mercado de tecnologia muda com uma velocidade vertiginosa e altera a relação dos consumidores com o produto. Os celulares se tornaram itens tecnológicos poderosos com milhares de aplicativos, capazes de substituir os computadores de mesa; mais conectados, interativos, personalizados e inteligentes, os telefones móveis estão no topo das inovações tecnológicas adquiridas por consumidores de todas as idades. Mas, como as marcas e produtos podem transformar celulares, tablets, Apps e outras tecnologias em constante evolução em aliados para alavancar o desempenho do negócio? Pesquisas conduzidas por especialistas em Milão, Estocolmo, Las Vegas, Xangai, Cidade do Cabo e Vale do Silício apontam para um futuro que inclui o <em>Check-in Culture</em>, <em>Geo-marketing</em>, <em>Utility Apps</em> e <em>v-commerce</em>. Produzida pelo <em>The Future Laboratory</em> – representado com exclusividade no Brasil pela Voltage –, a edição 2011 do <em>The Future Report Tech</em> desvenda a arquitetura de mercado das novas tendências tecnológicas.<em> </em></p>
<p>Os membros mais velhos da “Geração D” tinham quatro anos de idade quando o Napster foi lançado. Desde então, a geração digital é “alimentada” por uma tecnologia que é associada a serviços gratuitos; uma geração formada por indivíduos que fazem chamadas gratuitas pelo Skype; que baixam músicas, aplicativos e arquivos sem pagar por isso. As repercussões do comportamento de toda uma geração têm um grande impacto em toda a indústria. Com esse cenário, como anunciar marcas e produtos no iPad? Qual é o real panorama da mídia digital?</p>
<p>Segundo Paulo Al-Assal, diretor-geral da Voltage, há um mercado de tecnologia que vive alheio à crise. “O relatório mostra que o mercado global de jogos deve faturar US$ 44 bilhões em 2011. Os nativos digitais, embora acostumados com a gratuidade de itens, estão dispostos a pagar por aplicativos para dispositivos móveis. Na Malásia há um exemplo de cartão de crédito pré-pago ligado ao Facebook. E esses são apenas alguns exemplos de como a indústria de tecnologia está arquitetando um futuro rentável para o negócio”, detalha o executivo, um dos principais especialistas brasileiros em tendências.</p>
<p>Além de desvendar tendências do mercado de tecnologia e o comportamento, atitudes e expectativas dos nativos digitais, o <em>The Future Report Tech</em> analisa as tendências em design das novas tecnologias, o que acontece com a publicidade das marcas na mídia digital e o debate de especialistas sobre questões-chave e oportunidades de negócio.</p>
<p>Mais informações sobre a comercialização do relatório <em>The Futures Report Tech </em>podem ser obtidas na Voltage: site <a href="http://www.voltage.com.br/">www.voltage.com.br</a> ou pelo telefone:  (11) 3759-7407.</p>
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<p><strong>Voltage</strong></p>
<p>A Voltage é uma agência produtora de <em>insights</em> aplicáveis ao negócio, que utiliza a metodologia proprietária exclusiva baseada em ferramentas de estratégia, pesquisa qualitativa, <em>design thinking</em>, cocriação, monitoramento de tendências, entre outras. A partir dessa inteligência e metodologia aplicada, a Voltage ­– pioneira no Brasil no mapeamento de tendências comportamentais, tendo por instrumento de detecção ferramentas diferenciadas de pesquisa – proporciona uma compreensão mais próxima dos anseios e aspirações do consumidor; diagnóstico que gera <em>insignts</em> relevantes para as marcas, mostra o caminho para a melhor estratégia de marketing, traduz o cenário das tendências de consumo e comportamento, além de tangibilizar propostas de ativação de marcas.</p>
<p>Comandada por Paulo Al-Assal, a Voltage aprofunda o conhecimento das empresas, mostrando as dimensões do ser humano contemporâneo. Na área de tendências, a empresa oferece uma visão apurada do futuro ao conduzir pesquisas inovadoras, parametrizadas e que extrapolam a dimensão verbal. No alicerce do trabalho de produzir conhecimento aplicável ao negócio, a Voltage atua com os seguintes produtos: <em>In Sight; Open Minds; Futures Reports; Think Trends; Engage; Trend Report</em>; e LS:N Global.<strong><em> </em></strong>A Voltage desenvolveu projetos e gerou <em>insights </em>aplicáveis aos negócios de empresas como Unilever, Kraft, Nivea, Diageo, Del Valle, Carrefour, Itaú, África, Telefônica, Pfizer, General Motors, Pão de Açúcar, Philips, Johnson &amp; Johnson, Grendene, Net, Wal Mart, Turner, jornal O Estado de S. Paulo, Risc International, Óticas Carol, Firmenich e Mercur, entre outras.<strong> </strong></p>
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<p><strong>MAIS INFORMAÇÕES:</strong></p>
<p><strong>Printec Comunicação www.printeccomunicacao.com.br</strong></p>
<p>Vanessa Giacometti de Godoy <a href="mailto:vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br">vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Betânia Lins <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Tel:  (11) 5182-1806 // Fax: (11) 5183-2233</p>
<p><a href="http://www.voltage.com.br/">www.voltage.com.br</a></p>
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		<item>
		<title>Com perspectiva de crescer até 40% em 2011, Voltage anuncia contratação</title>
		<link>http://www.printeccomunicacao.com.br/2011/02/com-perspectiva-de-crescer-ate-40-em-2011-voltage-anuncia-contratacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 12:01:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Press Releases]]></category>
		<category><![CDATA[Voltage]]></category>
		<category><![CDATA[agência de tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Mayra Fonseca]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Al-Assal]]></category>

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		<description><![CDATA[A Voltage, agência produtora de insights aplicáveis ao negócio, inicia 2011 anunciando a contratação de Mayra Fonseca. Profissional com experiência nacional e internacional, a executiva assume o cargo de gerente-geral. Presidida por Paulo Al-Assal, um dos principais especialistas do Brasil em tendências, a Voltage cresceu 30% em 2010, ano em que desenvolveu projetos diferenciados para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>A Voltage, a</em><em>gência produtora de insights aplicáveis ao negócio, inicia 2011 anunciando a contratação de Mayra </em></strong><strong><em> </em></strong><strong><em>Fonseca. Profissional com experiência nacional e internacional, a executiva assume o cargo de gerente-geral. Presidida por Paulo Al-Assal, um dos principais especialistas do Brasil em tendências, a Voltage cresceu 30% em 2010, ano em que desenvolveu projetos diferenciados para clientes como Leroy Merlin, Turner, Nivea, Itaú, QG, NET, Unilever, SC Johnson, J&amp;J, Óticas Carol, Ana Couto Branding e Claro. Em 2011, a empresa projeta crescimento entre 30% e 40%.</em></strong></p>
<p><em> </em><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><em>São Paulo, 1º de fevereiro de 2011</em></strong> – Agência produtora de <em>insights</em> aplicáveis ao negócio, a Voltage registrou aumento de 30% no <a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Voltage_MayraFonseca.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7912" title="Voltage_MayraFonseca" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Voltage_MayraFonseca-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><strong><em> </em></strong>faturamento em 2010, desempenho impulsionado por projetos diferenciados desenvolvidos para clientes como Leroy Merlin, Turner, Nivea, Itaú, QG, NET, Unilever, SC Johnson, J&amp;J, Óticas Carol, Ana Couto Branding e Claro. Em 2011, a empresa projeta crescimento entre 30% e 40% e, para dar suporte à expansão, anuncia a contratação de Mayra Fonseca para atuar como head de Projetos. Com larga experiência nacional e internacional, a profissional vai atuar sob a coordenação de Paulo Al-Assal, diretor-geral da empresa e um dos principais especialistas do País em tendências. A Voltage é pioneira no Brasil no mapeamento de tendências comportamentais, tendo por instrumento de detecção ferramentas diferenciadas de pesquisa.</p>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left;">Mestre em Antropologia e Etnografia pela Universidad de Barcelona, <strong>Mayra Fonseca</strong> é graduada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica (PUC Minas Gerais) – habilitação em Publicidade e Propaganda – e possui especialização em Business Communication (Cambridge University, Barcelona Escuela de Estudios Internacionales, 2009) e MBA em Gestão de Negócios pela Fundação Getulio Vargas (Minas Gerais, 2005). Com experiência internacional, a executiva atuou na Europa no desenvolvimento de consultorias, planejamento e coordenação de pesquisas etnográfica, consumo e ad-hoc para clientes como Unilever, KRAFT, Georgia-Pacific, Granini e Panrico. No Brasil, desenvolveu projetos para TIM, Governo do Estado de Minas Gerais, CEMIG, jornal Estado de Minas, Banco BMG, Somattos Engenharia, Odebrecht Empreendimentos Imobiliários, Viação Águia Branca e Centro Universitário UNA. Mayra Fonseca foi premiada (duas premiações de ouro e duas de bronze) no Prêmio Colunistas da Rede Globo. Na Voltage, Mayra atua como gerente-geral.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Voltage</strong></p>
<p style="text-align: left;">A Voltage é uma agência produtora de <em>insights</em> aplicáveis ao negócio, que utiliza a metodologia proprietária exclusiva baseada em ferramentas de estratégia, pesquisa qualitativa, <em>design thinking</em>, cocriação, monitoramento de tendências, entre outras. A partir dessa inteligência e metodologia aplicada, a Voltage ­– pioneira no Brasil no mapeamento de tendências comportamentais, tendo por instrumento de detecção ferramentas diferenciadas de pesquisa – proporciona uma compreensão mais próxima dos anseios e aspirações do consumidor; diagnóstico que gera <em>insignts</em> relevantes para as marcas, mostra o caminho para a melhor estratégia de marketing, traduz o cenário das tendências de consumo e comportamento, além de tangibilizar propostas de ativação de marcas.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/12/PauloAlAssal_ArtigoPropaganda.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-7408 alignleft" title="PauloAlAssal_ArtigoPropaganda" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/12/PauloAlAssal_ArtigoPropaganda-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Comandada por <strong>Paulo Al-Assal</strong>, a Voltage aprofunda o conhecimento das empresas, mostrando as dimensões do ser humano contemporâneo. Na área de tendências, a empresa oferece uma visão apurada do futuro ao conduzir pesquisas inovadoras, parametrizadas e que extrapolam a dimensão verbal. No alicerce do trabalho de produzir conhecimento aplicável ao negócio, a Voltage atua com os seguintes produtos: <em>In Sight; Open Minds; Futures Reports; Think Trends; Engage; Trend Report</em>; e LS:N Global.<strong><em> </em></strong>A Voltage desenvolveu projetos e gerou <em>insights </em>aplicáveis aos negócios de empresas como Unilever, Kraft, Nivea, Diageo, Del Valle, Carrefour, Itaú, África, Telefônica, Pfizer, General Motors, Pão de Açúcar, Philips, Johnson &amp; Johnson, Grendene, Net, Wal Mart, Turner, jornal O Estado de S. Paulo, Risc International, Óticas Carol, Firmenich e Mercur, entre outras.</p>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>MAIS INFORMAÇÕES:</strong></p>
<p><strong>Printec Comunicação www.printeccomunicacao.com.br</strong></p>
<p>Vanessa Giacometti de Godoy <a href="mailto:vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br">vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Betânia Lins <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Tel:  (11) 5182-1806 // Fax: (11) 5183-2233</p>
<p><a href="http://www.voltage.com.br/">www.voltage.com.br</a></p>
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		<item>
		<title>Consumer insights e modelos mentais</title>
		<link>http://www.printeccomunicacao.com.br/2011/01/consumer-insights-e-modelos-mentais/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Jan 2011 13:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Press Releases]]></category>
		<category><![CDATA[Voltage]]></category>
		<category><![CDATA[Bia Machado]]></category>
		<category><![CDATA[consumer insight]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade da Imaginação]]></category>
		<category><![CDATA[modelos mentais]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Al-Assal]]></category>

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		<description><![CDATA[* Paulo Al-Assal e Bia Machado Consumer insight, expressão ainda sem similar no português, é antes de mais nada uma síntese. Significa constatar que há pessoas, por exemplo, que tratam os pets como filhos; preferem pagar mais por um computador que encante a sua inteligência; e escolhem um quarto de hotel pelo travesseiro. O consumer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>* Paulo Al-Assal e Bia Machado</em></strong></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Consumer insight</em>, expressão ainda sem similar no português, é antes de mais nada uma síntese. Significa constatar que há pessoas, por <a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Voltage_Human.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7782" title="multicolored crowd #2" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Voltage_Human-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>exemplo, que tratam os <em>pets</em> como filhos; preferem pagar mais por um computador que encante a sua inteligência; e escolhem um quarto de hotel pelo travesseiro. O <em>consumer insight </em>se torna um &#8220;aha!&#8221; quando as empresas compreendem que por trás de ideias e comportamentos aparentemente óbvios há de um substancial aporte de valor até um novo modelo de negócios. Em suma, o <em>consumer insight</em> legitima a conclusão apontada por entrevistados pela <em>Future Foundation –</em> o <em>insight</em> passou de algo <em>nice to know</em> (interessante saber) para <em>essential to have</em> (essencial ter). <em> </em></p>
<p>No interessante relatório &#8220;O Futuro do Insight&#8221;, produzido pela <em>Future Foundation</em>, temos um panorama bastante completo da trajetória do <em>insight</em> na história do Marketing, no qual algumas conquistas tornam-se bastante claras:</p>
<p>- as antigas &#8220;áreas de pesquisa&#8221; das empresas – muitas delas, hoje, diretamente chamadas de &#8220;equipe de <em>consumer insights</em>&#8221; –, deixaram de ser &#8220;fornecedoras&#8221; do marketing e passaram a ser &#8220;parceiras estratégicas&#8221;;</p>
<p>-  os resultados de pesquisa não são mais &#8220;informação sobre o consumidor&#8221;, conjunto de dados que o pesquisador de nível top transformava em uma tese sobre o mercado e a interioridade do consumidor; eles agora constituem um contexto de negócio;</p>
<p>- o processo fundamental do marketing não consiste mais na linearidade do ternário informação-criação-comunicação; agora, o <em>insight</em> é em si tanto informação, quanto criação, quanto comunicação;</p>
<p>- os aprendizados, agora, não se referem às necessidades e aos desejos do consumidor; os <em>insights</em> identificam, em um mesmo olhar, uma necessidade individual, relacionando-se de modo sustentável com necessidades da sociedade como um todo, portanto, com tendências fundamentais.</p>
<p>É nessa medida que dá para entender a insistência do estrategista Mário Castelar em substituir de modo radical o termo &#8220;consumidor&#8221; por &#8220;cidadão&#8221;, pois não é mais possível separar uma coisa da outra – o <em>insight</em> sendo ao mesmo tempo um entendimento pontual dentro de uma visão total. Ao que parece, o <em>consumer insight</em> deverá passar a ser chamado mais propriamente de <em>human insight</em>. Uma questão importante, no entanto, ainda não foi abordada de modo completo. Como produzir <em>insights</em> que sejam de fato significativos?</p>
<p>A descoberta decisiva a esse respeito é que o <em>insight</em> não pode ser produzido apenas por meio de um processo racional. Alguns profissionais entrevistados pela <em>Future Foundation</em>, operando ainda com um modelo mental &#8220;antigo&#8221;, chegam até a opor os métodos racionais de pesquisa ao &#8220;funcionamento intuitivo&#8221; – que possibilita alcançar o <em>insight</em>. Sim, nós sabemos o quanto o homem defendeu a razão contra a intuição no passado, quando acreditávamos que a ciência era uma coisa exata. Hoje, felizmente, sabemos que ambas operam necessariamente juntas e que a intuição está para a razão assim como a chuva está para a terra arada: se aramos a terra e não chove, não acontece nada; se chove e a terra não está arada, também não acontece nada.</p>
<p>Assim sendo, os métodos racionais de pesquisa – os estudos de tendências, os etnográficos, as macro e micro análises etc – podem dar excelentes frutos depois de regados com uma poderosa intuição. Mas, no que consiste exatamente a intuição nesse contexto? Aí é que entra a importância dos novos estudos sobre modelos mentais. A maioria das pessoas acredita que a intuição é uma coisa que acontece, ou que vem, ou – o que é pior – que algumas pessoas são intuitivas e outras não. Quando entendemos que a intuição é um modelo mental, ou seja, é um jeito de funcionar, percebemos que qualquer pessoa pode funcionar de modo a obter intuições. E, o que é melhor, cada pessoa tem o próprio jeito de funcionar para obtê-las.</p>
<p>De fato, o estudo dos modelos mentais mostra que cada pessoa encontra as próprias estratégias para pensar e agir. Um resultado lógico, por exemplo, pode ser atingido por meio de procedimentos imaginativos e totalmente não lógicos. Se uma pessoa que desenvolveu bastante as capacidades imaginativas ficar tentando chegar a um resultado lógico por meio de exercícios lógicos é muito provável que  depois de um tempo, passe a achar que é &#8220;burra&#8221; – ou menos inteligente que um  colega de equipe que use bem as estratégias no mesmo contexto. Isso terá consequências graves e uma das mais comuns é que a equipe simplesmente não chega onde poderia.</p>
<p>No caso do <em>insight</em>, a intuição é uma síntese, mas não uma síntese qualquer: trata-se de uma reunião dos aspectos mais sustentáveis da relação do consumidor (ops, do cidadão!) e do contexto atual com a marca ou o modelo do negócio. Portanto, quanto mais soubermos reunir o conhecimento estratégico das relações entre os diversos <em>players</em> com o nosso próprio jeito<em> </em>de juntá-las, nossa experiência e a vivência da equipe sobre a marca e o modelo de negócio, mais significativos serão os <em>insights</em>.</p>
<p>Isso quer dizer – e a afirmação que vem agora só poderia ser feita hoje, no século XXI – que o profissional (ou as pessoas da equipe) de marketing é tão fundamental quanto as pessoas que constituem o público-alvo. Só hoje podemos dizer que a arte-ciência do marketing, como qualquer arte-ciência, não é uma coisa já pronta ou que funciona sozinha. E que o marqueteiro, como qualquer arte-cientista, precisa conhecer a si mesmo, pois é nele – e só nele – que o conhecimento se inventa a cada momento.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>* Bia Machado</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/01/BiaMachado.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-7786" title="BiaMachado" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/01/BiaMachado-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></strong>Formada em Psicologia, mestre em Filosofia e doutoranda do Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP) – com tese em <em>Filosofia da Educação</em> —, Bia Machado é autora do livro &#8220;Sentidos do Caleidoscópio&#8221; (Editora Humanitas) e sócia-fundadora da Faculdade da Imaginação. Trabalhou por 20 anos em projetos de pesquisa de marketing e comunicação, em empresas como Avon, B Brasil e Colgate Palmolive. Nos últimos 15 anos atua como consultora em projetos de pesquisa e educação em organizações privadas (manufaturas e serviços) e sociais como Natura, Projeto Arrastão, Jogando no Quintal, Agência Energy, Banco Itaú, Gol de Letra, Nestlé. É professora de Modelos de Pesquisa e Aplicação em Educação para grupos privados e escolas.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>* Paulo Roberto Al-Assal</strong></p>
<p>Fundador e diretor-geral da Voltage – agência de tendências e <em>insights</em> aplicáveis ao negócio, pioneira no Brasil na pesquisa e mapeamento do<a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/01/PauloAlAssal_Insight.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-7788" title="PauloAlAssal_Insight" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/01/PauloAlAssal_Insight-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> comportamento humano –, Paulo Al-Assal é formado em Administração de Empresas e Economia pela Colorado State University, possui pós-graduação em Marketing (Colorado State University) e em Marketing de Entretenimento e Branding (New York University). O executivo atuou no mercado financeiro nos bancos Itamarati, Sudameris e Credibanco, além de ser sócio-fundador da Impact Sports Marketing, agência de marketing esportivo. Al-Assal liderou projetos para empresas como Unilever, Nivea, Carrefour, Pão de Açucar, Tetra Pak, ABN AMRO Bank, Kraft Foods, GM, Wal Mart, Red Bull, Philips, Africa, Telefonica, Grupo Estado, Banco Real, Coca Cola, entre outras. Como parte do aperfeiçoamento profissional, é um estudioso das disciplinas psicologia, sociologia, antropologia e filosofia. <a href="http://www.voltage.com.br/">www.voltage.com.br</a></p>
<p><strong>_____________________________________________________________</strong></p>
<p><strong>MAIS INFORMAÇÕES: <a href="http://www.voltage.com.br/"> </a></strong></p>
<p>Printec Comunicação www.printeccomunicacao.com.br</p>
<p>Vanessa Giacometti de Godoy vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</p>
<p>Betânia Lins betania.lins@printeccomunicacao.com.br</p>
<p>Tel:  (11) 5182-1806 // Fax: (11) 5183-2233</p>
<p><em> </em></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Pesquisa inédita Brand ID revela o que os brasileiros esperam das marcas</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 08:14:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Voltage]]></category>
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		<category><![CDATA[percepção do consumidor]]></category>
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		<description><![CDATA[Conduzida pela Voltage, em parceria com a Bridge Research, a pesquisa inédita Brand ID – inspirada no estudo britânico Brand Personality, do The Future Laboratory – mapeou o comportamento do consumidor brasileiro contemporâneo e detectou a tendência global brandtocracies (democracia das marcas) que chega ao país com a demanda do consumidor por uma nova forma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ImagemVoltage_BrandID.jpg"><img class="size-full wp-image-7404 aligncenter" title="ImagemVoltage_BrandID" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ImagemVoltage_BrandID.jpg" alt="" width="655" height="268" /></a></p>
<p><strong><em>Conduzida pela Voltage, em parceria com a Bridge Research, a pesquisa inédita Brand ID – inspirada no estudo britânico Brand Personality, do The Future Laboratory – mapeou o comportamento do consumidor brasileiro contemporâneo e detectou a tendência global brandtocracies (democracia das marcas) que chega ao país com a demanda do consumidor por uma nova forma de se relacionar com as marcas. A busca por valores humanos nas marcas é o que mais se destaca – transparência, honestidade, confiança, integridade, respeito, ética e responsabilidade social. Na prática porém, esse anseio não tem sido atendido: 62% dos entrevistados acreditam que falta honestidade às marcas e 53% não associam a elas valores humanos que consideram importantes. O que os brasileiros esperam das marcas? A pesquisa revela que 45% dos entrevistados esperam que sejam amigas; em São Paulo e Recife esse índice é de  51%; no Rio de Janeiro, Porto Alegre e Brasília, 45%. A íntegra da pesquisa Brand ID – com análises setoriais e regionais detalhadas – está sendo comercializada com exclusividade pela Voltage.</em></strong></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>São Paulo, 7 de dezembro de 2010 – </em></strong>O consumidor brasileiro contemporâneo busca valores humanos nas marcas e tem a expectativa de construir um relacionamento  pautado pela transparência, honestidade, confiança, integridade, respeito e ética. O que permeia e complementa esse anseio é a tendêndia <em>brandtocracies</em> (democraria das marcas). A expectativa é de que as marcas sejam principalmente amigáveis e honestas. Contudo, 62% dos entrevistados mostram insatisfação ao afirmar que falta honestidade às marcas. Essas são algumas das conclusões da pesquisa inédita <em>Brand ID,</em> desenvolvida pela Voltage e Bridge Research – agência produtora de <em>insights</em> aplicáveis ao negócio; e empresa de pesquisa de mercado com foco na prestação de serviços de inteligência na área de tecnologia, respectivamente.</p>
<p>Inspirada no estudo inglês <em>Brand Personality, </em>conduzido pelo portal britânico <em>The Future Laboratory, Brand ID</em> traz um mapeamento completo da percepção que os brasileiros têm das marcas nacionais e internacionais de diversos segmentos, conciliando pesquisas quantitativas e qualitativas. Inédito, une dados sobre a percepção do consumidor contemporâneo – com um levantamento quantitativo – e projeta o futuro por meio de análises qualitativas de influenciadores e <em>experts</em>. Concluída em setembro de 2010, <em>Brand ID</em> contou com 1.200 entrevistas realizadas nas capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Recife e Brasília) com brasileiros das classes A (5%), B (38%) e C (57%) – sendo 60% de mulheres e 40% homens.</p>
<p><em> </em></p>
<p>As questões formuladas foram elaboradas para coletar informações precisas sobre a personalidade das marcas, o comportamento do consumidor, avaliação das marcas em alguns segmentos (instituição financeira, varejo/lojas, tecnologia e telecom) e atitudes do consumidor. Um dos destaques da pesquisa brasileira está na detecção da tendência global <em>brandtocracies</em> (democracia das marcas) <a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/12/PauloAlAssal_ArtigoPropaganda.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7408" title="PauloAlAssal_ArtigoPropaganda" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/12/PauloAlAssal_ArtigoPropaganda-277x300.jpg" alt="" width="277" height="300" /></a>que representa uma nova forma de o consumidor se relacionar com marcas, produtos e serviços. “O consumidor brasileiro dá sinais inequívocos do desejo que nutre por uma relação pautada pela transparência, comunicação e colaboração. Cabe notar que embora a <em>brandtocracies</em> seja uma tendência mundial e com origem na própria evolução sociocultural do ser humano, no Brasil há particularidades em sua manifestação; características próprias que são determinantes para uma mudança nas relações de consumo do futuro”, analisa Paulo Al-Assal, diretor-geral da Voltage e um dos principais especialistas nacionais em tendências e <em>insights </em>aplicáveis ao negócio.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>A pesquisa mostra diferenças interessantes entre o consumidor brasileiro e o europeu. Para a questão “o que mais inflencia na decisão de compra”, 51% dos entrevistados no Brasil responderam que é a “relação custo-benefício dos produtos”. Entre os europeus, esse percentual sobre para 81%, reflexo da crise financeira internacional. Vale destacar que não se trata de um custo alto ou baixo, mas do valor agregado à compra. O segundo quesito que mais influencia a decisão, para os brasileiros é que a marca sejs “ética e ambiental e socialmente responsável”, característica priorizada por apenas 12% dos entrevistados na Europa. “Esse é um dado realmente surpreendente”, destaca Paulo Al-Assal.</p>
<p>A pesquisa revela, de forma clara, que o consumidor brasileiro busca valores humanos nas marcas, da mesma forma como busca estreitar o relacionamento com as pessoas que fazem parte do cotidiano. Do total de entrevistados, 45% esperam que as marcas sejam “amigas”. E buscam informações sobre as marcas principalmente entre as pessoas em que mais confiam, “amigos e parentes”: 70%.</p>
<p>E que importância têm as marcas na vida diária das pessoas? Na resposta a essa pergunta, associada ao comportamento do consumidor em geral, 52% afirmaram: “sou neutro em relação às marcas. Elas não ajudam nem prejudicam minhas decisões no dia a dia”. “Isso significa que para mais da metade dos brasileiros as marcas não são tão importantes quanto achamos que são”, diz Paulo Al-Assal. Os temas que têm maior valor na vida diária das pessoas são a saúde da família e o bem-estar, as mudanças climáticas, emprego e valores da comunidade.</p>
<p>A pesquisa indica que, no período pós-crise em que vive o mundo hoje, muitos valores estão sendo repensados: 31% dos brasileiros se tornaram mais conscientes das coisas que realmente os fazem felizes – amigos, família, coisas simples; 28% ficaram mais tolerantes com as diferenças; e 24% se dizem mais abertos em relação às pessoas.</p>
<p>A pesquisa fez uma avaliação das marcas para saber quais são as mais admiradas e quais possuem mais valores humanos, em diversos segmentos: instituição financeira (bancos e cartões de crédito), varejo/lojas (eletrodomésticos, eletroeletrônicos, têxteis e supermercados) e tecnologia/telecom (telefonia fixa e móvel, banda larga e tevê por assinatura). O que mais se destacou nessa avaliação foi o fato de que 53% acreditam que os  valores humanos não estão expressos nas marcas em geral.</p>
<p>Na média, o melhor desempenho é o das instituições financeiras – 17% dos entrevistados citaram que algumas marcas do setor possuem essa característica contra 14% (varejo/lojas) e 15% (tecnologia/telecom). “Os dados não indicam um bom desempenho dos bancos e empresas de cartões. Na verdade, apontam que têm porcentagens mais altas entre os setores analisados. Embora estejam no caminho certo quando comparados com os demais segmentos, ainda são índices muito baixos; inferiores às expectativas dos consumidores. Há muita oportunidade de melhoria e de humanização nesse atendimento ao cliente”, salienta o executivo, acrescentando que os brasileiros buscam nas marcas os mesmos valores que esperam encontrar nos parentes e pessoas queridas – cumplicidade, integridade e honestidade, entre outras.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>“A lógica do novo consumidor é a mesma da internet; pede troca, abertura ao diálogo, participação na vida, <em>follow</em> constante; pede para manter a marca no centro, não no topo. Os investimentos devem se pautar pela conversação, colaboração, criatividade. As marcas devem conquistar o consumidor com conversas verdadeiras, relação próxima e transparente”, sugere o especialista.</p>
<p>A íntegra da pesquisa, composta por análises setoriais regionalizadas, está sendo comercializada pela Voltage e pode ser solicitada pelos telefones (11) 3759-7407, 3759-7408 ou 3759-7409 ou site <a href="http://www.voltage.com.br/">www.voltage.com.br</a>.</p>
<p><strong>DESTAQUES DA PESQUISA QUALITATIVA<br />
</strong></p>
<p>A pesquisa qualitativa foi composta por 20 <em>trend creators</em> (grupo de jovens que integra o Voltage Ville e que têm alto poder influenciador e crítico) e <em>disseminatiors</em> (pessoas que disseminam as tendências, influenciando a massa); e com a consultoria de quatro <em>experts</em> internacionais – Gerd Leonhard, um dos principais “futuristas de mídia”, estudioso da era digital; David Smith, CEO da <em>Global Future and Foresight</em> (GFF); Jonathan MacDonald, cofundador da consultoria <em>This Fluid World,</em> diretor-geral da JMA e um dos maiores nomes do branding mundial; e Paulo Vischi, designer gráfico e estrategista de marcas, diretor de Estratégia de Marca e Branding da <em>Be Consulting</em> – Estratégia de Marca.</p>
<p>Segundo Paulo Al-Assal, a pesquisa qualitativa revelou <em>inputs</em> da nova relação do brasileiro com as marcas, associando-as a personagens da vida contemporânea. “Há citações definindo as marcas como agentes do mundo pós-moderno, como um sobrenome. Ao atribuir essa faceta humana às marcas, naturalmente o consumidor exige que elas se portem e se expressem como pessoas. Da mesma forma como somos atraídos por pessoas com <em>lifestyle</em> que nos seduz, indivíduos com personalidade marcante, valorizamos marcas que tenham esse conceito permeando a atuação”, afirma  Al- Assal, acrescentando que pessoas e países – como a Lady Gaga e o Brasil – são apontados como marcas, o que mostra a percepção de múltiplas associações e uso para as marcas.</p>
<p>A forma de se comunicar foi apontada pelos participantes da pesquisa qualitativa como essencial na construção do relacionamento. As campanhas mais destacadas, por exemplo, são as que unem a exposição da marca a um objetivo maior como a conscientização do consumidor para questões socioambientais. A ideia que permeia essa valorização é que ao atuar como “agente do mundo”, as marcas passam a contribuir com a coletividade. Em contrapartida, as que ignoram a necessidade de manter a fluidez na relação – e a necessidade de pertencer e cuidar dos interesses coletivos – estão fora do cotidiano dos influenciadores, ou seja, dos consumidores com real capacidade de influenciar um número expressivo de pessoas.</p>
<p>No tocante à propaganda, há uma clara mensagem: deve evoluir, pois está sendo constantemente associada a algo vazio de significado, desprovido de transparência. Nesse contexto, as marcas passam a chamar a atenção por aspectos negativos, pois comunicam positivamente as promessas, mas não as cumprem. “Essas propagandas passam a habitar a esfera do discurso, o que gera um afastamento. Não por acaso, poucas pessoas dizem amar determinada marca. Ou seja, embora haja o desejo de manter uma relação humana com as marcas, o amor é destinado a amigos, familiares e pessoas próximas. Aliás, os disseminadores de tendências acreditam que as pessoas que declaram amor às marcas são desconectadas da realidade”, afirma o executivo.</p>
<p>Autêntica, amiga, preocupada com o <em>design</em>, sustentável e simples foram as palavras mais usadas para designar o que esperam das marcas – atributos que mostram que a aderência transcende o apelo comercial. Ao mesmo tempo que os “valores humanos” – transparência, honestidade, confiança, integridade, respeito, ética e responsabilidade social – são eleitos como aspiracionais, os influenciadores afirmam que compõem o básico do que uma marca deve ter. Na essência, o que determinará a conquista da fidelidade à marca é a capacidade de despertar paixão pela vida; ser viva e conectada; ser relevante. “As redes sociais inverteram o eixo de poder, transferindo-o para as mãos do receptor, ou seja, para as pessoas. O emissor, meios de comunicação da marca, perdeu o poder, pois conta com um interlocutor mais crítico, dono de mais informação e mais livre para decidir”, define Al-Assal, acrescentando que se trata da democracia permeada de humanização, dinamismo, sinceridade e rapidez – a tendência designada <em>brandtocracies</em>.</p>
<p>Diante desse novo consumidor, os <em>insights </em>para conquistá-los, na opinião de Paulo Al-Assal, são:</p>
<p>- as marcas precisam ser democráticas;</p>
<p>-  as marcas precisam ter participação cultural e social na vida das pessoas;</p>
<p>-  menos é cada vez mais, pois o que vale é a essência;</p>
<p>-  fuga do consumismo tradicional para produtos mais democráticos;</p>
<p>-  engajar parceiros, fornecedores, consumidores e concorrentes.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>DESTAQUES DA PESQUISA QUANTITATIVA<br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em> </em><strong><em>Brand ID: </em></strong><strong>influências &amp; decisão de compra</strong></p>
<p>Quando questionados sobre o que mais influenciará, em 2011, a decisão de compra de produto ou serviço, 51% dos entrevistados afirmaram que o custo-benefício será determinante, ou seja, os consumidores esperam desfrutar o máximo de benefícios com os recursos financeiros disponíveis. “Esse dado revela que não se trata de uma questão de custo alto ou baixo, mas do valor agregado à compra. Questões como durabilidade e qualidade permeiam a decisão de compra dessa parcela de brasileiros”, comenta Al-Assal. Desses consumidores preocupados em analisar se de fato a aquisição de itens da marca equivale ao custo, 48% são da classe C contra 56% e 54% das classes A e B, respectivamente. Na análise regional, a pesquisa revela que os consumidores de Porto Alegre, Brasília e São Paulo são os que mais valorizam o item: 75%, 65% e 57%, respectivamente. O comparativo dos resultados da <em>Brand ID</em> com a pesquisa inglesa mostra que o índice dos britânicos é superior ao nacional, 82%. “A leitura que fazemos é que a crise realmente afetou a relação que os ingleses têm com as marcas”.</p>
<p>A associação da marca com questões éticas e socioambientais é fator de decisão para 27% dos consumidores entrevistados, dos quais 28% pertencem à classe C contra 24% e 27% das classes A e B, respectivamente. Os cariocas são os que mais valorizam o comportamento socialmente responsável das marcas: 48% contra 22% dos paulistanos. O foco em ações comunitárias devem determinar a escolha de 16% dos entrevistados – sendo 16% (A), 12% (B)  e 18% (C). Na análise desse item, destaque para os consumidores do Rio de Janeiro e Recife: 22% e 15%, respectivamente, que são influenciados por marcas associadas a iniciativas em prol da coletividade. Na pesquisa, há uma parcela de 7% que serão conquistados por marcas e serviços diferenciados e exclusivos; aqueles que melhor representam o “aspiracional” que permeia a compra. Ao contrário do que pode parecer, os consumidores que mais valorizam a exclusividade não são em maioria da classe A (4%), mas das classes B (7%) e C (7%). Recifenses (15%) e brasilienses (10%) são os mais influenciados pela questão.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>Brand ID: </em></strong><strong>o que os brasileiros esperam das marcas?</strong></p>
<p>O que os brasileiros esperam das marcas e quais são as palavras que melhor refletem essa expectativa? Cerca de 45% dos brasileiros entrevistados esperam que as marcas sejam amigas – em São Paulo e Recife esse índice sobe para 51%; no Rio de Janeiro, Porto Alegre e Brasília para 45%. Em segundo lugar na lista de expectativas desponta a economia propiciada, ou seja, 42% esperam que as marcas apresentem excelente custo-benefício; 30% e 28% apontam as palavras pessoais e autênticas, respectivamente. Esses índices são ainda mais altos entre a classe A: 51%, 44%, 34% e 43%, respectivamente. Os gaúchos são os que mais valorizam o atributo economia: 46% a associam com o que mais esperam das marcas, seguidos dos recifenses e paulistanos, ambos com 44%. Na sequência, as características mais citadas são sustentável (24%), personalizada (24%), simplicidade (22%), globalizada (20%), preocupada com <em>design</em> (17%) e local/regional (15%). A valorização de marcas regionais é mais significativa entre os consumidores de Porto Alegre (16%), São Paulo (15%) e Recife (15%); o índice é de 13% dos cariocas e brasilienses.</p>
<p>Segundo Paulo Al-Assal, os consumidores brasileiros estão insatisfeitos com as marcas e manifestaram essa contrariedade ao responder quais são os atributos que mais faltam às marcas. Na percepção dos entrevistados, as marcas carecem de honestidade (62%); transparência (39%); confiança (36%); integridade (30%); respeito (24%); igualdade/senso de justiça (20%); humildade (18%); decência (17%) e compaixão (8%). A honestidade é, na opinião de 66% da classe C e 65% da A, o que mais falta. A análise regional mostra que os consumidores de Recife (71%) e de São Paulo (64%) são os que mais se recentem. “O consumidor brasileiro quer construir uma nova relação com as marcas; uma relação que seja baseada em conceitos como falar a verdade. Quando cita a falta de honestidade, o consumidor deixa muito claro o seu grau de insatisfação”, detalha Al-Assal.</p>
<p>Associada à percepção de que falta honestidade às marcas, ao responder quem mais exerce influência quando não possui uma opinião formada, 83% apontaram amigos e parentes e 34% os colegas de trabalho – uma clara alusão à confiança. Nas demais respostas, 32% apontaram a tevê; 27% os sites de notícia; 21% jornais e revistas; 19% as rádios; 7% as redes sociais (MySpace, Facebook, Orkut e Twitter); e 4% blogs.</p>
<p>As principais fontes de informação sobre finanças pessoais são para 69% dos entrevistados os amigos; em segundo lugar, os colegas de trabalho, escola e faculdade (35%); e gerente do banco (30%). A internet é a preferida de 19%; programas de tevê por 16%; consultores financeiros por 16%; sites relacionados à finanças por 10% e jornais e revistas por 9%. Blogs de acompanhamento financeiro aparecem como a última opção – foram apontados apenas por 3% dos entrevistados. Os recifenses são os que mais citaram os amigos (88%); os brasilienses são os que mais consultam os blogs entre os entrevistados – 10% contra a média geral que é de 3%. Em Porto Alegre os blogs nem foram citados.</p>
<p><strong><em>Brand ID: </em></strong><strong>inversão de valores</strong></p>
<p>Construída a partir de afirmativas – e de possíveis adesão dos entrevistados a frases específicas – a pesquisa revela qual a “emoção” que as marcas despertam nos consumidores nacionais. A frase <em>“as marcas desempenham um papel cada vez mais importante na minha vida”</em> representa a percepção de 31% dos entrevistados (27% da classe A), sendo 55% de Brasília; 38% de São Paulo, Rio de  Janeiro e Porto Alegre (cada); e 25% de Recife. A afirmação <em>“sou neutra em relação às marcas; elas não ajudam nem prejudicam minhas decisões cotidianas” </em>representam o sentimento da maioria dos entrevistados, 52%; 18% são categóricos ao afirmar que <em>“as marcas desempenham um papel cada vez menos importante</em>”. Se as marcas não têm um papel de destaque no cotidiano, quais serão os temas que mais devem despertar o interesse do consumidor, em 2011? Na escala de interesses despontam saúde da família e bem-estar (31%), o tema de maior interesse para 57% dos gaúchos; mudanças climáticas/aquecimento global (14%); e emprego para a população (12%). Valores da comunidade e ética na política têm a preferência de 12% e 8%, respectivamente.</p>
<p>No ranking dos temas de devem interessar menos, a vida das celebridades ocupa a primeira posição na opinião de 38%, seguida de ética na política (19%) e valores da comunidade (12%). “Esse resultado mostra que os brasileiros estão revendo valores e questionando as futilidades”, afirma o executivo.</p>
<p><strong><em>Brand ID: h</em></strong><strong>ábitos de consumo <em>&amp; </em>crise econômica mundial</strong></p>
<p>Como a crise mundial afetou a percepção e os hábitos de compra do brasileiro? Para responder à pergunta, <em>Brand ID</em> apresentou uma série de afirmações e solicitou aos entrevistados que apontassem com quais mais se identificavam.</p>
<p>“<strong><em>Eu me tornei mais consciente das coisas que realmente me fazem feliz (amigos, família e coisas simples da vida)</em></strong>”: 31% dos entrevistados se identificam com a afirmativa, sendo 25%, 34% e 30% das classes A, B e C, respectivamente. Os consumidores de São Paulo são os que mais passaram a valorizar a família (35%), seguidos de Brasília (34%).</p>
<p><strong><em>“Eu me tornei mais tolerante com as diferenças”: </em></strong><em>28</em>%, sendo que os maiores índices são os dos cariocas (29%) e paulistanos (25%).</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>“Eu me tornei menos receoso e mais aberto em relação às pessoas”: </em></strong>24%, sendo 28%, 25% e 23% das classes A, B e C, respectivamente.</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Segundo Paulo Al-Assal, as respostas reforçam a tendência de rever valores. “Podemos observar que 31% dos entrevistados se tornaram mais conscientes dos vetores de felicidade pessoal; 28% ficaram mais tolerantes com as diferenças e 24% mais abertos em relação às pessoas. Nota-se que se a percepção e os valores mudaram, certamente a forma de se relacionar com o consumo sofrerá alterações”, defende o especialista em tendências.</p>
<p><strong><em>Brand ID: </em></strong><strong>o que preocupa o brasileiro?</strong></p>
<p>Segurança e estabilidade são as palavras que melhor definem o que tira o sono dos brasileiros. Manter o emprego preocupa 59% na média geral; entre a classe C esse índice sobe para 64%. A segurança dos filhos preocupa 46% dos entrevistados, sobretudo os da classe A (53%); permanecer saudável (42%) e o sustento pós-aposentadoria  preocupam 42% e 27%, respectivamente.</p>
<p><strong><em>Brand ID: </em></strong><strong>brasileiros &amp; percepção das marcas</strong></p>
<p>Questionados sobre o que a marca preferida oferece de melhor, os consumidores enumeraram, em primeiro lugar no ranking, os atributos: excelente custo-benefício (44%); bons valores socioambientais (12%); variedade de produtos (11%); serviço amigável (9%); e serviço de pós-venda adequado (4%). A análise regional desse ranking, aponta que os consumidores de Recife (54%); São Paulo (53%); Brasília (49%); Porto Alegre (42%); e Rio de Janeiro (21%) valorizam prioritariamente o custo-benefício oferecido pela marca de preferência. Em segundo lugar no ranking, o grupo de atributos que se destaca é: variedade de produtos (15%); serviço amigável (13%); custo-benefício (13%); bons valores socioambientais (9%); e serviço de pós-venda adequado (8%). Na terceira posição, variedade de produtos (10%); bons valores socioambientais (9%); custo-benefício (8%); senso de tradição da marca (8%); e serviço de pós-venda adequado.</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Quais são as principais fontes de informação aprofundadas sobre a marca? Para 70% dos entrevistados, os amigos e parentes são as principais fontes; para 38% a tevê e o rádio. Os entrevistados das classes A e C – 71% e 70%, respectivamente – são os mais influenciados pela opinião de amigos e parentes; os recifenses (88%), cariocas  (70%) e paulistanos (70%) são os que mais valorizam a opinião do ciclo de parentes e amigos. Na sequência, os instrumentos de informação são jornais, revistas e meios de comunicação impressos (27%); sites de busca (25%); colegas de trabalho (18%); propaganda/publicidade (14%); sites de comparação de preços (8%); blogs especializados (6%); órgãos/profissionais do setor (6%); e torpedos (3%).</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Entre as características que o consumidor brasileiro mais associa às marcas estão os atributos cara (19%), útil (19%) e acessível (19%), sendo que as classes A e B – 20% de cada – citam a palavra cara como a mais representativa. Entre os atributos que menos associa às marcas, destacam-se cara (19%); enganosa (15%); arrogante (7%); individualista/egoista (7%);  útil (5%); e acessível (6%).</p>
<p><strong><em>Brand ID: </em></strong><strong>quais são os sonhos dos brasileiros?</strong></p>
<p>Conquistar a casa própria permanece no topo da lista de desejos do brasileiro (43%), especialmente entre a classe C (48%), seguido da classe B (37%). Os demais sonhos são “ser alguém na vida” (17%); “ser mais espiritual” (9%); “desistir de tudo e viver a boa vida no campo” (8%) – entre os britânicos esse índice é de 30% –; “testar meus limites pessoais” (8%); “escolher um caminho diferente” (7%); e “trocar de parceiro” (2%).  Ao questionar sobre quais são os produtos e tecnologias necessárias para viver confortavelmente, 72% dos entrevistados apontaram as tevês de tela plana, LCD, plasma e LED como principal item associado ao conforto, sendo 76% (classe A), 72% (classes B e C, cada uma). O aparelho celular é apontado por 67%; tevê por assinatura por 61%; telefone fixo por 57%; notebook por 56%; internet (banda larga e sem fio) por 55%; home theater por 40%; MP3 player por 34%; videogame (Xbox, Wii, Playstation 3) por 33%; e aparelho celular com conexão 3G por 28%.</p>
<p><strong>Voltage</strong></p>
<p>A Voltage é uma agência produtora de insights aplicáveis ao negócio, que utiliza a metodologia <em>Future Vision*</em>, construída com pesquisas qualitativa e quantitativa; estratégia; cocriação; e <em>design thinking</em> – associadas às exclusivas ferramentas <em>vSearch; vLounge; vEtno; vContext; vTalk; vDesk; vExpert;<strong> </strong>vCouncil; Análise STEEPL; Future Elements Matrix; vMap; Trends Priority Matrix; e vScenario Planning</em>. A partir dessa inteligência e metodologia aplicada, a Voltage ­– pioneira no Brasil no mapeamento de tendências comportamentais, tendo por instrumento de detecção ferramentas diferenciadas de pesquisa – proporciona uma compreensão mais próxima dos anseios e aspirações do consumidor; diagnóstico que gera <em>insignts</em> relevantes para as marcas, mostra o caminho para a melhor estratégia de marketing, traduz o cenário das tendências de consumo e comportamento, além de tangibilizar propostas de ativação de marcas.</p>
<p>Comandada por Paulo Al-Assal, a Voltage aprofunda o conhecimento das empresas, mostrando as dimensões do ser humano contemporâneo. Na área de tendências, a empresa oferece uma visão apurada do futuro ao conduzir pesquisas inovadoras, parametrizadas e que extrapolam a dimensão verbal. No alicerce do trabalho de produzir conhecimento aplicável ao negócio, a Voltage atua com os seguintes produtos: <em>In Sight; Open Minds; Futures Reports; Think Trends; Engage; Trend Report</em>; e LS:N Global.<strong><em> </em></strong>A Voltage desenvolveu projetos e gerou <em>insights </em>aplicáveis aos negócios de empresas como Unilever, Kraft, Nivea, Diageo, Del Valle, Carrefour, Itaú, África, Telefônica, Pfizer, General Motors, Pão de Açúcar, Philips, Johnson &amp; Johnson, Grendene, Net, Wal Mart, Turner, jornal O Estado de S. Paulo, Risc International, Óticas Carol, Firmenich e Mercur, entre outras.</p>
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<p><strong>MAIS INFORMAÇÕES:</strong></p>
<p><strong>Printec Comunicação www.printeccomunicacao.com.br</strong></p>
<p>Vanessa Giacometti de Godoy <a href="mailto:vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br">vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Betânia Lins <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Tel:  (11) 5182-1806 // Fax: (11) 5183-2233</p>
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