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	<title>Printec Comunicação &#187; Primavera Editorial</title>
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	<description>Assessoria em comunicação corporativa</description>
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		<title>Retirando o véu da mulher árabe</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 11:37:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Primavera Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Alcorão]]></category>
		<category><![CDATA[burca]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[direitos da mulher no mundo árabe]]></category>
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		<description><![CDATA[     * Por Gilberto Abrão No momento em que alguém diz o substantivo com o qualificativo “mulher árabe” o que vem à mente dos ocidentais? Sejamos sinceros, a qual imagem nos remete? É bem possível que nos venha a imagem de uma mulher coberta com o hijab – um lenço amarrado à cabeça –, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/burca.jpg"><img class="wp-image-14562 aligncenter" title="burca" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/burca.jpg" alt="" width="510" height="241" /></a><strong><em></em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>     * Por Gilberto Abrão</em></strong></p>
<p><strong><em></em></strong>No momento em que alguém diz o substantivo com o qualificativo “mulher árabe” o que vem à mente dos ocidentais? Sejamos sinceros, a qual imagem nos remete? É bem possível que nos venha a imagem de uma mulher coberta com o <em>hijab – </em>um lenço amarrado à cabeça –, acompanhado por um vestido longo com mangas compridas; um vestido folgado para não realçar as linhas do corpo. Ou, mais rígido ainda, uma mulher trajando o <em>niqab, </em>que é totalmente preto e cobre o rosto, deixando aparecer somente os olhos. Para sermos ainda mais radicais, podemos pensar em uma mulher usando a <em>burca</em>, aquele traje que cobre o corpo inteiro, inclusive os olhos, e a mulher enxerga através de uma telinha – vestimenta usada pelas mulheres do Afeganistão, que são muçulmanas, mas não árabes.</p>
<p>Para os ocidentais, esses trajes se tornaram símbolo da submissão e da carência dos direitos básicos. Quando vemos uma fotografia de uma mulher com essas vestimentas, imediatamente pensamos: “Coitadinha! Tem que obedecer cegamente ao marido, não pode estudar, não pode exercer a profissão que deseja, não tem direito a votar, nem a ser votada&#8230;” Seria essa mesmo a realidade da mulher árabe? É claro que essa imagem procede se formos à Arábia Saudita, onde as normas são regidas por leis de uma seita islâmica ultraconservadora – os <em>wahabitas</em> – e que, por mais paradoxal que possa parecer, não têm nada a ver com a verdadeira essência do Islã. A mulher que vive lá realmente tem direitos muito limitados. Não vota, nem é votada; só pode exercer certas profissões nas áreas da educação ou medicina (mas só para mulheres); não pode viajar sem estar acompanhada do marido, pai, irmão ou filho. Mas seria a mulher da Arábia Saudita o exemplo preciso da mulher árabe de hoje? Absolutamente não.</p>
<p>A mulher árabe, atualmente, está mais próxima dos ensinamentos do Alcorão do que nunca. Em maior ou maior grau, ela tem liberdade, pode exercer qualquer profissão – desde motorista de taxi até comandante de aviões. Ela pode frequentar as melhores universidades que suas condições financeiras permitirem; pode votar e ser votada. Enfim, as mulheres árabes participam de um amplo leque de atividades profissionais, educacionais, acadêmicas e políticas em seus países. Na Síria e no Líbano, por exemplo, a mulher pode votar e ser votada desde 1947. No Egito, desde 1952; na Tunísia, desde 1956. Quase todos os países árabes têm mulheres em seus congressos.</p>
<p>Espera aí, eu disse “próxima dos ensinamentos do Alcorão”? Sim, porque quando o islamismo surgiu, no início do século VII, veio conferir à mulher da península Arábica um <em>status</em> de liberdade, de direitos, de posição e de prestígio dentro da comunidade, libertando-a da condição inferior que possuía dentro da sociedade tribal em que vivia. Em nenhuma sociedade do mundo da época, isto é, no século VII – inclusive Roma e Grécia –, a mulher chegou a atingir um estágio tão elevado de liberdade, respeitabilidade, direitos e de participação na sociedade como a mulher árabe após o advento do Islã. Entretanto, a sociedade patriarcal árabe não conseguiu quebrar todas as correntes que a prendiam aos hábitos tribais pré-islâmicos. Portanto, muitas coletividades rurais e nômades (beduínos), tinham o islamismo como a religião a ser seguida nos dogmas e  práticas, mas as mulheres dessas comunidades permaneciam presas aos velhos costumes da <em>jahilya </em>(ignorância) – como é chamado o período anterior ao advento do Islã.</p>
<p>Dentro da história Islâmica há a participação de várias mulheres que ajudaram a expandir a religião muçulmana – a começar pela primeira esposa do Profeta Mohamed, Khadija bint Khueilid; Fátima, filha do Profeta com Khadija; Zainab bint Ali; Aisha bint Abu Bakr, a última esposa do Profeta que, inclusive, participou de uma guerra contra o Imã Ali, causando um racha político no Islã. Desse racha, surgiram os xiitas, ou seja, os partidários de Ali. Nos séculos que se seguiram foi grande a participação da mulher no tecido social islâmico como <em>cádi – </em>juíza, governante, mestre de jurisprudência islâmica –; no campo da medicina; nas artes da eloquência, poesia e narrativa.</p>
<p>Com a chegada do Império Otomano, a mulher árabe estagnou. Aliás, convém afirmar que os homens também pararam no tempo durante os quase quinhentos anos de domínio otomano. Ninguém, exceto a elite árabe, tinha acesso às escolas e universidades. O ensino disponível à maioria limitava-se ao aprendizado da leitura do Alcorão – uma leitura rude, sem a devida compreensão do que se lia. Foram, então, cinco séculos de escuridão.</p>
<p>As duas guerras mundiais passaram com todos seus efeitos positivos ou negativos e, hoje, a mulher árabe disputa com os homens os bancos das universidades, os cargos acadêmicos, as vagas de médicos nos hospitais; debate jurisprudência islâmica com os sábios, participa ativamente da política e faz revoluções. Sem dúvida, foi formidável a participação das mulheres nas derrubadas de governos da Tunísia, Egito, Líbia e Iêmen. Assim como tem sido extraordinária a participação das mulheres no levante que está havendo no Bahrein e no suporte político que têm dado ao presidente da Síria, Bashar al Assad.</p>
<p>Nos meus dois romances – especialmente em <em>Mohamed, o latoeiro</em> – procuro apresentar a mulher árabe que, embora seja iletrada, briga por seus ideais, pelos sonhos que acalenta; sai de casa e vai à luta, como é o caso de Yemna, irmã do herói da história. Em menor escala, Aqul, que lutava para conquistar uma posição de domínio na esfera familiar e com isso garantir sua segurança financeira e a de sua sobrinha, Kafa. Yemna e Aqul, duas mulheres guerreiras, embora opostas, que viveram no início até a segunda metade do século passado, em uma sociedade rural e primitiva da Síria, durante e após o Império Otomano.</p>
<p>Mas e o véu? O <em>hijab </em>não seria o símbolo da submissão? Elas não são obrigadas a andar “enroladas com aqueles panos”? Não, em absoluto! Só é obrigatório na Arábia Saudita, por razões que já expliquei. Nos demais países árabes, anda de <em>hijab </em>quem quer. Entretanto, devido à islamofobia que grassa no Ocidente, muitas mulheres universitárias, acadêmicas, executivas, profissionais liberais estão aderindo ao <em>hijab</em>. Isso se deve nem tanto à obediência aos dogmas religiosos, mas muito mais como uma orgulhosa  afirmação de identidade. Como quem diz, de forma altiva e um tanto arrogante, para todo o mundo ver e ouvir: “Eu sou muçulmana!  E daí?”</p>
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<p><strong>* Gilberto Abrão</strong></p>
<p><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/1-37.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-14564" title="1 (37)" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/02/1-37-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>De origem árabe, Gilberto Abrão – autor do livro “Mohamed, o latoeiro”, lançado pela Primavera Editorial em 2009 – foi educado em um bairro simples de Curitiba, habitado por imigrantes poloneses, ucranianos, italianos, alemães e alguns sírio-libaneses. Aos 10 anos foi enviado pelo pai ao Líbano com a missão de aprender o idioma árabe, a cultura e a religião muçulmana. Aos 14 anos voltou ao Brasil e anos depois, em 1962, alistou-se como voluntário das Forças de Emergência das Nações Unidas para guarnecer as fileiras de soldados que atuavam na fronteira entre o Egito e Israel. Por ser fluente em árabe e inglês, permaneceu por 14 meses na Faixa de Gaza. Apaixonado por uma gaúcha, retornou ao Brasil em janeiro de 1965 para lecionar inglês em uma escola de idiomas. No ano seguinte, após obter o licenciamento para abrir uma franquia dessa escola de inglês, migrou para a cidade de Novo Hamburgo (RS). Na década de 1970 colaborou com o jornal Zero Hora, no qual publicava crônicas e contos na coluna Sol e Chuva.</p>
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		<title>Solidão: como se tornar um companheiro de si mesmo? será tema de palestra da psicanalista Léa Michaan</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 13:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Primavera Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[dores psíquicas]]></category>
		<category><![CDATA[Léa Michaan]]></category>
		<category><![CDATA[Maly]]></category>
		<category><![CDATA[solidão]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/1LeaMichaan_21.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-14424" title="1LeaMichaan_21" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/1LeaMichaan_21.jpg" alt="" width="800" height="533" /></a></p>
<p><strong><em>Em palestra no clube A Hebraica, a psicoterapeuta e psicanalista Léa Michaan abordará, de uma forma lúdica, temas como a “arte de dar sentido à vida”, “como lidar com o luto e ressignificar a vida após tragédias pessoais”, “sentimentos negativos (reclusão, ciúme, rejeição e inveja)” e “desenvolvendo a capacidade de superação e do aparelho para pensar”. A especialista usará personagens literários para falar sobre sentimentos e aflições que permeiam a trajetória humana. O livro que servirá de base para a palestra é “Maly”, romance de ficção escrito por Léa Michaan e lançado pela Primavera Editorial. A palestra “Solidão: como se tornar um companheiro de si mesmo?” acontece em 16 de fevereiro, às 14h30, no clube A Hebraica (Rua Hungria, 1000 &#8211; Pinheiros). O evento contará com espaço para que o público possa fazer perguntas e contribuir com o debate em torno dos temas.</em></strong></p>
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<p><strong>São Paulo, 31 de janeiro de 2012 –</strong> De uma forma extremamente lúdica e criativa, a psicoterapeuta e psicanalista Léa Michaan lança mão da literatura para abordar sentimentos e aflições que permeiam a trajetória humana. Na palestra Solidão: como se tornar um companheiro de si mesmo?, a especialista enfocará questões como “a arte de dar sentido à vida”, “como lidar com o luto e ressignificar a vida após tragédias pessoais”, “sentimentos negativos (reclusão, ciúme, rejeição e inveja)” e “desenvolvendo a capacidade de superação e do aparelho para pensar” com a habilidade de uma contadora de histórias. O livro que servirá de base à palestra – que será realizada no clube A Hebraica, em 16 de fevereiro, às 14h30 – será o romance de ficção Maly, escrito por Léa Michaan.</p>
<p>Segundo a psicanalista, durante muitos anos ela buscou um livro de ficção no qual as personagens levassem o leitor, de uma maneira lúdica, a refletir sobre emoções, situações e aflições comuns à alma humana; personagens que tornaram a “vida” um exemplo de superação. “Como não encontrei essa obra, resolvi unir o agradável – um romance envolvente com mistério e ação – ao útil. Ou seja, construí em Maly um enredo psicologicamente enriquecedor”, afirma Léa Michaan, acrescentando que as palestras representam uma segunda etapa de um amplo projeto de unir duas de suas paixões: literatura e psicologia.</p>
<p>O título da obra é um desafio enigmático da autora. Maly é a união de duas palavras hebraicas – MA (o que) e LY (para mim). Como em hebraico não existem os verbos ser e estar no tempo presente, Maly pode ser traduzido de duas maneiras: “o que é para mim?” ou “o que é meu?”. Essa é a essência dos personagens centrais de uma trama consistente, que apresenta as vidas entrelaçadas de Maly e Pietro; “pessoas” que buscam dar vazão às questões básicas da vida. De acordo com Léa Michaan, o tema deste livro é superação. “Se fizermos uma análise, praticamente todos os personagens passam por adversidades que demandam algum tipo de superação – em maior ou menor grau. E se isto não for possível, o personagem será destruído pelas desventuras que a vida traz. De tal modo, este livro explicita uma frase de Nietzsche: ‘O que não me destrói, me fortalece’. Ou atravessamos o evento negativo ou somos por ele atravessados. Ninguém passa por algum sofrimento e continua o mesmo que era antes”, salienta.</p>
<p><strong>Léa Michaan</strong></p>
<p>A psicoterapeuta e psicanalista Léa Michaan nasceu em 1965, na cidade de Porto Alegre (RS). Residiu em Israel, Nova York, Rio de Janeiro e, atualmente, mora em São Paulo. Lastreada pela vasta experiência clínica, a especialista assina artigos em publicações especializadas em Psicologia e ministra palestras em todo o Brasil. Léa Michaan atuou como professora de Hebraico e foi coordenadora do “Atelier Judaico” – escola de educação não formal, destinada a ensinar as tradições judaicas e o alfabeto hebraico para crianças. Como psicoterapeuta, atendeu meninas-mães assistidas por uma instituição paulistana. Atende em consultório particular em São Paulo.</p>
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		<title>Volta às aulas: como a leitura pode rivalizar com a internet e os jogos eletrônicos?</title>
		<link>http://www.printeccomunicacao.com.br/2012/01/14394/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 13:23:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Primavera Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[escritor brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[incentivo à leitura]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[leitura em sala de aula]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Eduardo Matta]]></category>
		<category><![CDATA[volta às aulas]]></category>

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		<description><![CDATA[* Luis Eduardo Matta Como escritor de livros juvenis adotados em salas de aula, tenho tido, ao longo dos últimos anos, a oportunidade de estreitar os meus laços com o universo escolar e conviver com as questões relacionadas ao ensino – especialmente, nas disciplinas de literatura e língua portuguesa. Visitar as escolas é, para mim, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/1Leitura.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-14395" title="1Leitura" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/1Leitura.jpg" alt="" width="697" height="328" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>* Luis Eduardo Matta</em></strong></p>
<p><strong><em></em></strong>Como escritor de livros juvenis adotados em salas de aula, tenho tido, ao longo dos últimos anos, a oportunidade de estreitar os meus laços com o universo escolar e conviver com as questões relacionadas ao ensino – especialmente, nas disciplinas de literatura e língua portuguesa. Visitar as escolas é, para mim, além de um grande prazer, uma forma de dialogar com os jovens e, por meio deles, compreender melhor o mundo em que vivemos, repleto de contradições e desafios.</p>
<p>Não é fácil trabalhar com educação no Brasil de hoje. Muitos jovens crescem em ambientes familiares desestruturados, cujos pais – por razões que incluem, entre outras coisas, uma jornada de trabalho longa e exaustiva – se não estão completamente ausentes do cotidiano dos filhos, criam-nos de maneira equivocada e desregrada; não raro, transferindo a missão de educá-los para a escola. O incentivo à leitura que deveria, em boa medida, acontecer dentro de casa, acaba sendo delegado inteiramente aos professores. Muitos deles, ao se depararem com essa responsabilidade, ficam compreensivelmente desnorteados. Afinal, é na adolescência que a opção, ou não, pela leitura se sedimenta. Em um cenário em que a sala de aula se converteu no principal ponto de encontro entre jovens e livros, os professores foram investidos de uma missão quase messiânica de salvar as novas gerações da ignorância, despertando nas crianças a intimidade com os livros e a prática da leitura. <strong> </strong></p>
<p>Como fazer com que a garotada, cada vez mais seduzida pelos apelos tecnológicos e às voltas com a superficialidade e velocidade do mundo contemporâneo, deixe de lado a internet, os filmes com efeitos especiais e os jogos eletrônicos para se concentrar na sobriedade das páginas dos livros? O início do ano letivo é uma excelente oportunidade para refletir sobre essas questões, pois, em muitas escolas, é a época em que o cronograma de leitura dos quatro bimestres é definido. E como muitos professores já sabem, as possibilidades de se trabalhar com êxito a literatura em sala de aula são inúmeras. Creio que, em primeiro lugar, é de fundamental importância desmistificar o livro. Jovens costumam não se render aos cerimoniais criados em torno da literatura e a maioria foge apavorada deles. Grande parte do problema na difusão da leitura no Brasil é o caráter excessivamente didático e institucional que se dá a escritores e suas obras. Literatura é, acima de tudo, para ser lida; nunca é demais reiterar que a leitura regular só entra para valer no cotidiano das pessoas sendo uma atividade prazerosa.</p>
<p>Ressaltar o caráter lúdico do ato de ler – buscando situá-lo no mesmo patamar de  hábitos de lazer caros à maioria dos jovens, como o cinema, os jogos eletrônicos, a televisão e a internet – é um ótimo primeiro passo. Uma estratégia que costuma funcionar é o professor reservar uma parte da aula para comentar, descontraidamente, sobre livros que leu ou está lendo, concentrando-se menos nos aspectos formais das narrativas e mais em conflitos e situações curiosas das tramas – o que poderá despertar a curiosidade imediata nos alunos. O mesmo recurso pode ser usado em debates em sala de aula em torno da obra adotada naquele bimestre. De uma turma de, digamos, vinte alunos, seguramente uns três ou quatro terão lido o livro com atenção e se encarregarão de conduzir, naturalmente com o professor, um bate-papo com aquele entusiasmo apaixonado bem característico da adolescência, instigando, dessa forma, os demais colegas a mergulhar na história.</p>
<p>Uma terceira alternativa – mais ambiciosa, porém não menos eficiente –, que já tive, inclusive, a chance de presenciar com títulos meus ou de outros autores, é propor aos alunos que reescrevam a parte final do livro, dando outro destino aos personagens e alterando situações. Ou, ainda, convidá-los a imaginar uma continuação para a história. A dramatização teatral de uma obra literária adotada é outro exercício que quase sempre funciona. Além disso, o professor pode dar dicas de livros interessantes fora da grade curricular; neste caso, optando, sempre que possível, por títulos que ele ache que poderão interessar aos alunos.</p>
<p>É fato que os jovens estão lendo cada vez mais, mas é pouco se compararmos com o conjunto da nossa população, ainda bastante carente de conhecimento. Precisamos avançar bastante nessa área fim de superarmos os problemas sociais que historicamente atormentam o Brasil e é a leitura que vai nos fazer chegar lá.</p>
<p><strong></strong><strong></strong><strong>Luis Eduardo Matta</strong></p>
<div>Considerado uma das vozes mais criativas e originais da nova literatura nacional, Luis Eduardo Matta iniciou sua carreira literária em 1993, aos 18 anos, com o livro &#8220;Conexão Beirute-Teeran&#8221; (Chamaeleon Edições). É autor, ainda, dos <em>thrillers</em> <strong>&#8220;O véu&#8221;</strong> (Primavera Editorial), &#8220;120 horas&#8221; (Editora Planeta) e &#8220;Ira Implacável&#8221; (Razão Cultural Editora); dos juvenis &#8220;Morte no colégio&#8221; (Editora Ática) e &#8220;O dia seguinte&#8221; (Escrita Fina Edições), e das séries &#8220;Os caça-mistérios&#8221; (Editora Ática), de histórias policiais infantojuvenis, e &#8220;As bem resolvidas(?)&#8221; (Editora Vermelho Marinho), de livros <em>chick lit YA</em>. Participou das antologias de contos &#8220;Território V&#8221; (Terracota Editora), &#8220;Dimensões.BR&#8221; (Editora Andross), &#8220;Jogos criminais&#8221; (Editora Andross) e &#8220;Internautas: os chips reinventando o nosso dia a dia&#8221; (Editora Melhoramentos).<strong> </strong></div>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>MAIS INFORMAÇÕES: </strong></p>
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<p style="text-align: left;">Betânia Lins betania.lins@printeccomunicacao.com.br</p>
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		<title>Dicas para transformar a compra de material escolar em aula de educação financeira</title>
		<link>http://www.printeccomunicacao.com.br/2012/01/dicas-para-transformar-a-compra-de-material-escolar-em-aula-de-educacao-financeira/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 12:49:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Primavera Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[crianças e dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Você sabe lidar com o seu dinheiro? Da infância à velhice]]></category>
		<category><![CDATA[volta às aulas]]></category>

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		<description><![CDATA[Na visão dos jornalistas Marília Cardoso e Luciano Gissi Fonseca, autores do livro “Você sabe lidar com o seu dinheiro? Da infância à velhice”, as crianças devem participar da compra de material escolar. De acordo com os escritores, essa é uma excelente oportunidade de incutir conceitos de educação financeira, relação custo—benefício, qualidade de produtos, decisão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/24901271.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-14161" title="24901271" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/24901271.jpg" alt="" width="691" height="389" /></a></p>
<p><strong><em>Na visão dos jornalistas Marília Cardoso e Luciano Gissi Fonseca, autores do livro “Você sabe lidar com o seu dinheiro? Da infância à velhice”, as crianças devem participar da compra de material escolar. De acordo com os escritores, essa é uma excelente oportunidade de incutir conceitos de educação financeira, relação custo—benefício, qualidade de produtos, decisão de compra e consumo responsável.  A obra integra o portfólio da Primavera Editorial.</em></strong><em></em></p>
<p><em></em><strong><em>São Paulo, 10 de janeiro de 2012 –</em></strong> As crianças devem participar da compra do material escolar? Longe de ser uma unanimidade, a questão divide pais, avós, psicólogos e professores. A maioria dos pais, diante da lista de material escolar, prefere deixar os filhos em casa, seguindo a indicação de especialistas; uma medida para evitar gastar mais e para não ceder aos apelos das crianças. Ao contrário, os jornalistas Marília Cardoso e Luciano Gissi Fonseca – autores do livro <em>Você sabe lidar com o seu dinheiro? Da infância à velhice</em>, da Primavera Editorial – defendem que a compra de material escolar é uma excelente oportunidade de falar sobre dinheiro com os pequenos, incentivá-los a poupar na compra de uma mochila, por exemplo, para comprar um outro item desejado. A ocasião é propícia para ensinar as crianças a tomar decisões de compra e a serem consumidores responsáveis.</p>
<p>“Mal saem das fraldas, as crianças já se portam como grandes consumidores. Embora o contato com o dinheiro seja praticamente inexistente, está comprovado que os pequenos interferem no orçamento familiar e influenciam os hábitos de consumo de famílias de todas as classes sociais. Diante dessa influência infantil nos gastos da família, muitos especialistas recomendam aos pais que deixem as crianças em casa na hora de comprar o material escolar. Mas, discordo dessa orientação!”, afirma a autora Marília Cardoso. Segundo ela, os filhos carregam dos pais muito mais do que a herança genética. A forma como cada um lida com o dinheiro tem íntima relação com conceitos e ensinamentos assimilados na infância. “Os pais têm a missão de mostrar que o dinheiro não cai do céu nem brota em árvores; lição que resolve dois problemas de uma única vez. Primeiro porque justifica as saídas diárias para o trabalho; segundo, forma cidadãos conscientes do seu consumo”, afirma a jornalista.</p>
<p>Na visão de Marília, a conversa franca requer um bom preparo dos pais, que devem tomar cuidado com frases como “estou saindo para ganhar dinheiro”. Uma criança pequena pode acreditar que se “ganha” dinheiro, ou seja, não associa a moeda à conquista por meio do trabalho e não assimila a noção de valor implícita no trabalho. “É importante que desde muito cedo as crianças aprendam o sentido correto das palavras dinheiro e prioridade”, defende a jornalista.</p>
<p>Luciano Gissi Fonseca, coautor do livro <strong><em>Você sabe lidar com o seu dinheiro? Da infância à velhice</em></strong><em>,</em> destaca que o início do ano concentra dívidas adquiridas nas festas de fim de ano e despesas fixas como IPTU e IPVA, além do material escolar. “Fica visível para a criança que os pais estão preocupados, mas ela não consegue identificar os reais motivos que os levam a fazer tantas contas; tampouco entendem o motivo de não poder participar da compra do material escolar. O ideal é que a criança participe das compras e que os pais aproveitem a ocasião para ensinar limites e para falar sobre valores que serão importantes durante toda a vida. Ao incluir a criança no processo de compra, os pais colaboram na formação de cidadãos que praticam o consumo consciente”, afirma Fonseca.</p>
<p>Entre as dicas de educação financeira para crianças, destacadas no livro <strong><em>“Você sabe lidar com o seu dinheiro? Da infância à velhice”, </em></strong>os jornalistas citam:</p>
<p>-       Antes de sair para comprar o material escolar, combine com os filhos o valor que irão gastar e incentive-os a economizar em determinado item – uma mochila, por exemplo – para gastar em um estojo mais bacana.</p>
<p>-       Se for possível economizar dentro do valor estipulado, incentive a criança a “usar” esse dinheiro disponível para uma pequena poupança – um cofrinho – cujo dinheiro poupado pode ser utilizado na próxima compra de material escolar.</p>
<p>-       Coloque seu filho em contato com o dinheiro; reforce que as moedas e cédulas precisam ser bem conservadas porque, quando danificadas, o governo gasta o nosso dinheiro para repô-las.</p>
<p>-       Mostre que algumas moedas e cédulas valem mais que outras, mas que todas têm valor.</p>
<p>-       Na compra do material escolar, procure distinguir coisas caras das baratas; os pequenos precisam entender esse conceito.</p>
<p>-       Mostre a diferença entre querer e precisar, destacando que as necessidades básicas estão contidas no item precisar; o querer pode esperar.</p>
<p>-       Ensine a fazer escolhas – quando a criança quiser dois itens, faça-a escolher apenas um para que aprenda a eleger as suas prioridades.</p>
<p>-       Detalhe com a criança a lista do material escolar; lembre que nada que está fora da relação deve ser comprado.</p>
<p>-       Peça a colaboração dos tios e avós na educação financeira, pois eles podem colocar tudo a perder se derem presentes e dinheiro o tempo todo.</p>
<p>Segundo os autores, a principal dica é lembrar que a educação financeira está centrada no diálogo e no exemplo. Ou seja, não adianta um discurso perfeito sobre consumo consciente se a criança se depara com os pais gastando mais do que podem.</p>
<p><strong>Marília Cardoso</strong></p>
<p>Jornalista pós-graduada em comunicação empresarial pela Universidade Metodista de São Paulo, Marília Cardoso iniciou sua carreira em 2004, <a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/1MariliaCardoso.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-14165" title="1MariliaCardoso" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/1MariliaCardoso-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>auxiliando no atendimento de assessoria de imprensa de clientes como Pinnacle Systems, Kasinski Motos, Cartuchos Maxprint, Tablett Distribuidora de Informática e Hospital Professor Edmundo Vasconcelos. Na redação, atuou como produtora e repórter de programas de rádio e televisão nas emissoras Rede Mulher, Rede Gazeta e Rádio Trianon nos segmentos de saúde, beleza e comportamento. Em comunicação empresarial, desenvolveu estratégias de marketing, comunicação interna e conteúdo editorial para empresas como Petroquímica Braskem, Laboratório de Análises Clínicas Criesp, Arroz Brejeiro e Tigre. Recentemente fundou a InformaMídia Comunicação, agência especializada em comunicação corporativa e relações com a imprensa, que atende clientes como Baggio Coffees e o professor Marcos Morita. É  colaboradora da Revista Comunicação Empresarial, publicação editada pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), e participa de Congressos de Comunicação com a publicação de artigos científicos da área.</p>
<p><strong>Luciano Gissi Fonseca</strong></p>
<p><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/1LucianoGissiFonseca.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-14167" title="VocÃª Sabe Lidar com Seu Dinheiro_CAPA aberta.indd" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/1LucianoGissiFonseca-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Jornalista e radialista, Luciano Gissi Fonseca iniciou sua carreira em 1994, na agência Asa de Comunicação, em Belo Horizonte (MG), onde atuou na área de marketing. Na sequência, integrou a equipe da TV Aratu de Salvador. Como jornalista das editorias de comportamento e esportes, publicou matérias em vários veículos como portal Zip.net e o jornal japonês International Press. Como assessor de comunicação, desenvolveu projetos para a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), escritório de advocacia Oliveira Neves &amp; Associados e Informa Group Latin America. Atualmente é diretor de criação e de imprensa da Take 4 &#8211; Comunicação Estratégica e gerencia ações de mídias sociais e jornalismo corporativo para diversas empresas do Brasil e do exterior.</p>
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<p><strong>MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA: </strong><strong><a href="http://www.primaveraeditorial.com.br/">www.primaveraeditorial.com.br</a></strong><strong></strong></p>
<p><strong>Printec Comunicação</strong> <a href="../../../../../">www.printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Vanessa Giacometti de Godoy <a href="mailto:vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br">vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Betânia Lins <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Tel:  (11) 5182-1806 // Fax: (11) 5183-2233</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Ídolo do Corinthians assina com Palmeiras</title>
		<link>http://www.printeccomunicacao.com.br/2011/12/idolo-do-corinthians-assina-com-palmeiras/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 14:08:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Primavera Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Eterno Xodó]]></category>
		<category><![CDATA[Fabrício Bossio]]></category>
		<category><![CDATA[Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Nalesso]]></category>
		<category><![CDATA[teoria dos jogos]]></category>

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		<description><![CDATA[(&#8230;) “O acerto do contrato foi assinado na sala da presidência do Palmeiras. Estavam presentes o próprio presidente Carlos Facchina Nunes, os diretores Márcio Pappa e Nicola Racioppi, além do técnico Leão. Naquele instante, o amor pelo rival Corinthians, time de infância, estava sendo deixado de lado. Era o momento de se tornar um jogador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/12Neto_EmersonLeao.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-13932" title="FUTEBOL - LEÃO" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/12Neto_EmersonLeao-689x1024.jpg" alt="" width="308" height="458" /></a>(&#8230;) <strong>“<em>O acerto do contrato foi assinado na sala da presidência do Palmeiras. Estavam presentes o próprio presidente Carlos Facchina Nunes, os diretores Márcio Pappa e Nicola Racioppi, além do técnico Leão. Naquele instante, o amor pelo rival Corinthians, time de infância, estava sendo deixado de lado. Era o momento de se tornar um jogador profissional de futebol, que vive em função do clube que lhe paga o salário.”</em></strong></p>
<p>Trecho do livro-reportagem “Eterno Xodó”, dos jornalistas Renato Nalesso e Fabricio Bosio. A obra – lançada pelo selo EDU, da Primavera Editorial – contará com uma sessão de autógrafos, com a presença do jogador Neto, em 15 de dezembro, a partir das 18h30, no Frei Caneca Shopping (<em>Rua Frei Caneca, 569 – piso 3</em>). O credenciamento da imprensa pode ser solicitado pelo e-mail <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>No livro-reportagem, os autores resgatam a genialidade do jogador Neto (José Ferreira Neto), considerado fora de série pela imprensa no início dos anos 1990; um ídolo de uma geração de craques, verdadeiros maestros da técnica, derrotados pelo pragmatismo da modernidade. Como jogagor, Neto ficou conhecido por dois momentos distintos: a glória da conquista do primeiro título brasileiro do Corinthians e a cusparada no árbitro José Aparecido de Oliveira, durante um clássico entre alvinegros e alviverdes no estádio do Morumbi, em 1991. Depois de pendurar as chuteiras, tornou-se um dos comentaristas esportivos mais polêmicos da atualidade – tão imprevísivel quanto o jogador que fora.</p>
<p><strong></strong>Na foto, Neto aparece ao lado do treinador Emerson Leão – com o qual manteve um relacionamento conturbado – no dia da assinatura do contrato com o Palmeiras. Brincadeira à parte (no título), Neto é um coração corintiano que, antes de se consagrar no Parque São Jorge, passou pelo rival Palestra Itália.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>(&#8230;) “<em>A verdade é que Neto não tinha disciplina. Foi muito mimado no Guarani e não aceitava comando. Tanto é que sempre teve problemas com seus treinadores.</em></strong><strong>” (Emerson Leão, técnico do Palmeiras em 1989); página 84, livro <em>Eterno Xodó</em>.</strong></p>
<p><strong></strong><strong>PRIMAVERA EDITORIAL</strong></p>
<p><strong></strong>Alinhada ao conceito de “butique de livros”, a Primavera Editorial adota como proposta  associar a leitura ao entretenimento e lazer qualificado – assim como o cinema, teatro e artes plásticas. Criada na primavera de 2008, a editora possui um catálogo peculiar, composto por obras de autores nacionais e estrangeiros que têm por linha mestra a produção de uma literatura moderna e de qualidade ímpar, que evoca hábitos e costumes de diferentes povos e épocas; uma literatura instigante e criativa, que se transforma em uma maneira lúdica e pouco convencional de entender melhor a influência das culturas na formação dos povos. O portfólio da editora é composto por títulos de FICÇÃO que oferecem aos leitores a possibilidade de viver emoções que não fazem parte do enredo cotidiano. No selo BIZ, o destaque recai para obras relevantes para a gestão de negócios e que oferecem aos leitores a possibilidade de inovar, repensar e alavancar resultados corporativos. O selo EDU – uma alusão à palavra inglesa <em>education</em>, associada à educação continuada – investe na publicação de obras de não ficção que oferecem aos leitores possibilidades de reflexão, aprendizado e aplicação de conceitos. Com o selo PSI, a Primavera Editorial lança obras técnicas que oferecem aos leitores das áreas de psicologia e psicanálise a possibilidade de crescimento, reflexão e aprendizado continuado.</p>
<p><strong> </strong><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:</strong></p>
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<p>Betânia Lins <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
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<p>Tel:  (11) 5182-1806 // Fax: (11) 5183-2233</p>
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		<title>Eterno Xodó: livro conta a trajetória de Neto, ídolo do Corinthians e comentarista esportivo</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 08:23:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Primavera Editorial]]></category>
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		<description><![CDATA[Os paulistanos apaixonados por futebol, em especial os jovens na faixa dos 30 anos, tiveram a oportunidade de ver nos campos um vituoso meia-esquerda que se imortalizou com a camisa 10 corinthiana. Ídolo dos tempos românticos do futebol brasileiro – e um dos comentaristas mais comentados da mídia esportiva contemporânea –, José Ferreira Neto é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Xodo_Capa_Baixa.jpg"><img class="size-full wp-image-13835 aligncenter" title="Xodo_Capa_Baixa" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Xodo_Capa_Baixa.jpg" alt="" width="494" height="638" /></a><strong><em></em></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><em>Os paulistanos apaixonados por futebol, em especial os jovens na faixa dos 30 anos, tiveram a oportunidade de ver nos campos um vituoso meia-esquerda que se imortalizou com a camisa 10 corinthiana. Ídolo dos tempos românticos do futebol brasileiro – e um dos comentaristas mais comentados da mídia esportiva contemporânea –, José Ferreira Neto é tema do livro “Eterno Xodó”, dos jornalistas Renato Nalesso e Fabricio Bosio. Lançada pela Primavera Editorial, pelo selo EDU, a obra contará com sessão de autógrafos com a presença do ex-jogador Neto em 15 de dezembro, a partir das 18h30, no Frei Caneca Shopping (Rua Frei Caneca, 569 &#8211; piso 3).      </em></strong></p>
<p><strong><em>São Paulo, 5 de novembro de 2011</em> –</strong> O comentarista mais comentado da mídia esportiva do Brasil e ídolo dos tempos românticos do futebol, José Ferreira Neto é o protagonista do livro-reportagem <em>Eterno Xodó</em>, dos jornalistas Renato Nalesso e Fabricio Bosio. Na apresentação da obra, os autores resgatam a genialidade do jogador, considerado fora de série pela imprensa no início dos anos 1990; um ídolo de uma geração de craques, verdadeiros maestros da técnica, derrotados pelo pragmatismo da modernidade. Como jogagor, Neto ficou conhecido por dois momentos distintos: a glória da conquista do primeiro título brasileiro do Corinthians e a cusparada no árbrito José Aparecido de Oliveira, durante um clássico entre alvinegros e alviverdes no estádio do Morumbi, em 1991. Depois de pendurar as chuteiras, tornou-se um dos comentaristas esportivos mais polêmicos da atualidade – tão imprevísivel quanto o jogador que fora.</p>
<p>(&#8230;)<em> “</em><em>Os paulistas apaixonados por futebol, sobretudo os jovens na faixa dos 30 anos, se acostumaram a ver um virtuoso jogador de futebol que desfilava pelos gramados brasileiros com uma perna esquerda mágica. Nascido na pequena Santo Antônio de Posse, no interior paulista, José Ferreira Neto retratou com autenticidade a arte de um gênio da bola. Se Rivellino deslumbrou o planeta nos anos 1970 com sua patada atômica, Neto imortalizou de uma vez por todas a camisa 10 corintiana. Para muitos, ele foi o último ídolo dos tempos românticos do futebol brasileiro. Ou seja, aquele jogador que falava o que pensava, fazia o que queria e extravasava emoções a todo instante. Os jornalistas esportivos que cobriram o auge da carreira de Neto costumam dizer que era impossível concluir o trabalho diário nos clubes sem entrevistar o imprevisível meia-esquerda. Ele frequentemente proporcionava furos jornalísticos.”</em></p>
<p><em>Eterno Xodó</em> – obra lançada pelo selo EDU, da Primavera Editorial – contará com uma sessão de autógrafos, com a presença do jogador, em 15 de dezembro, a partir das 18h30, no Frei Caneca Shopping (Rua Frei Caneca, 569 – piso 3).</p>
<p><strong>Sinceridade e firmeza de opinião</strong></p>
<p>Com extremo bom humor e um certo tom provocativo, o livro é apresentado pelo jornalista Milton Neves, que relembra o primeiro contato que teve com Neto e ressalta que não enxerga ninguém do meio com tamanha sinceridade e firmeza de opinião.</p>
<p>(&#8230;) “<em>Conheci pessoalmente o personagem desta obra no dia 17 de dezembro de 1990. Naquela ocasião, tratava-se do jogador de futebol mais badalado do País. Eu, um apresentador de rádio ainda em fase de consolidação, nunca acreditei que o camisa 10 do Corinthians, que acabara de ser campeão brasileiro no dia anterior, cumpriria a promessa de comparecer ao evento do meu único anunciante do programa Terceiro Tempo, na ocasião na Jovem Pan. Pois ele foi, sem ganhar um tostão. A presença do ídolo literalmente parou a loja da rua Barão de Limeira, no centro de São Paulo.  Foram quase três horas atendendo o público. Na maior paciência e humildade possível. Vendo de longe, ainda demorou para cair minha ficha. Mas ali aquele rapaz dava uma pequena retribuição ao dom que Deus lhe deu. Cenas que até hoje não saem da minha memória.”</em><em></em></p>
<p><em></em>Ricamente ilustrado por fotos da história, o livro é pontuado por depoimentos de familiares, amigos, jogadores e desafetos como o árbitro José Aparecido de Oliveira; além de dar voz, é claro, ao homenageado.</p>
<p><em>(…) “Dizem que sou polêmico, irreverente e bocudo. Estão certos. Não nasci com o rabo preso a ninguém. Sempre falei o que penso e vou continuar assim. Nunca quis ser exemplo pra ninguém. Já fiz muita besteira por aí, mas sei também que acertei bastante. Tenho em casa minha mulher e meus filhos. E é só pra eles que devo alguma satisfação. Precisa ter coragem para ser comentarista esportivo. Eu não tenho medo de fazer uma crítica a quem quer que seja. Amigo ou não. Já falei mal de parceiro e elogiei traíra. Não estou preocupado com o que vão falar de mim. Passei minha vida toda atrás do sonho de ser jogador profissional e ter meu próprio dinheiro. Consegui com a garra e a raça que meus pais me ensinaram lá em Santo Antônio de Posse. Fui à luta, perdi algumas batalhas, ganhei outras, mas segui sempre com dignidade. Tenho fãs. Me orgulho muito de cada um deles. Assim como tenho consciência da importância de meus inimigos. Afinal um homem que não odeia, não ama. Quem não é odiado, não é amado. Ficar no muro nunca foi meu forte. Prefiro perder lutando a empatar apático. Não estudei em grandes colégios ou cursei faculdades, o que aprendi e continuo aprendendo é que precisamos dar ouvidos aos sábios, ter paciência com os falsos sábios, respeitar os burros e nunca contrariar os desprovidos de inteligência. Sou o Neto que acertou e errou. Que fez chorar e chorou. Que nunca escondeu o amor pelo Corinthians e mesmo assim tenta trabalhar de forma isenta e respeitosa. Mesmo que alguns hipócritas não acreditem. Aprendo com a dor, por isso valorizo cada conquista. Esse livro é mais uma delas.”</em><em></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>AUTORES</strong></div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/12BOSIOENALESSO.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-13844" title="12BOSIOENALESSO" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/12BOSIOENALESSO.jpeg" alt="" width="493" height="384" /></a></p>
<p><strong>Renato Nalesso</strong></p>
<p>Profissional de mídia desde 1999, Renato Nalesso é pós-graduado em jornalismo social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e atuou em emissoras de tevê como Bandeirantes, Globo e Record. O profissional exerceu por três anos a função de assessor de comunicação do Guarani de Campinas, no qual participou ativamente da cobertura dos eventos de elite do futebol brasileiro. Desde 2008 é editor de texto do Jogo Aberto, programa esportivo de maior audiência da TV Bandeirantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fabricio Bosio</strong></p>
<p>Formado em jornalismo pelas FIAM, Fabricio Bosio atua desde 1999 como jornalista esportivo. O profissional iniciou a carreira na Rádio Bandeirantes como produtor e atuou, ainda, como editor e repórter dos principais jornais esportivos da casa. Em 2002 foi contratado pela TV Record como editor de texto de programas esportivos. Participou da cobertura dos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, em 2007, e de Guadalajara (México) em 2011. Nos anos de 2005 e 2006 foi responsável pelas reportagens do programa Golaço da Rede Mulher, apresentado pelos jornalistas Milton Neves e Renata Fan.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>TRECHOS DO LIVRO</strong></div>
<p><strong>Página 35</strong></p>
<p>(…) <em>“Com apenas 14 anos Netinho começava a ganhar maturidade. Aliás, deixava de ser o Netinho da Posse para se transformar no Neto do Guarani. Já morava sozinho em Campinas. Mas continuava o mesmo moleque rebelde e respondão de antes. Aquele período foi fundamental para que o rapaz criasse responsabilidade. Todos os dias era o primeiro a se levantar e se arrumar para os treinamentos. Dividia o alojamento com dezenas de meninos.  Entre eles, alguns que ganhariam destaque mais tarde no futebol, como o lateral Gil Baiano, o goleiro Zetti, o meia Vágner Mancini e o atacante Evair.”</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>Página 55</strong></p>
<p>(…) <em>“Aos 20 anos, depois de cumprir o contrato rigorosamente com o Bangu, Neto se apresentava ao São Paulo. Se já pesava sobre o jovem a responsabilidade de sustentar toda a família, a pressão aumentaria por partir para um clube de grande projeção nacional. Era um desafio. Muitos especialistas não acreditavam mais no sucesso de Neto. Diziam que o comportamento rebelde lhe traria graves consequências. Mas, até então, seu talento com a bola nos pés era indiscutível.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Página 89</strong></p>
<p>(…) <em>“A saída do Palestra Itália acabou sendo muito dolorosa. Mas, por alguma razão, o menino de Santo Antônio de Posse acreditou que aquele poderia ser o momento exato de levantar a cabeça e seguir em frente. E foi em uma noite chuvosa de julho de 1989 que Neto entrou em seu Fiat Uno amarelo e, chorando muito, seguiu pela rua Turiassu rumo ao Parque São Jorge. Chegando lá, enxugou o rosto e entrou na sala do presidente Vicente Matheus. A intenção era acertar as bases contratuais com o clube alvinegro. Mas como já era tarde e o contrato não tinha ficado pronto, o jogador fechou um acordo verbal com o dirigente. Só tinha uma exigência: receber o mesmo salário dos tempos de Palmeiras. Matheus concordou e começava ali a trajetória de um dos maiores ídolos do centenário Sport Club Corinthians Paulista.”</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>Página 106</strong></p>
<p>(…) <em>“O Tricolor tinha no elenco jogadores consagrados como Antônio Carlos, Cafu, Zetti e Raí. Só para variar, o Timão faria da raça sua grande arma para superar a técnica adversária. O árbitro José Aparecido de Oliveira, que mais tarde teria uma história à parte com o astro corinthiano, apitou o início da partida. As torcidas empurravam os times para o ataque. A grande arma do Timão era a bola parada de Neto. E, logo no primeiro lance desse fundamento, bola com efeito na área. Desvio de joelho de Wilson Mano para o gol. O restante do jogo foi um show de desarmes do volante Márcio e do zagueiro Marcelo. Deu tempo ainda do craque da equipe perder dois gols cara a cara com Zetti. A vitória magra revertia a vantagem do empate para o segundo jogo.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Página 112</strong></p>
<p>(…) <em>“O Brasileirão estava chegando ao fim. Mas ainda teria tempo para alguns gols que marcariam a carreira de Neto. O primeiro saiu contra o Flamengo do goleiro Gilmar, em pleno Maracanã. Em uma cobrança de falta da intermediária, o craque encheu o pé e a bola fez um percurso simplesmente impressionante. Em linha reta, entrou no ângulo. Sem chances de defesa. Talvez um dos mais impressionantes lances desse fundamento.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Página 129</strong></p>
<p>(&#8230;) “<em>O gol salvador do Xodó assegurou a vitória e aliviou o coração dos torcedores fiéis. Para garantir a vaga na final bastava superar o Novorizontino em casa. Com Neto suspenso, o Timão não bobeou e enfiou três a zero. Final garantida contra o arquirrival Palmeiras.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Página 171</strong></p>
<p>(…) <em>“Lidar com a responsabilidade de sustentar a família ainda garoto foi o menor dos problemas de Neto. Viver um caso de amor e ódio com as torcidas dos clubes em que jogava ele tirou de letra. A principal batalha do craque durante a vida inteira foi contra a balança. A forte tendência genética à obesidade fazia o jogador viver sob constantes privações alimentares. É verdade que muitas vezes extrapolou a barreira, mas ele sofreu. E como sofreu. Principalmente por constantemente ser visto e taxado como atleta gordo e relaxado.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Páginas 203 e 204</strong></p>
<p>(…) <em>“Neto foi aos poucos se acostumando com a vida longe da bola. A jogada agora era ser pai, marido em tempo integral e transportar valores agregados da época de criança. Tudo caminhava para que Neto voltasse a ser José. Mas a polêmica e a irreverência estavam no sangue. A bola que o deixou famoso bateu à porta. Na verdade, tocou o telefone. A produção do programa Cartão Verde, da TV Cultura, ligou convidando-o para uma participação especial. Fora da mídia, resolveu rever os amigos e apresentadores José Trajano, Juca Kfouri e Flávio Prado para explicar os motivos da aposentadoria precoce.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Página 217</strong></p>
<p>(…) <em>“A televisão apareceu na vida de Neto. O menino de criação humilde, escolaridade baixa, de repente se transformou em um fenômeno da comunicação. Tudo o que ele falava repercutia nos clubes, nas redes sociais e nos bastidores do futebol. As palavras começavam a expor a personalidade do ex-jogador. Comentários mais apimentados já não eram engolidos por estrelas do esporte, as informações dadas em primeira mão menos ainda por alguns jornalistas. Neto atraía a notícia, um ímã de furos jornalísticos. Todos o procuravam para dizer que aquele jogador seria contratado ou que o outro brigou com não sei quem.”</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>Página 226</strong></p>
<p>(…) <em>“Meu sonho é ser presidente do Corinthians. Às vezes vendo tudo que gira em torno do cargo, não me sinto preparado. Mas vou tentar me especializar e me cercar das pessoas certas para conseguir exercer a função. A verdade é que minha vontade é tentar retribuir um pouco tudo o que a instituição fez por mim. Se não fosse o Corinthians eu não seria ninguém. Espero que aconteça antes, claro, mas imagina que lindo seria o clube conseguir a Libertadores em minhas mãos. Incrível! É um sonho que tenho. </em><em>(Neto)”</em><em></em></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p><strong>Categoria:</strong> Reportagem<br />
<strong>Formato:</strong> 17,5 x 22,5<br />
<strong>Páginas:</strong> 348<br />
<strong>Acabamento:</strong> brochura<br />
<strong>ISBN:  </strong>978-85- 61977- 33-7<br />
<strong>Preço sugerido:</strong> R$ 45,00</p>
<div><strong>PRIMAVERA EDITORIAL</strong></div>
<p><strong></strong>Alinhada ao conceito de “butique de livros”, a Primavera Editorial adota como proposta  associar a leitura ao entretenimento e lazer qualificado – assim como o cinema, teatro e artes plásticas. Criada na primavera de 2008, a editora possui um catálogo peculiar, composto por obras de autores nacionais e estrangeiros que têm por linha mestra a produção de uma literatura moderna e de qualidade ímpar, que evoca hábitos e costumes de diferentes povos e épocas; uma literatura instigante e criativa, que se transforma em uma maneira lúdica e pouco convencional de entender melhor a influência das culturas na formação dos povos. O portfólio da editora é composto por títulos de FICÇÃO que oferecem aos leitores a possibilidade de viver emoções que não fazem parte do enredo cotidiano. No selo BIZ, o destaque recai para obras relevantes para a gestão de negócios e que oferecem aos leitores a possibilidade de inovar, repensar e alavancar resultados corporativos. O selo EDU – uma alusão à palavra inglesa <em>education</em>, associada à educação continuada – investe na publicação de obras de não ficção que oferecem aos leitores possibilidades de reflexão, aprendizado e aplicação de conceitos. Com o selo PSI, a Primavera Editorial lança obras técnicas que oferecem aos leitores das áreas de psicologia e psicanálise a possibilidade de crescimento, reflexão e aprendizado continuado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:</strong></p>
<p><strong>Printec Comunicação </strong><strong><a href="../">printeccomunicacao.com.br</a></strong><strong></strong></p>
<p>Betânia Lins <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Vanessa Giacometti de Godoy vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</p>
<p>Tel:  (11) 5182-1806 // Fax: (11) 5183-2233</p>
<p><a href="http://www.primaveraeditorial.com.br/">primaveraeditorial.com.br</a><em></em></p>
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		<item>
		<title>Maly, de Léa Michaan: a  superação em forma de ficção</title>
		<link>http://www.printeccomunicacao.com.br/2011/11/maly-de-lea-michaan-a-superacao-em-forma-de-ficcao/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 08:24:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Primavera Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Léa Michaan]]></category>
		<category><![CDATA[Maly]]></category>

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		<description><![CDATA[Com apurada observação do ser humano, a psicoterapeuta e psicanalista Léa Michaan estreia na literatura com o romance Maly, publicado pela Primavera Editorial. A obra será lançada em 20 de novembro, a partir das 16 horas, na Livraria da Vila – Loja Higienópolis (Avenida Higienópolis, 618. Shopping Pátio Higienópolis). São Paulo, 16 de novembro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/11/LeaMichaan_13.jpg"><img class="size-full wp-image-13442 alignright" title="LeaMichaan_13" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/11/LeaMichaan_13.jpg" alt="" width="320" height="480" /></a><strong><em>Com apurada observação do ser humano, a psicoterapeuta e psicanalista Léa Michaan estreia na literatura com o romance Maly, publicado pela Primavera Editorial. A obra será lançada em 20 de novembro, a partir das 16 horas, na Livraria da Vila – Loja Higienópolis </em>(<em>Avenida Higienópolis, 618. Shopping Pátio Higienópolis</em>).</strong></p>
<p><strong><em>São Paulo, 16 de novembro de 2011</em> –</strong> <em>“Tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer e tempo de morrer&#8230; tempo de chorar e tempo de rir.”</em> Não por acaso, a frase do rei Salomão (<em>Jerusalém, 971 a.C.-931 a.C</em>.) foi escolhida pela psicoterapeuta e psicanalista Léa Michaan para introduzir os leitores no universo de <em>Maly</em>: um romance com uma narrativa emocionante, que cativa e intriga da primeira à última página. Maly é a união de duas palavras hebraicas – MA (o que) e LY (para mim). Como em hebraico não existem os verbos ser e estar no tempo presente, Maly pode ser traduzido de duas maneiras: “o que é para mim?” ou “o que é meu?”. Essa é a essência dos personagens centrais de uma trama consistente, que apresenta as vidas entrelaçadas de Maly e Pietro; “pessoas” que buscam dar vazão às questões básicas da vida. A obra <em>Maly</em> será lançada pela Primavera Editorial no domingo, 20 de novembro, a partir das 16 horas, na Livraria da Vila – Loja Higienópolis (<em>Avenida Higienópolis, 618 . Shopping Pátio Higienópolis</em>).</p>
<p>Maly perdeu todas as pessoas que amava e teve de aprender a contar consigo, tornando-se uma mulher que desenvolveu recursos emocionais para ressignificar a própria vida. Pietro, apesar de se sentir confortável com a vida que leva, sai em busca do mistério que ronda suas origens. Enquanto Maly procura as respostas dentro de si, Pietro empreende uma busca externa para desvendar o mistério que ronda seus ascendentes. Cada um investiga o lado desconhecido do próprio ser; ambos descobrem as ilusões que permeiam as buscas pessoais. Descobrem que são apenas um pequeno elo de uma imensa corrente iniciada muito antes do nascimento.</p>
<p>Segundo Léa Michaan, <em>Maly</em> é um livro com movimento tal qual a menina da capa. Em alguns momentos, o leitor sente em si a ternura que ronda a família de Maly; em outros, capta a tensão vivida pelos personagens; em um novo episódio se diverte com a turma de adolescentes; depois, é engolfado pelo mistério que permeia a história. “A personagem principal passeia pelos cenários paradisíacos que desfilam nas paisagens deste romance e reflete com os demais as suas questões. Ela ama, sofre, torce e se alegra com as conquistas de cada uma das personalidades que tecem esta história”, detalha a escritora.</p>
<p><em> </em>A autora explica que o tema deste livro é superação. <em>“</em>Se fizermos uma análise, praticamente todos os personagens passam por adversidades que demandam algum tipo de superação – em maior ou menor grau. E se isto não for possível, o personagem será destruído pelas desventuras que a vida traz.  De tal modo, este livro explicita uma frase de Nietzsche: ‘<em>O que não me destrói, me fortalece</em>’. Ou atravessamos o evento negativo ou somos por eles atravessados. Ninguém passa por algum sofrimento e continua o mesmo que era antes”, salienta.</p>
<p>O livro conta com belas ilustrações de Maria Eugênia e foi apresentado à Primavera Editorial pelo agente literário Ralph Peter.</p>
<div><strong>A AUTORA</strong></div>
<p>A psicoterapeuta e psicanalista Léa Michaan nasceu em 1965, na cidade de Porto Alegre (RS). Residiu em Israel, Nova York, Rio de Janeiro e, atualmente, mora em São Paulo. Lastreada pela vasta experiência clínica, a especialista assina artigos em publicações especializadas em Psicologia e ministra palestras em todo o Brasil. Léa Michaan atuou como professora de Hebraico e foi coordenadora do “Atelier Judaico” – escola de educação não formal, destinada a ensinar as tradições judaicas e o alfabeto hebraico para crianças. Como psicoterapeuta, atendeu meninas-mães assistidas por uma instituição paulistana. Atende em consultório particular em São Paulo.</p>
<p>Mais informações e acesso à entrevista concedida pela autora ao blog Primavera Editorial: <a href="http://www.primaveraeditorial.com.br/">www.primaveraeditorial.com.br</a></p>
<div><strong>TRECHOS DO LIVRO</strong></div>
<p><strong>Capítulo 33 . Página 207</strong></p>
<p><em>(…) “O material acumulava-se sobre o corpo de Pietro, impedindo-o de se desvencilhar. Em menos de cinco segundos, o jovem estava preso sob uma montanha de destroços. Repentinamente, tudo ficou escuro à sua volta, o som dos gritos e do desabamento começou a distanciar-se até o completo silêncio. Ele ainda conseguia respirar e entendeu que o ar penetrava através de alguma fresta, mesmo assim sentia muito medo, não sabia se o ar que chegava aos seus pulmões permaneceria ou seria interrompido. Seus pensamentos eram aterrorizantes, imaginava que seria destroçado por algum trator destinado a remover entulho, ou que morreria de sede e fome, pois ninguém o encontraria nos próximos cinco dias, tempo máximo que, segundo suas lembranças de comentários ouvidos a respeito de outros terremotos, uma pessoa consegue sobreviver sob os escombros. Pietro sentia-se preso e impotente diante da ameaça do albergue ainda ruir, caso não estivesse completamente destroçado. Estes pensamentos o deixavam mais e mais agitado, até se dar conta do seu estado de nervos e perceber que, se continuasse assim, ele faria mais mal a si mesmo do que o terremoto já havia feito, uma vez que estava à beira de ter um ataque nervoso.”</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>Capítulo 35 . Página 218</strong></p>
<p><em>(…) “Contudo, desta vez, o assunto que sua mãe trouxera à baila, por telefone, ressuscitara o momento mais crítico de sua vida. Algo que ele fora obrigado a fazer e nunca se perdoara, muito menos se refizera da ação. Agora ele só conseguia enxergar cenas ocorridas há muito tempo, e que até hoje, muitas vezes, voltavam em seus piores pesadelos, impedindo-o de descansar, de dormir e até de viver em paz.”</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>Capítulo 36 . Páginas 235 e 236</strong></p>
<p><em>(…) “Enquanto Bianca era levada, de maca para o centro cirúrgico, sua mente trabalhava vertiginosamente. Ela precisava desesperadamente encontrar alguma forma de não se esquecer de Pietro. Os enfermeiros, os médicos, as paredes do hospital e até a própria cirurgia que estava prestes a ocorrer desapareceram de sua consciência, e o único pensamento que ocupava toda a sua mente eram as ideias que corriam desesperadas em busca de alguma que a ajudasse a não esquecer a única razão que ela ainda tinha para viver: seu filho.”</em><em></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>FICHA TÉCNICA<a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Primeira-Capa_Maly.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-13444" title="Primeira Capa_Maly" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Primeira-Capa_Maly-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></strong></div>
<p><strong>Categoria:</strong> romance</p>
<p><strong>Obra:</strong> Maly</p>
<p><strong>Autora: </strong>Léa Michaan</p>
<p><strong>Ilustrações: </strong>Maria Eugênia</p>
<p><strong>Formato:</strong>  16 x 23 cm</p>
<p><strong>Páginas:</strong>  300</p>
<p><strong>Acabamento:</strong>  brochura</p>
<p><strong>ISBN:</strong>  978-85- 61977- 29-0</p>
<p><strong>Preco sugerido:</strong>  R$ 46,00</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>PRIMAVERA EDITORIAL</strong></div>
<p><strong></strong>Alinhada ao conceito de “butique de livros”, a Primavera Editorial adota como proposta  associar a leitura ao entretenimento e lazer qualificado – assim como o cinema, teatro e artes plásticas. Criada na primavera de 2008, a editora possui um catálogo peculiar, composto por obras de autores nacionais e estrangeiros que têm por linha mestra a produção de uma literatura moderna e de qualidade ímpar, que evoca hábitos e costumes de diferentes povos e épocas; uma literatura instigante e criativa, que se transforma em uma maneira lúdica e pouco convencional de entender melhor a influência das culturas na formação dos povos. O portfólio da editora é composto por títulos de FICÇÃO que oferecem aos leitores a possibilidade de viver emoções que não fazem parte do enredo cotidiano. No selo BIZ, o destaque recai para obras relevantes para a gestão de negócios e que oferecem aos leitores a possibilidade de inovar, repensar e alavancar resultados corporativos. O selo EDU – uma alusão à palavra inglesa <em>education</em>, associada à educação continuada – investe na publicação de obras de não ficção que oferecem aos leitores possibilidades de reflexão, aprendizado e aplicação de conceitos. Com o selo PSI, a Primavera Editorial lança obras técnicas que oferecem aos leitores das áreas de psicologia e psicanálise a possibilidade de crescimento, reflexão e aprendizado continuado.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:</strong></p>
<p><strong>Printec Comunicação </strong><strong><a href="../../../../../">printeccomunicacao.com.br</a></strong><strong></strong></p>
<p>Betânia Lins <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Vanessa Giacometti de Godoy vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</p>
<p>Tel:  (11) 5182-1806 // Fax: (11) 5183-2233</p>
<p><a href="http://www.primaveraeditorial.com.br/">primaveraeditorial.com.br</a><em></em></p>
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		<title>Livro aborda os desafios psíquicos de pais e filhos adotivos</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 12:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Primavera Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[adoção]]></category>
		<category><![CDATA[Construindo vínculo entre pais e filhos adotivos]]></category>
		<category><![CDATA[psicóloga Maria Salete Abrão]]></category>

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		<description><![CDATA[Dedicado ao estudo da filiação por adoção e à análise das peculiaridades psíquicas envolvendo os dois principais elos desse processo – filhos adotivos e pais que adotam –, Construindo vínculo entre pais e filhos adotivos, livro da psicóloga Maria Salete Abrão, lança mão da experiência clínica e da psicanálise como instrumentos de reflexão. O livro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/11/11Construindo_Primavera.jpg"><img class="size-full wp-image-13332" title="11Construindo_Primavera" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/11/11Construindo_Primavera.jpg" alt="" width="474" height="320" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong><em>Dedicado ao estudo da filiação por adoção e à análise das peculiaridades psíquicas envolvendo os dois principais elos desse processo – filhos adotivos e pais que adotam –, Construindo vínculo entre pais e filhos adotivos, livro da psicóloga Maria Salete Abrão, lança mão da experiência clínica e da psicanálise como instrumentos de reflexão. O livro – lançado pela Primavera Editorial, selo PSI – apresenta relatos comoventes de pessoas que viveram a experiência, seja como filhos adotivos ou como pais que adotam. A obra será lançada em 17 de novembro, a partir das 18h30, na Livraria da Vila &#8211; Shopping Higienópolis (Avenida Higienópolis, 618), em São Paulo.</em></strong></p>
<p style="text-align: left;"> <strong><em></em></strong><strong><em></em></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><em>São Paulo, 7 de novembro de 2011 &#8211; </em></strong>Tão antiga quanto a história da humanidade, a adoção ainda representa um desafio aos que se dedicam a estudá-la, sobretudo pela sua ligação histórica com conceitos como infância e abandono. Ao analisar o tema com clareza, é essencial ressaltar que a filiação biológica não garante a formação dos vínculos estruturantes entre pais e filhos. A maternidade e a paternidade biológica podem ocorrer de modo fortuito, não intencional. Embora os filhos sejam gerados biologicamente, o ato não produz necessariamente pais e mães.</p>
<p style="text-align: left;">A biologia não garante a cultura. Nesse sentido, filhos biológicos também precisam ser adotados. Essa adoção pode ocorrer por pais biológicos ou por pais movidos por um desejo profundo de assumir esse papel. Em <em>Construindo vínculo entre pais e filhos adotivos</em>, a psicóloga Maria Salete Abrão trata exatamente dessa questão. O livro tem por base duas pesquisas, de mestrado e doutorado, conduzidas no Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), a partir da clínica psicanalítica. A obra, lançada pela Primavera Editorial, selo PSI, contará com uma sessão de autógrafos em 17 de novembro, a partir das 18h30, na Livraria da Vila &#8211; Shopping Higienópolis (<em>Avenida Higienópolis, 618</em>), em São Paulo.</p>
<p style="text-align: left;">Dedicado ao estudo da filiação por adoção e à análise das peculiaridades psíquicas envolvendo os dois principais elos desse processo – filhos adotivos e pais que adotam –, a obra lança mão da experiência clínica da autora e da psicanálise como instrumentos de reflexão, apresentando relatos comoventes de pessoas que viveram a experiência, seja como filho ou pais adotivos. O texto demonstra como a ampliação dos conhecimentos sobre as peculiaridades afetivas e intersubjetivas dos processos de adoção pode abrir caminho para o planejamento e a execução de ações preventivas que visem a saúde mental e o desenvolvimento psíquico de pais e filhos adotivos.</p>
<p style="text-align: left;">A autora apresenta quatro histórias clínicas, sendo duas narradas pela perspectiva do filho adotivo e duas desenvolvidas a partir do olhar dos pais adotivos. As histórias ilustram bem os desafios e particularidades do processo; mostram, ainda, como os narradores encontram recursos no trabalho terapêutico para tentar superar esses desafios. No livro, Maria Salete faz uma breve retrospectiva do estatuto da adoção e das circunstâncias envolvendo infância e abandono ao longo da história – um preâmbulo que auxilia o leitor a compreender de forma mais ampla e profunda as reflexões relativas aos quatro casos analisados. Para o entendimento dos casos clínicos, a escritora tem na psicanálise a principal referência teórica. Autores como Sigmund Freud, Donald Winnicott, Silvia Bleichmar e Eva Giberti formam a base das reflexões.</p>
<p style="text-align: left;">No prefácio, o jornalista Helvio Falleiros afirma que a obra pode conquistar a atenção de um universo amplo de pessoas que inclui – além de pais e filhos adotivos –, todos aqueles que se deixam sensibilizar pelas questões envolvendo maternidade e paternidade, biológica ou adotiva. (…) “<em>Ao voltar sua investigação para algumas das principais questões psíquicas envolvendo filhos, mães e pais que viveram a experiência da adoção, a autora lança luz sobre temas essenciais, como o da chamada “revelação”. Para o público não especializado, que inclui, naturalmente, a ampla maioria dos que vivem a experiência de adoção, a revelação à criança da sua condição de adotivo é um momento cercado sempre de muita tensão e expectativa.”</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>Construindo vínculo entre pais e filhos adotivos</em> mostra que a história da adoção traz sempre fraturas, interrupções e rupturas. A autora defende que para legitimar essa filiação, os pais não podem ficar presos ao factual. (…) “<em>Não se corrige a fratura, a ruptura produzida pela transferência de cuidados da mãe biológica para outra mãe. É preciso integrá-la, considerá-la, absorvê-la e, sobretudo, falar sobre ela. </em>”É necessário aprender que pais adotivos não são iguais aos pais biológicos – não são melhores nem piores; são diferentes. A obra alerta que para a adoção transcorrer bem é imprescindível poder lidar com a diferença. (…) “<em>Em uma sociedade marcada pela estética da igualdade e da semelhança, os pais adotivos precisam escapar dessa igualdade. O filho adotivo deve ser reconhecido como o outro que é originado geneticamente por outros.</em>”</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Elo rompido</strong></p>
<p style="text-align: left;">Um dos desafios da adoção diz respeito aos valores culturais associados à maternidade e à paternidade – questões que habitam o imaginário popular e que pregam que a mãe que gera deve ser a mesma que cria. Na adoção, esse elo indissolúvel é rompido e, nesse contexto, o vínculo simbólico entre pais e filhos adotivos precisa incorporar esse difícil elemento de superação. Por meio de um trabalho de elaboração psíquica, pais e filhos precisam integrar essa experiência vivida e as suas peculiaridades.</p>
<p style="text-align: left;">A trajetória de quem viveu a experiência de adoção apresenta, em geral, um espaço repleto de lacunas. Os pais traduzem a adoção para os filhos a partir de histórias individuais, pelo prisma da herança cultural. O imaginário individual é composto por conceitos construídos e transmitidos em sociedade, ou seja, conceitos que compõem a história ancestral. “A principal tarefa de pais e filhos adotivos é a criação de uma narrativa coerente. O esforço de historiar sem ter à mão evidências factuais e achados arqueológicos compõe esse desafio. O elo perdido é um elo construído. Quando a história de adoção é construída por pais e filhos como uma narrativa com elos de continuidade, cria-se uma versão possível para o sujeito – o que torna uma história humana como qualquer outra”, ressalta a autora, que cita Clarice Lispector, em <em>A Descoberta do Mundo</em>, página 118.</p>
<p style="text-align: left;"><em>(…) Não é à toa que entendo os que buscam caminho. Como busquei arduamente o meu. E como hoje busco com sofreguidão e aspereza o meu melhor modo de ser, o meu atalho já que não ouso mais falar em caminho. Eu que tinha querido O Caminho, com letra maiúscula, hoje me agarro ferozmente à procura de um modo de andar, de um passo certo. Mas o atalho com sombras refrescantes e reflexo de luz entre as árvores, o atalho onde eu seja finalmente eu, isso eu não encontrei. Mas sei de uma coisa: meu caminho não sou eu, é outro, é os outros. Quando eu puder sentir completamente o outro estarei salva e pensarei eis meu porto de chegada.    </em><em></em></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Infância, abandono e adoção</strong></p>
<p style="text-align: left;">No capítulo <em>Infância, abandono e adoção, </em>a autora traça um rico panorama do processo de adoção ao longo da história. A noção contemporânea de “abandono” é uma construção de três séculos. O conceito que se tem hoje de abandono está intimamente ligado aos padrões éticos e morais desenvolvidos especialmente a partir do Iluminismo. Os valores que hoje prevalecem socialmente sobre a infância não são os mesmos do início da civilização Ocidental. A exposição de crianças e mesmo o infanticídio eram práticas comuns na Antiguidade. O infanticídio, o aborto e o enjeitamento eram práticas usuais e legais. Há na história várias evidências de que tais práticas ocorreram em praticamente todas as grandes civilizações.</p>
<p style="text-align: left;"><strong></strong>Em 1203 surgiu, em Roma, a primeira “roda” destinada a receber os bebês deixados pelos pais. O dispositivo permitia que o bebê fosse entregue sem que ninguém visse quem o havia deixado. “A partir do fim da Idade Média, a adoção de crianças foi objeto de progressiva aceitação e reintrodução na legislação. O desenvolvimento e a transformação dos valores sociais em relação à infância trazem reflexos para o instituto legal da adoção. As limitações foram evidentes durante muito tempo. A adoção volta a fazer parte da legislação na Idade Moderna. Mas nesse período era instituído que o adotivo não poderia ser considerado membro da família do adotante. Isso só mudou definitivamente no século passado”, detalha Maria Salete Abrão.</p>
<p style="text-align: left;">No Brasil, a escravatura e a miscigenação contribuíram para que a história da infância tivesse peculiaridades mais “trágicas”. Sociedade de senhores e de escravos, a violência no país fazia parte das instituições sociais. Era mesmo um instrumento de sua preservação e reprodução. Entre as muitas vítimas dessa violência estavam as crianças, especialmente as filhas de pais brancos e de mães negras. Muitas dessas crianças compuseram boa parte das que eram encaminhadas às Rodas de Enjeitados, cuja existência se manteve no Brasil até 1951 – um século depois de terem sido abandonadas na Europa.</p>
<div style="text-align: left;"><strong>AUTORA</strong></div>
<p style="text-align: left;"><strong>Maria Salete Abrão </strong><strong></strong></p>
<p style="text-align: left;">Psicóloga formada pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), Maria Salete Abrão possui mestrado e doutorado pela Faculdade de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP).  A autora é professora do Departamento de Formação em Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae, instituição em que se formou psicanalista. Maria Salete integra o Grupo Acesso – Estudo, Pesquisa e Intervenção em Adoção, também ligado ao Sedes. O contato da autora com a experiência da adoção deu-se ainda durante a adolescência, graças à convivência com uma amiga que era filha adotiva. A ligação com o tema se aprofundou, mais tarde, nas clínicas de saúde escolar da Prefeitura de São Paulo e na experiência clínica, em consultório particular. Em mais de 30 anos de atividade profissional, passou a conhecer de perto questões de quem vive a adoção, seja como filho, seja como pai ou mãe que adota. É esta experiência, iluminada por muitos anos de estudo e reflexão, que chega agora ao leitor brasileiro.</p>
<div style="text-align: left;"><strong>TRECHOS DO LIVRO</strong></div>
<p style="text-align: left;"><strong>Página 25</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><em>(&#8230;) “</em></strong><em>Em seus primeiros 15 dias de vida, Clara tem uma experiência inicial da qual seus pais adotivos pouco sabem. Ela não tem referências de tradução dessa história, que está registrada, mas encontra entraves para ser retranscrita. Essa vivência não traduzida refere-se a fatos vividos com outros que cuidaram dela antes dos pais adotivos. Há uma ruptura na continuidade desse processo e há também uma dificuldade em criar uma tradução capaz de interligar esse momento inicial à história atual vivida com os pais adotivos. Torna-se impossível resgatar a própria história, o que torna traumática essa quebra de continuidade.”</em><strong><em></em></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><em> </em>Página 42</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>(&#8230;) <em>“</em></strong><em>Todas essas ambiguidades – de querer e não querer a mãe por perto, de achar a mãe boa e não querer magoá-la, de desvalorizá-la e não perdoá-la – fazem Amanda sentir-se muito culpada. Há um movimento pendular de identificação e de afastamento em relação à mãe biológica. Em seu processo de análise ela se deu conta de que as vivências sucessivas de abandono foram ampliando a dicotomia entre amor e ódio intenso pelas figuras parentais. O ódio produzia muita culpa. Para evitar o contato com o mesmo, produziam-se os sintomas obsessivos compulsivos.</em><strong><em></em></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><em> </em>Página 51</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><em>(&#8230;) “</em></strong><em>Essa filha tem uma vida cheia de batalhas como ocorre nas narrativas dos mitos de heróis. O que identifica a menina é que ela briga, briga, briga o tempo inteiro – mas não por um ideal. Ela tenta, literalmente na “pancada”, encontrar algo que dê contorno a esse desconhecido assustador que habita nela mesma. Nessa saga, a garota encontra pessoas assustadas olhando para a sua fúria. Não encontra paz. Encontra cada vez mais desamparo e medo. Fantasia que tudo aquilo que habita dentro dela e que a define e a identifica deve ser tão terrível que só pode despertar pavor. Assustada, esperneia mais e mais, e assusta-se mais e mais.”</em><strong><em></em></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><em></em>Página 66 e 67</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><em>(&#8230;) “</em></strong><em>A família na Antiguidade estava sob a autoridade do pai, que tinha o direito de vida e morte sobre os filhos. Filho e escravo eram propriedades dos pais e nada do que se fizesse com aquilo que é de sua propriedade era injusto. A história da adoção começa nesse mesmo período, mas se fundamentava em conceitos diferentes dos atuais. Estava diretamente ligada à transmissão de patrimônio e de títulos. A primeira regulamentação conhecida sobre a adoção está no código babilônico de Hamurabi e data do segundo milênio A.C. O texto do código versa sobre a impossibilidade de um filho adotivo ser reclamado por quem o deixou<strong>.  </strong>Essa regulamentação persiste como referência até a Idade Média, quando ocorre uma involução legal e social. A adoção desaparece das legislações, especialmente por iniciativa da Igreja Católica. O direito canônico deixou de incorporar o instituto da adoção por considerá-lo uma porta aberta ao reconhecimento de filhos originários de relações adúlteras ou incestuosas. A adoção como prática regulamentada foi então totalmente eliminada do mundo Ocidental.”<strong></strong></em></p>
<p style="text-align: left;"><strong><em></em></strong><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Categoria:</strong> Psicologia</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Ilustrações: </strong>Bel Falleiros</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Formato:</strong> 16,0 x 23,0 cm</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Páginas:</strong> 184</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Acabamento:</strong> brochura</p>
<p style="text-align: left;"><strong>ISBN</strong><strong>:</strong><strong> </strong> 978-85- 61977- 32-0</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Preço sugerido:</strong> R$ 44,00</p>
<div style="text-align: left;"><strong>PRIMAVERA EDITORIAL</strong></div>
<p style="text-align: left;"><strong></strong>Alinhada ao conceito de “butique de livros”, a Primavera Editorial adota como proposta  associar a leitura ao entretenimento e lazer qualificado – assim como o cinema, teatro e artes plásticas. Criada na primavera de 2008, a editora possui um catálogo peculiar, composto por obras de autores nacionais e estrangeiros que têm por linha mestra a produção de uma literatura moderna e de qualidade ímpar, que evoca hábitos e costumes de diferentes povos e épocas; uma literatura instigante e criativa, que se transforma em uma maneira lúdica e pouco convencional de entender melhor a influência das culturas na formação dos povos. O portfólio da editora é composto por títulos de FICÇÃO que oferecem aos leitores a possibilidade de viver emoções que não fazem parte do enredo cotidiano. No selo BIZ, o destaque recai para obras relevantes para a gestão de negócios e que oferecem aos leitores a possibilidade de inovar, repensar e alavancar resultados corporativos. O selo EDU – uma alusão à palavra inglesa <em>education</em>, associada à educação continuada – investe na publicação de obras de não ficção que oferecem aos leitores possibilidades de reflexão, aprendizado e aplicação de conceitos. Com o selo PSI, a Primavera Editorial lança obras técnicas que oferecem aos leitores das áreas de psicologia e psicanálise a possibilidade de crescimento, reflexão e aprendizado continuado.</p>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong></p>
<div style="text-align: left;"><strong></strong><strong>MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:</strong></div>
<p style="text-align: left;"><strong>Printec Comunicação <a href="../../../../../">printeccomunicacao.com.br</a></strong></p>
<p style="text-align: left;">Betânia Lins <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p style="text-align: left;">Vanessa Giacometti de Godoy vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</p>
<p style="text-align: left;">Tel:  (11) 5182-1806 // Fax: (11) 5183-2233</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.primaveraeditorial.com.br/">primaveraeditorial.com.br</a></p>
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		<item>
		<title>Primavera Editorial publicará “Maly”, romance de estreia de Léa Michaan</title>
		<link>http://www.printeccomunicacao.com.br/2011/10/primavera-editorial-publicara-%e2%80%9cmaly%e2%80%9d-romance-de-estreia-de-lea-michaan/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 14:01:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Primavera Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Léa Michaan]]></category>
		<category><![CDATA[literatura brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Maly]]></category>
		<category><![CDATA[romance brasileiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Com base na experiência profissional e na apurada observação do ser humano, a psicoterapeuta e psicanalista Léa Michaan construiu personagens que envolvem o leitor nas primeiras linhas do romance Maly. A obra será lançada pela Primavera Editorial em novembro.   &#160;  São Paulo, 31 de outubro de 2011 – Maly é a união de duas palavras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #000000;"><em><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/10/LeaMichaan_21.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-13225" title="LeaMichaan_21" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/10/LeaMichaan_21.jpg" alt="" width="519" height="346" /></a></em></span></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #000000;"><em>Com base na experiência profissional e na apurada observação do ser humano, a psicoterapeuta e psicanalista Léa Michaan construiu personagens que envolvem o leitor nas primeiras linhas do romance </em>Maly<em>. A obra será lançada pela Primavera Editorial em novembro.   </em></span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;"><em> </em></span><strong><em>São Paulo, 31 de outubro de 2011 –</em></strong> <em>Maly</em> é a união de duas palavras hebraicas – MA (o que) e LY (para mim). Como em hebraico não existem os verbos ser e estar no tempo presente, Maly pode ser traduzido de duas maneiras: “o que é para mim?” ou “o que é meu?”. Essa é a essência do romance de estreia da psicoterapeuta e psicanalista Léa Michaan, que retrata a trajetória de personagens que buscam dar vazão às questões básicas da vida. A obra, que apresenta as vidas entrelaçadas de Maly e Pietro, será lançada pela Primavera Editorial em novembro.</p>
<p>Maly perdeu todas as pessoas que amava e teve que aprender a contar consigo, tornando-se uma mulher que desenvolveu recursos emocionais para ressignificar a própria vida. Pietro, apesar de  se sentir confortável com a vida que leva, sai em busca do mistério que ronda suas origens. Enquanto Maly procura as respostas dentro de si, Pietro realiza uma busca externa para desvendar o mistério que ronda seus ascendentes. Cada um investiga o lado desconhecido do próprio ser; ambos descobrem as ilusões que permeiam as buscas pessoais. Descobrem que são apenas um pequeno elo de uma imensa corrente iniciada muito antes do nascimento. Este é um romance emocionante e envolvente, que cativa o leitor desde as primeiras páginas; uma obra marcada por histórias paralelas que se encontram em um misto de mistério, emoção e ação.</p>
<p><strong>Léa Michaan</strong></p>
<p>A psicoterapeuta e psicanalista Léa Michaan nasceu em 1965, na cidade de Porto Alegre (RS); residiu em Israel, Nova York, Rio de Janeiro e, atualmente, mora em São Paulo. Lastreada pela vasta experiência clínica, a especialista assina artigos em publicações especializadas em Psicologia e ministra palestras em todo o Brasil. Léa Michaan atuou como professora de Hebraico e foi coordenadora do “Atelier Judaico” – escola não formal, destinada a ensinar as tradições judaicas e o alfabeto hebraico para crianças. Como psicoterapeuta, atendeu meninas-mães assistidas por uma instituição paulistana.</p>
<p><strong>Primavera Editorial</strong></p>
<p>Alinhada ao conceito de “butique de livros”, a Primavera Editorial adota como proposta  associar a leitura ao entretenimento e lazer qualificado – assim como o cinema, teatro e artes plásticas. Criada na primavera de 2008, a editora possui um catálogo peculiar, composto por obras de autores nacionais e estrangeiros que têm por linha mestra a produção de uma literatura moderna e de qualidade ímpar, que evoca hábitos e costumes de diferentes povos e épocas; uma literatura instigante e criativa, que se transforma em uma maneira lúdica e pouco convencional de entender melhor a influência das culturas na formação dos povos. O portfólio da editora é composto por títulos de FICÇÃO que oferecem aos leitores a possibilidade de viver emoções que não fazem parte do enredo cotidiano. No selo BIZ, o destaque recai para obras relevantes para a gestão de negócios e que oferecem aos leitores a possibilidade de inovar, repensar e alavancar resultados corporativos. O selo EDU – uma alusão à palavra inglesa <em>education</em>, associada à educação continuada – investe na publicação de obras de não ficção que oferecem aos leitores possibilidades de reflexão, aprendizado e aplicação de conceitos. Com o selo PSI, a Primavera Editorial lança obras técnicas que oferecem aos leitores das áreas de psicologia e psicanálise a possibilidade de crescimento, reflexão e aprendizado continuado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:</strong></p>
<p><strong>Printec Comunicação </strong><strong><a href="../../../../../">printeccomunicacao.com.br</a></strong><strong></strong></p>
<p>Betânia Lins <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
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<p>Tel:  (11) 5182-1806 // Fax: (11) 5183-2233</p>
<p><a href="http://www.primaveraeditorial.com.br/">primaveraeditorial.com.br</a><em></em></p>
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		<title>Luis Eduardo Matta debate “literatura e prazer” no Café Literário da 10ª Bienal do Livro da Bahia</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 08:47:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Primavera Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Bienal do Livro da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Eduardo Matta]]></category>

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		<description><![CDATA[O escritor carioca Luis Eduardo Matta – um dos expoentes brasileiros do romance de mistério e suspense – e o autor Armando Avena debatem “Literatura e Prazer” no Café Literário da 10ª Bienal do Livro da Bahia, em 1º de novembro, a partir das 20 horas. Há uma década, a Bienal soteropolitana proporciona centros de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/09/9Imagem_Bienal.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-12693" title="9Imagem_Bienal" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/09/9Imagem_Bienal.png" alt="" width="694" height="220" /></a></p>
<p><strong><em>O escritor carioca Luis Eduardo Matta – um dos expoentes brasileiros do romance de mistério e suspense – e o autor Armando Avena debatem “Literatura e Prazer” no Café Literário da 10ª Bienal do Livro da Bahia, em 1º de novembro, a partir das 20 horas. Há uma década, a Bienal soteropolitana proporciona centros de discussão e análise de produções literárias por meio de espaços dedicados a conteúdos variados. A 10ª Bienal do Livro da Bahia acontece de 28 de outubro a 6 de novembro, no Centro de Convenções da Bahia (Avenida Simon Bolivar, s/nº &#8211; Salvador). </em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>São Paulo, 24 de outubro de 2011</em></strong><strong> – </strong>Entre as muitas &#8220;funções&#8221; da  literatura, uma das mais importantes é divertir o leitor. Mas, como associar o hábito da leitura ao prazer, em especial entre as novas gerações? A formação de leitores é, sem sombra de dúvida, item indispensável na agenda de qualquer país que almeje um grau aceitável de desenvolvimento, de inclusão social e de sustentabilidade – sobretudo em uma época cujo principal capital é o domínio da informação e do conhecimento. Para debater essas e outras questões, os organizadores da 10ª Bienal do Livro da Bahia convidaram o escritor carioca Luis Eduardo Matta, autor da Primavera Editorial, para participar do <em>Café Literário</em>. Considerado um dos expoentes brasileiros do romance de suspense, Matta debaterá “Literatura e Prazer” com o autor Armando Avena, em 1º de novembro, a partir das 20 horas. A Bienal do Livro acontece de 28 de outubro a 6 de novembro, no Centro de Convenções da Bahia <em>(Avenida Simon Bolivar, s/nº &#8211; Salvador)</em>.</p>
<p>Há uma década, a Bienal do Livro da Bahia organiza centros de discussão e análise de produções literárias, em espaços dedicados aos mais variados conteúdos. Nesses espaços, o público tem a oportunidade de ver de perto os autores favoritos, escritores, jornalistas e pensadores em debates,  leituras e entrevistas – além de participar de bate-papos e atividades que combinam leitura, conteúdo e entretenimento. O <em>Café Literário</em> tem a curadoria de Carlos Ribeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Literatura e lazer</strong></p>
<p>“Costumo dizer que de nada adianta manter um aluno em uma escola se ele não tiver fluência no ato de ler. Assim como o professor é a base de todas as profissões – pelo menos das que não prescindem de alguma formação curricular – a leitura é a base de qualquer aprendizado, mesmo o de matérias como a matemática, pois as teorias e explicações sobre cálculos, teoremas e equações estão descritas textualmente nos livros e apostilas. Alguém com baixa capacidade de absorção e interpretação de textos, portanto, terá enorme dificuldade de ir adiante em todas as disciplinas. Esse aluno correrá o risco de chegar às portas do vestibular com uma formação deficiente e com graves lacunas no conhecimento necessário para uma vida profissional satisfatória”, defende o escritor.</p>
<p>Com a experiência de palestrar sobre os seus livros em escolas de todo o Brasil, Luis Eduardo Matta afirma que a leitura fluente é algo que se adquire na prática. “É claro que o aprendizado de gramática é importante, mas é a leitura regular que cria em nós a familiaridade com a palavra escrita em sua norma culta, tornando-nos aptos a imergir em qualquer texto. A leitura regular só se sedimenta se for fundamentalmente um ato prazeroso. É o gosto pela leitura que faz o leitor. Eis o grande desafio de professores e, em especial, os de literatura – sobretudo em tempos onde os sedutores apelos tecnológicos e audiovisuais estão por toda parte. É um grande desafio despertar esse gosto nos alunos, sobretudo nos adolescentes, época em que é decisiva a opção ou não pela leitura”, finaliza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>LUIS EDUARDO MATTA</strong></div>
<p>Luis Eduardo Matta nasceu no Rio de Janeiro, em 1974, cidade onde atualmente reside. Descendente de libaneses pelo lado paterno, o autor iniciou a carreira literária em 1993, aos 18 anos, com a publicação do livro Conexão Beirute-Teeran (Editora Chamaeleon), um <em>thriller</em> com nuances policiais, ambientado no pós-guerra do Líbano. A decisão de assumir por ofício a escrita pelo viés ficcional resultou na publicação das obras <em>“</em>Ira implacável: indícios de uma conspiração”<em> (Razão Cultural Editora)</em>; “120 horas” (Editora Planeta); “Morte no colégio” (Editora Ática); “Roubo no paço imperial”<em> (Editora Ática)</em>; “O rubi do planalto central”<em> (Editora Ática); “</em>O dia seguinte”<em> (Escrita Fina Edições); e </em>“O véu”<em> (Primavera Editorial). </em>Com abordagem contemporânea e estilo ágil, sutil e refinado, Matta confere ao <em>thriller</em> uma fisionomia brasileira sem despojá-lo das características fundamentais do gênero universal. <a href="http://www.lematta.com/">www.lematta.com</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></strong><strong>Link de entrevistas concedidas</strong></p>
<p><strong>Espaço Aberto Literatura (GloboNews)</strong> <a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1214831-7823-ESCRITORES+FALAM+SOBRE+A+LITERATURA+COMO+ENTRETENIMENTO,00.html">http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1214831-7823-ESCRITORES+FALAM+SOBRE+A+LITERATURA+COMO+ENTRETENIMENTO,00.html</a></p>
<p><strong>Entrelinhas (TV Cultura)</strong> <a href="http://www.youtube.com/watch?v=P025pjvdR_Q">http://www.youtube.com/watch?v=P025pjvdR_Q</a></p>
<p><strong>Talk Show, JustTV</strong> <a href="http://www.youtube.com/watch?v=vFcmFmXjcD4">http://www.youtube.com/watch?v=vFcmFmXjcD4</a></p>
<p><strong>Livros em Revista</strong> <a href="http://tvuol.uol.com.br/#view/id=autor-luis-eduardo-matta-na-clictv-0402993366DCB18366/mediaId=3867333/date=2010-05-20&amp;&amp;list/type=search/q=clictv%20livros/edFilter=all/">http://tvuol.uol.com.br/#view/id=autor-luis-eduardo-matta-na-clictv-0402993366DCB18366/mediaId=3867333/date=2010-05-20&amp;&amp;list/type=search/q=clictv%20livros/edFilter=all/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>PRIMAVERA EDITORIAL</strong></div>
<p>Alinhada ao conceito de “butique de livros”, a Primavera Editorial adota como proposta  associar a leitura ao entretenimento e lazer qualificado – assim como o cinema, teatro e artes plásticas. Criada na primavera de 2008, a editora possui um catálogo peculiar, composto por obras de autores nacionais e estrangeiros que têm por linha mestra a produção de uma literatura moderna e de qualidade ímpar, que evoca hábitos e costumes de diferentes povos e épocas; uma literatura instigante e criativa, que se transforma em uma maneira lúdica e pouco convencional de entender melhor a influência das culturas na formação dos povos. O portfólio da editora é composto por títulos de FICÇÃO que oferecem aos leitores a possibilidade de viver emoções que não fazem parte do enredo cotidiano. No selo BIZ, o destaque recai para obras relevantes para a gestão de negócios e que oferecem aos leitores a possibilidade de inovar, repensar e alavancar resultados corporativos. O selo EDU – uma alusão à palavra inglesa <em>education</em>, associada à educação continuada – investe na publicação de obras de não ficção que oferecem aos leitores possibilidades de reflexão, aprendizado e aplicação de conceitos. Com o selo PSI, a Primavera Editorial lança obras técnicas que oferecem aos leitores das áreas de psicologia e psicanálise a possibilidade de crescimento, reflexão e aprendizado continuado. <a href="http://www.primaveraeditorial.com.br/">www.primaveraeditorial.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Betânia Lins betania.lins@printeccomunicacao.com.br</p>
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