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	<title>Printec Comunicação &#187; Bridge Research</title>
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	<description>Assessoria em comunicação corporativa</description>
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		<title>Pesquisa da Bridge Research aponta a  percepção que a “Geração Y” tem dos bancos</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 16:21:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bridge Research]]></category>
		<category><![CDATA[bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais impacientes e imediatistas, os integrantes da “Geração Y” – pessoas com idade entre 20 anos e 29 anos – têm assumido um papel importante em protestos como Occupy Wall Street. No Brasil, a relação que essa geração mantém com os bancos é marcada pela indiferença e desconfiança. Uma pesquisa da Bridge Research aponta que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/11/11atm.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-13738" title="11atm" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/11/11atm.jpg" alt="" width="717" height="477" /></a></p>
<p><strong><em>Mais impacientes e imediatistas, os integrantes da “Geração Y” – pessoas com idade entre 20 anos e 29 anos – têm assumido um papel importante em protestos como Occupy Wall Street. No Brasil, a relação que essa geração mantém com os bancos é marcada pela indiferença e desconfiança. Uma pesquisa da Bridge Research aponta que os jovens brasileiros abrem contas por definição da empresa na qual trabalham ou influência dos pais. Revela também que os bancos são vistos como uma commodity; na percepção dos entrevistados, não há diferenciação no posicionamento, nem um banco “feito para eles”.  A pesquisa mostra ainda que não há fortes laços com as diferentes marcas que hoje se apresentam no mercado. Os inputs comportamentais dos jovens consumidores são destaque de “Os bancos e a Geração Y”, módulo quantitativo da pesquisa “Geração Y”, desenvolvida pela Bridge Research, baseada em entrevistas pessoais com uma amostra de 670 pessoas na Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro e Grande Porto Alegre.</em></strong></p>
<p><em></em><strong><em>São Paulo, 28 de novembro de 2011 –</em></strong> Um número considerável de jovens inspirados no movimento <em>Occupy Wall Street</em> integram os protestos globais contra o sistema econômico contemporâneo. Os jovens ativistas têm em comum, além da insatisfação com a estrutura básica do capitalismo, a geração. Formada na era da web, a “Geração Y”, ou “Geração do Milênio”, é marcada pela impaciência e pelo imediatismo<strong>. </strong>Contestadores e altamente conectados, utilizam as redes sociais como instrumento para a mobilização social. Mas, como é a relação dos jovens brasileiros com os bancos? Para avaliar esse relacionamento, a Bridge Research conduziu a pesquisa “A Geração Y e os bancos”: um módulo quantitativo da pesquisa “Geração Y”, realizada com 670 pessoas na Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro e Grande Porto Alegre.</p>
<p>De acordo com Renato Trindade, presidente da Bridge Research e coordenador da pesquisa, o jovem brasileiro mantém uma relação de distanciamento e desconfiança do banco. “Os jovens reclamam da taxa de juros e da burocracia para abrir contas; não percebem nos bancos nenhuma ação para estreitar o relacionamento e fidelizar o cliente. Na percepção dos jovens, os bancos são vistos como uma commodity. Não há diferenciação no posicionamento entre um e outro, nem um banco feito para eles”, afirma o executivo. A pesquisa mostra também que não há fortes laços com as diferentes marcas que hoje se apresentam no mercado.</p>
<p>Na percepção do cliente Y, grandes bancos são associados proporcionalmente à visibilidade, ou seja, quanto maior o investimento em propaganda, maior a sensação de que se trata de um banco grande. Outros fatores são a quantidade de agências espalhadas pela cidade e o número de caixas eletrônicos. Os entrevistados apontaram como mais fortes e sólidos, os bancos Itaú e Bradesco; os estatais Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil são associados a marcas fortes, mas menores  do que os bancos privados citados. O caráter internacional do HSBC, Santander, Citibank confere, na percepção da Geração Y, prestígio.</p>
<p>Os principais fatores para a abertura de conta corrente são: “a empresa onde trabalho abriu a conta”; “meus pais escolheram o banco”; “fácil acesso e quantidade de caixas e agências espalhadas pela cidade”; e “facilidade para abrir a conta, não houve necessidade de comprovar renda”. Na prática, a escolha não foi inteiramente do jovem – fator que tem um impacto negativo no relacionamento desenvolvido entre o jovem e a instituição financeira.</p>
<p><strong>Afirmativas &amp; percepção</strong></p>
<p><em>“Eu penso que talvez a sociedade conseguisse viver sem vários bancos privados, só com um banco único. Todo mundo com as mesmas tarifas. Na verdade, privilegiando uns e outros com as tarifas.”</em></p>
<p><em>“Solução. É lá que você recebe seu dinheiro, paga as contas e fica sem mais problemas.”</em></p>
<p><em>“Vem uma marca, vem o Itaú na minha cabeça, mas não sei o porquê.”</em></p>
<p><em>“Juros. Tenho conta no Bradesco e eles cobram muito juros. Juros absurdos.”</em></p>
<p><em>“Acho que a palavra certa é burocracia. E eles enfiam dinheiro em cima de tudo.”</em></p>
<p><em>“O maior é o Itaú, ainda mais que juntou agora.”</em></p>
<p><em>“Bradesco é o maior. Pelo menos em todo lugar que a gente vai tem.”</em></p>
<p><em>“Citibank, Safra, Santander e HSBC&#8230;são bancos que têm nome, são internacionais. Você pode investir e ficar seguro.”</em></p>
<p><em>“Citibank é um dos maiores; também o Santander. São bancos da Europa, da América, creio que tenham um poder maior.”</em></p>
<p><strong>Geração Y</strong></p>
<p>Segundo Renato Trindade, embora sejam da mesma geração, a idade é um divisor de águas entre os Ys. Os nascidos antes de 1990 apresentam mais responsabilidade, maior estruturação de gastos, dão maior valor à visão da família e aos estudos. Os que nasceram entre 1990 e 1995, estão mais atrelados aos valores da Geração Y, têm menor estrutura de gastos e maior envolvimento com tecnologia e inovação.</p>
<p>“Os valores que permeiam essa geração como um todo são velocidade, liberdade, consumo, individualidade e tecnologia. Esses valores se confundem com a própria pós-modernidade desses jovens, que são impulsivos, têm baixa reflexão e são incansáveis na busca por inovação”, afirma o executivo, acrescentando que se trata de uma geração repleta de oposições – valorizam a liberdade, mas buscam e testam limites; são liberais para o consumo e novidades, mas conservadores sociais; pensam em trabalho como meio de ganhar dinheiro, mas desconhecem planos de carreira; trabalho é remuneração, mas buscam o reconhecimento rápido; pensam no aqui e no agora, mas querem oportunidades futuras; amam a internet e a tecnologia, mas não gostam da impessoalidade do atendimento eletrônico ou via e-mail.</p>
<p>A análise do nível escolar aponta que 84% dos entrevistados possuem alta escolaridade e 16% têm primário e ginásio (completo ou incompleto). Com relação à renda pessoal, 36% ganham de R$ 862 a R$ 1.317, enquanto 3% têm renda entre R$ 3.944 e R$ 7.556 – nessa categoria, 3% residem em São Paulo. No estudo predominam os jovens com idade entre 18 anos e 22 anos (42%) e entre 23 anos e 26 anos (25%); 23% têm idade entre 27 anos e 31 anos; 76% dos entrevistados são solteiros contra 21% de casados ou que moram com parceiros.</p>
<p><strong>PESQUISAS</strong></p>
<p>Pesquisas sobre a Geração Y integram o trabalho permanente da Bridge Research, de estudar o comportamento das pessoas e as diferenças entre as diversas gerações frente à evolução do mercado consumidor. “É importante estar atento à evolução das diferentes gerações tecnológicas, qual o seu ponto de ruptura e como se movimentam os <em>early adopters</em> de novas tecnologias”, destaca Trindade. <em>Social networking </em>é outra área que está no radar da Bridge Research, envolvendo a Web 2.0 com os seus blogs, fotologs, wikis, twitter e o que reúne o Consumer-Generated Media, ou a informação criada e divulgada pelos próprios consumidores, com análises de impacto, imagem, credibilidade etc. “Para analisar, é essencial diferenciar essas novas tecnologias. Entre as redes sociais, por exemplo, é preciso especificar bem o que são redes de relacionamento como Orkut e MySpace, e como interagem com os sistemas de mensagens instantâneas como MSN e Messenger, uma vez que estamos falando de duas redes com finalidades distintas”, diz Trindade.</p>
<p><strong>Bridge Research</strong></p>
<p>A Bridge Research é uma empresa de pesquisa de mercado com foco na prestação de serviços de inteligência na área de tecnologia, especialmente telecom, baseada no tripé <em>expertise</em>, aplicação de tecnologia avançada e profundo envolvimento no entendimento da demanda dos clientes e na entrega e análise dos resultados. A Bridge é forte aliada das empresas na definição de estratégias de negócio. Ao investir no conhecimento da vida das empresas, a  Bridge Research é capaz de aprofundar e particularizar o projeto de pesquisa, para que de fato reflita as necessidades de negócio. O <em>approach</em> diferenciado inclui o acompanhamento da pesquisa pelo cliente no decorrer do processo. O profundo conhecimento da vida das empresas e o acompanhamento do processo são valores fortemente priorizados pela Bridge Research. <a href="http://www.bridgeresearch.com.br/">www.bridgeresearch.com.br</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:</strong></p>
<p><strong>Printec Comunicação </strong>www.printeccomunicacao.com.br</p>
<p>Vanessa Giacometti de Godoy  <a href="mailto:vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br">vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Betânia Lins   <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Tel:  (11) 5182-1806</p>
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		<title>Consumidores da “Geração Y” demandam  atendimento mais rápido e eficiente</title>
		<link>http://www.printeccomunicacao.com.br/2011/11/consumidores-da-%e2%80%9cgeracao-y%e2%80%9d-demandam-atendimento-mais-rapido-e-eficiente/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 14:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bridge Research]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor Y]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos de consumo dos jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Trindade]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais impacientes e imediatistas, os integrantes da “Geração Y” – pessoas com idade entre 20 anos e 29 anos – representam um desafio para gestores de marcas e produtos, sobretudo no tocante ao atendimento ao cliente. Conectados e bem informados, os clientes “Y” não querem ser tratados como “ingênuos” e esperam que consumidor e marca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/11/11imagem_ClienteY.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-13339" title="11imagem_ClienteY" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/11/11imagem_ClienteY.jpg" alt="" width="766" height="361" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong><em>Mais impacientes e imediatistas, os integrantes da “Geração Y” – pessoas com idade entre 20 anos e 29 anos – representam um desafio para gestores de marcas e produtos, sobretudo no tocante ao atendimento ao cliente. Conectados e bem informados, os clientes “Y” não querem ser tratados como “ingênuos” e esperam que consumidor e marca estejam no mesmo nível. Ao contrário do que possa parecer, instrumentos de atendimento on-line como chats e </em><em>e-mails, por exemplo, não representam a primeira opção para reclamações; eles preferem o telefone, por ser mais rápido. Os inputs comportamentais dos jovens consumidores são destaque de “Clientes Y”, módulo qualitativo da pesquisa “Geração Y”, desenvolvida pela Bridge Research, baseada em entrevistas pessoais com uma amostra de 672 pessoas na Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro e Grande Porto Alegre.</em></strong></p>
<p style="text-align: left;"><em> </em></p>
<p style="text-align: left;"><em></em><strong><em>São Paulo, 8 de novembro de 2011 –</em></strong> Quando têm um problema com marcas e produtos, os consumidores da Geração “Y”, composta por pessoas com idade entre 20 e 29 anos, preferem o tradicional atendimento telefônico. Embora sejam altamente conectados, os jovens consumidores brasileiros não têm paciência para utilizar meios <em>on-line</em> (<em>chats</em> ou e-mail) para contatar os Serviços de Atendimento ao Cliente (SAC) das empresas. Acostumada a gastar pouco tempo para resolver pendências, a “Geração do Milênio” não tem interesse em escrever, enviar e aguardar a resposta por e-mail. Além disso, não quer lidar com a incerteza dos meios eletrônicos de comunicação. Os entrevistados reconhecem que o atendimento pela internet no Brasil ainda é lento, falho e impessoal. Os <em>inputs </em>comportamentais dos jovens consumidores são destaque do estudo “Clientes Y” – módulo qualitativo da pesquisa “Geração Y” –, desenvolvida pela Bridge Research, baseada em entrevistas pessoais com uma amostra de 672<strong> </strong>pessoas na Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro e Grande Porto Alegre.</p>
<p style="text-align: left;">Segundo Renato Trindade, presidente da Bridge Research e coordenador da pesquisa, há uma fina ironia no fato de a geração da internet não preferir esse canal para ser atendida por marcas e empresas. “Nas entrevistas que realizamos é clara a insatisfação com a demora e a impessoalidade da internet para resolver questões relacionadas à insatisfação do consumidor. Os entrevistados são unânimes ao afirmar que o telefone é mais prático porque permite explicar exatamente o problema ao atendente, enquanto a internet não possibilita o contato mais estreito”, afirma o executivo. Entre as queixas, o jovem consumidor aponta que precisa ter paciência para ir atrás da informação certa, quando navega pelo site das empresas.</p>
<p style="text-align: left;"><em><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/11/RenatoTrindade_BridgeResearch3.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-13342" title="RenatoTrindade_BridgeResearch3" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/11/RenatoTrindade_BridgeResearch3-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>“Bom atendimento é aquele que o atendente já atende você bem. Não atende com a voz mole, do tipo estou morrendo e não quero falar com você&#8230;”</em> Depoimentos como este, segundo Renato Trindade, ilustram com exatidão a expectativa do consumidor “Y” que, além disso, quer rapidez nos processos de atendimento e na resposta à solicitação. “O Y valoriza atendentes bem treinados, com boa vontade; eficientes, atenciosos, simpáticos, proativos; pessoas com raciocínio rápido. Na verdade, esses atributos também são valorizados por consumidores das demais gerações. O que difere é que os Ys são mais impacientes e imediatistas”, afirma. Quando atendidos, os consumidores da “Geração do Milênio” não querem falar com mais de um atendente; esperam respostas diretas, objetivas. Além, é claro, de desejarem resolver o problema o mais rápido possível. Um dos aspectos relevantes – na percepção desse consumidor – é que a marca deve estar no mesmo nível do cliente. Ou seja, a “idolatria” que os integrantes da “Geração X” cultivavam por determinadas marcas, inexiste entre os jovens consumidores. “Eles estão mais preocupados em parecer; ser ou ter não é tão importante. Para entender esse comportamento é essencial levar em consideração que as ferramentas moldam o comportamento do mundo. A web tem mostrado a valorização da produção de conteúdo compartilhado. Nessa ótica, esse consumidor quer fazer parte; ele espera que consumidor e marca estejam no mesmo nível”, esclarece Trindade.</p>
<p style="text-align: left;">A análise das reclamações mostra que a demora para solucionar as questões torna-se o principal ponto de descontentamento. É como se o problema inicial – que o levou a procurar o SAC – seja menos importante que o tempo que a empresa levou para solucionar a contenda. O executivo acrescenta que essa geração não está muito apegada à marca, pois o foco recai para o resultado que a compra produz. No caso de eletroeletrônico, a experiência anterior que tiveram com a marca é determinante para a aquisição de novos produtos. A preocupação com a qualidade aparece como central na hora de optar por um carro ou moto. Nesse caso, a marca passa a ser um fator decisivo de compra. “O custo é importante diante do benefício percebido, ou seja, durabilidade e custo da manutenção. Acreditam que se o carro ou moto não tiver qualidade, o barato pode sair caro”, salienta.</p>
<div style="text-align: left;"><strong>PESQUISAS</strong></div>
<p style="text-align: left;">Pesquisas sobre a Geração Y integram o trabalho permanente da Bridge Research, de estudar o comportamento das pessoas e as diferenças entre as diversas gerações frente à evolução do mercado consumidor. “É importante estar atento à evolução das diferentes gerações tecnológicas, qual o seu ponto de ruptura e como se movimentam os <em>early adopters</em> de novas tecnologias”, destaca Trindade. <em>Social networking </em>é outra área que está no radar da Bridge Research, envolvendo a Web 2.0 com os seus blogs, fotologs, wikis, twitter e o que reúne o Consumer-Generated Media, ou a informação criada e divulgada pelos próprios consumidores, com análises de impacto, imagem, credibilidade etc. “Para analisar, é essencial diferenciar essas novas tecnologias. Entre as redes sociais, por exemplo, é preciso especificar bem o que são redes de relacionamento como Orkut e MySpace, e como interagem com os sistemas de mensagens instantâneas como MSN e Messenger, uma vez que estamos falando de duas redes com finalidades distintas”, diz Trindade.</p>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Bridge Research</strong></p>
<p style="text-align: left;">A Bridge Research é uma empresa de pesquisa de mercado com foco na prestação de serviços de inteligência na área de tecnologia, especialmente telecom, baseada no tripé <em>expertise</em>, aplicação de tecnologia avançada e profundo envolvimento no entendimento da demanda dos clientes e na entrega e análise dos resultados. A Bridge é forte aliada das empresas na definição de estratégias de negócio. Ao investir no conhecimento da vida das empresas, a  Bridge Research é capaz de aprofundar e particularizar o projeto de pesquisa, para que de fato reflita as necessidades de negócio. O <em>approach</em> diferenciado inclui o acompanhamento da pesquisa pelo cliente no decorrer do processo. O profundo conhecimento da vida das empresas e o acompanhamento do processo são valores fortemente priorizados pela Bridge Research. <a href="http://www.bridgeresearch.com.br/">www.bridgeresearch.com.br</a></p>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Printec Comunicação </strong>www.printeccomunicacao.com.br</p>
<p style="text-align: left;">Vanessa Giacometti de Godoy  <a href="mailto:vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br">vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p style="text-align: left;">Betânia Lins   <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>T</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Profissionais da “Geração Y” demandam feedback constante dos gestores</title>
		<link>http://www.printeccomunicacao.com.br/2011/05/profissionais-da-%e2%80%9cgeracao-y%e2%80%9d-demandam-feedback-constante-dos-gestores/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 11:48:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bridge Research]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Trindade]]></category>

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		<description><![CDATA[Com características multigeracionais, os ambientes corporativos brasileiros apresentam novos desafios para os gestores de recursos humanos, sobretudo os apresentados pelos profissionais da “Geração Y” – pessoas com idades entre 20 anos e 29 anos. Mais exigentes, os Ys buscam mais do que salários e benefícios diferenciados; eles compõem uma geração movida a desafios contínuos. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/05/5_GeracaoY.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-9441" title="5_GeracaoY" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/05/5_GeracaoY-300x193.jpg" alt="" width="300" height="193" /></a><strong><em>Com características multigeracionais, os ambientes corporativos brasileiros apresentam novos desafios para os gestores de recursos humanos, sobretudo os apresentados pelos profissionais da “Geração Y” – pessoas com idades entre 20 anos e 29 anos. Mais exigentes, os Ys buscam mais do que salários e benefícios diferenciados; eles compõem uma geração movida a desafios contínuos. A mensagem que passam aos gestores é a de que o comprometimento e a permanência na empresa estão estreitamente ligados à capacidade de inovação da organização e ao feedback constante. </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em><em> </em><em>Os inputs comportamentais dos novos profissinais são destaque de “Convivência no mercado de trabalho” – módulo qualitativo do estudo “Geração Y”, desenvolvido pela Bridge Research em 2010, baseado em entrevistas pessoais com uma amostra de 672 pessoas na Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro e Grande Porto Alegre.</em></strong></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>São Paulo, 3 de maio de 2011 –</em></strong> Os gestores de recursos humanos têm enfrentado o desafio cotidiano de suprir as demandas dos exigentes profissionais da “Geração Y” – pessoas com idades entre 20 e 29 anos e que estão em um contínuo processo de ascensão no ambiente corporativo brasileiro. Formada na era da web, a geração do milênio tem uma relação diferente com a hierarquia, horários e produtividade. Para os jovens profissionais, é preferível vestir a própria camisa à da empresa. O <em>feedback</em> constante dos gestores é apontado pelos Ys como um dos fatores essenciais para permanecer nas organizações. Essas são algumas das conclusões da pesquisa <em>Convivência no mercado de trabalho</em>, módulo qualitativo do estudo “Geração Y”, conduzido pela Bridge Research.</p>
<p><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/03/RenatoTrindade_BridgeResearch3.jpg"><img class="size-medium wp-image-8499 alignleft" title="RenatoTrindade_BridgeResearch3" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/03/RenatoTrindade_BridgeResearch3-300x269.jpg" alt="" width="180" height="161" /></a>Segundo Renato Trindade, presidente da Bridge Research e coordenador da pesquisa, enquanto os profissionais da “Geração X” desenvolvem a carreira em degrau, os Ys associam a ascensão profissional ao ato de subir uma ladeira. “Ao mesmo tempo que pede esse constante retorno do chefe, o jovem profissional se esquiva das responsabilidades formais do mundo corporativo; acha que não é uma peça ativa da sociedade e delega a solução de problemas para as demais gerações”, analisa. De acordo com o executivo, independente da classe social, os Ys trocam de emprego com facilidade. “O Y de uma classe social mais abastada, quando enxerga uma oportunidade de ir morar no exterior, não tem problema em abandorar uma carreira promissora. O que possui menos dinheiro, pode migrar de um emprego para outro somente motivado por uma remuneração maior”, afirma.</p>
<p>Embora pareça utópico, os jovens profissionais ainda sonham com a criação de uma carreira estável e financeiramente segura – o que implica em fazer cursos no exterior, ser promovido. Mas, para isso, não estão dispostos a abrir mão do desejo de constituir uma família. Para os homens, uma carreira estável está além de um alto cargo em uma grande empresa. “Muitos perseguem o sonho de montar o próprio negócio, um projeto capaz de prover crescimento profissional e financeiro”, afirma o executivo.</p>
<p>A “Geração Y” valoriza uma relação com o trabalho que a deixe ativa e feliz, mas uma análise apurada revela que esse sentimento não é o propósito principal – esses profissionais almejam o crescimento financeiro rápido. “Ter dinheiro é sinônimo de status e reconhecimento; essa é a principal mola propulsora dessa geração”, analisa Trindade, acrescentando que para o Y, dinheiro e estabilidade estão associados ao resultado do sucesso profissional, além de funcionarem como mecanismos para a obtenção de prazer.</p>
<p>Para os Ys das classes A e B, tecnologia e relacionamentos são as melhores formas para se buscar um emprego (internet, indicação de pais de amigos e redes sociais); entre os jovens da classe C, os meios tradicionais e os inovadores convivem na hora de buscar oportunidades profissionais (internet, agência de emprego e envio de currículo). Embora Ys de todas as classes sociais sejam mais modernos na busca por empregos, não são assertivos na definição do plano de carreira.</p>
<p><strong>Angústias profissionais da Y e influenciadores</strong></p>
<p>Quando o tema versa sobre angústias profissionais, a geração Y mostra que o gatilho está na necessidade de saber qual será o próximo passo a ser dado. A questão “como acertar sempre?” está sempre presente, especialmente porque as mulheres dessa geração baseiam suas escolhas no acaso – não necessariamente nos dados mais adequados para atingir metas. “O mundo maduro ainda apresenta mistérios para o bem informado profissional Y”, analisa Trindade.</p>
<p>Quem são as pessoas que mais influenciam, no ambiente corporativo, os Ys? Na prática, são aquelas que oferecem um modelo a ser seguido, embora não haja uma relação de troca. “Pode ser um executivo de uma grande corporação mundial ou um estadista – Steve Jobs ou Bill Clinton, por exemplo”, detalha Trindade. Na percepção das mulheres, embora busquem reconhecimento profissional, é comum que esse mentor seja um homem mais velho, assertivo e experiente.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>PESQUISAS</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Pesquisas sobre a Geração Y integram o trabalho permanente da Bridge Research, de estudar o comportamento das pessoas e as diferenças entre as diversas gerações frente à evolução do mercado consumidor. “É importante estar atento à evolução das diferentes gerações tecnológicas, qual o seu ponto de ruptura e como se movimentam os <em>early adopters</em> de novas tecnologias”, destaca Trindade. <em>Social networking </em>é outra área que está no radar da Bridge Research, envolvendo a Web 2.0 com os seus blogs, fotologs, wikis, twitter e o que reúne o Consumer-Generated Media, ou a informação criada e divulgada pelos próprios consumidores, com análises de impacto, imagem, credibilidade etc. “Para analisar, é essencial diferenciar essas novas tecnologias. Entre as redes sociais, por exemplo, é preciso especificar bem o que são redes de relacionamento como Orkut e MySpace, e como interagem com os sistemas de mensagens instantâneas como MSN e Messenger, uma vez que estamos falando de duas redes com finalidades distintas”, diz Trindade.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Bridge Research</strong></p>
<p>A Bridge Research é uma empresa de pesquisa de mercado com foco na prestação de serviços de inteligência na área de tecnologia, especialmente telecom, baseada no tripé <em>expertise</em>, aplicação de tecnologia avançada e profundo envolvimento no entendimento da demanda dos clientes e na entrega e análise dos resultados. A Bridge é forte aliada das empresas na definição de estratégias de negócio. Ao investir no conhecimento da vida das empresas, a  Bridge Research é capaz de aprofundar e particularizar o projeto de pesquisa, para que de fato reflita as necessidades de negócio. O <em>approach</em> diferenciado inclui o acompanhamento da pesquisa pelo cliente no decorrer do processo. O profundo conhecimento da vida das empresas e o acompanhamento do processo são valores fortemente priorizados pela Bridge Research. <a href="http://www.bridgeresearch.com.br/">www.bridgeresearch.com.br</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:</strong></p>
<p><strong>Printec Comunicação </strong>www.printeccomunicacao.com.br</p>
<p>Vanessa Giacometti de Godoy  <a href="mailto:vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br">vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Betânia Lins   <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Tel:  (11) 5182-1806</p>
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		<title>Solteiros da cidade de São Paulo são  tema de pesquisa da Bridge Research</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 18:39:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Intensos, impulsivos, inconstantes e entusiasmados – essas são algumas das características dos solteiros da cidade de São Paulo, de acordo com pesquisa conduzida pela Bridge Research com 510 moradores da capital, pertencentes às classes A, B, C e D, em setembro de 2009. O levantamento mostra que 80% dos paulistanos solteiros têm, pelo menos, ensino [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Solteiros_Bridge.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4834" title="Solteiros_Bridge" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Solteiros_Bridge-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></em></strong></p>
<p><strong><em>Intensos, impulsivos, inconstantes e entusiasmados – essas são algumas das características dos solteiros da cidade de São Paulo, de acordo com pesquisa conduzida pela Bridge Research com 510 moradores da capital, pertencentes às classes A, B, C e D, em setembro de 2009. O levantamento mostra que 80% dos paulistanos solteiros têm, pelo menos, ensino médio, e contam com renda mensal 14% superior à dos casados. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), censo de 2000, há 2,2 milhões de paulistanos com mais de 18 anos que estão solteiros. </em></strong></p>
<p><strong><em><br />
</em></strong></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>São Paulo, 12 de agosto de 2010 –</em></strong> Dos 74 milhões de solteiros brasileiros, cerca de 2,2 milhões estão na cidade de São Paulo, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), baseados no censo de 2000. Para detectar o perfil comportamental e as relações de consumo dos solteiros paulistanos, a Bridge Research – empresa de pesquisa de mercado com foco na prestação de serviços de inteligência na área de tecnologia – conduziu uma pesquisa com moradores da capital pertencentes às classes A, B, C e D. Intensos, inconstantes, impulsivos e entusiastas são características identificadas no comportamento dos solteiros paulistanos com idade entre 18 e 24 anos, reveladas pela pesquisa concluída em setembro de 2009.</p>
<p>Da base entrevistada – 510 moradores da cidade de São Paulo – 19% têm entre 18 e 24 anos; desse total, 71% são solteiros. Nessa faixa etária, 45% e 44% pertencem às classes A e B; C e D, respectivamente. No que se refere à renda mensal, esses paulistanos ganham em média R$ 3.506, aproximadamente 14% a mais que os casados com 40 anos ou mais. A análise da escolaridade mostra que nessa faixa etária (até 24 anos), 81% possuem de ensino médio a superior completo contra 59% dos casados. Os demais solteiros paulistanos têm entre 25 e 29 anos (13%); 30 a 39 anos (25%); e acima de 40 anos (43%).</p>
<p>Segundo Renato Trindade, presidente da Bridge Research, entre os solteiros paulistanos de 18 a 24 anos (classes A e B), 79% adoram encontrar marcas e produtos antes das outras pessoas; 35% se consideram influenciadores (as demais pessoas acham que são fonte segura de informação); e 38% aceitam pagar mais caro por marcas e produtos originais. “Um percentual de 30% afirma que prefere produtos éticos, o que indica a valorização de marcas com comprometimento socioambiental”, afirma o executivo. Sociáveis, 52% dos solteiros dessa faixa etária afirmam ter um grupo grande de amigos; intensos, 49% associam a felicidade com a possibilidade de extrair o máximo da vida; 48% gostariam de servir de exemplo às demais pessoas de como levar uma vida maravilhosa. Entusiasmo, liderança e criatividade também são características dos solteiros paulistanos (18 a 24 anos, A e B) – 38% são admirados pela paixão que têm por coisas e projetos; 23% despertam admiração pela criatividade e entusiasmo, são consideradas pessoas inspiradoras; e 22% destacam o espírito de liderança, visão e metas claras como atributos pessoais.</p>
<p>Para esse contingente de solteiros, o aprendizado é decorrente da experimentação, vivência e estímulos externos para formar uma opinião. Entre as frases que mais traduzem os solteiros paulistanos (18 a 24 anos, classes A e B) estão: “presto mais atenção nas coisas quando posso tocá-las, pegá-las”; e “presto mais atenção nas coisas, quando me convidam a experimentá-las, pela experiência”. De acordo com Trindade, esses solteiros são explosivos, argumentadores, mas<a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/08/RenatoTrindade_BridgeResearch3.jpg"><img class="size-medium wp-image-4837 alignright" title="RenatoTrindade_BridgeResearch3" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/08/RenatoTrindade_BridgeResearch3-300x269.jpg" alt="" width="300" height="269" /></a> optam por respeitar o espaço alheio. “Nas afirmativas, as frases que ilustram o modo de ser e agir mostram o gosto por resolver uma situação de conflito, respeitando o espaço, as opiniões e o tempo individual. As indelicadezas não são motivo de rompimentos definitivos; a segunda chance e o perdão são adotados com frequência, pois as situações de conflito são associadas a oportunidades estimulantes para o desenvolvimento de projetos em equipe”, afirma o executivo, acrescentando que em contrapartida, os solteiros dessa faixa etária possuem um temperamento mais “bombástico” quando nervosos. “Entretanto, são menos arrogantes que os casados com mais de 40 anos. Os percentuais são de 18% (solteiros) contra 32% (solteiros)”, detalha. Quando a questão recai para interesses pessoais, 47% dos solteiros gostam de se aprofundar em temas da sua preferência; 31% têm áreas de interesse pouco convencionais e confessam a dificuldade de explicar para as pessoas o que faz e gosta; e 30% são mais convencionais – buscam informações em revistas e sites.</p>
<p><strong>Pesquisas sobre a “Geração Y”</strong></p>
<p>Pesquisas sobre a Geração Y integram o trabalho permanente da Bridge Research, de estudar o comportamento das pessoas e as diferenças entre as diversas gerações frente à evolução do mercado consumidor. “É importante estar atento à evolução das diferentes gerações tecnológicas, qual o seu ponto de ruptura e como se movimentam os <em>early adopters</em> de novas tecnologias”, destaca Trindade. <em>Social networking </em>é outra área que está no radar da Bridge Research, envolvendo a Web 2.0 com os seus blogs, fotologs, wikis, twitter e o que reúne o Consumer-Generated Media, ou a informação criada e divulgada pelos próprios consumidores, com análises de impacto, imagem, credibilidade, etc. “Para analisar, é essencial diferenciar essas novas tecnologias. Entre as redes sociais, por exemplo, é preciso especificar bem o que são redes de relacionamento como Orkut e MySpace, e como interagem com os sistemas de mensagens instantâneas como MSN e Messenger, uma vez que estamos falando de duas redes com finalidades distintas”, diz Trindade.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Bridge Research</strong></p>
<p>A Bridge Research é uma empresa de pesquisa de mercado com foco na prestação de serviços de inteligência na área de tecnologia, especialmente telecom, baseada no tripé <em>expertise</em>, aplicação de tecnologia avançada e profundo envolvimento no entendimento da demanda dos clientes e na entrega e análise dos resultados. A Bridge é forte aliada das empresas na definição de estratégias de negócio. Ao investir no conhecimento da vida das empresas, a  Bridge Research é capaz de aprofundar e particularizar o projeto de pesquisa, para que de fato reflita as necessidades de negócio. O <em>approach</em> diferenciado inclui o acompanhamento da pesquisa pelo cliente no decorrer do processo. O profundo conhecimento da vida das empresas e o acompanhamento do processo são valores fortemente priorizados pela Bridge Research. <a href="http://www.bridgeresearch.com.br/">www.bridgeresearch.com.br</a></p>
<p><strong>MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA: </strong></p>
<p><strong>Printec Comunicação </strong>www.printeccomunicacao.com.br</p>
<p>Vanessa Giacometti de Godoy  <a href="mailto:vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br">vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Betânia Lins   <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Tel:  (11) 5182-1806</p>
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		<title>Renato Trindade, presidente da Bridge Research, debate mobilidade e convergência no CIAB FEBRABAN</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 13:55:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Considerado o maior evento do setor financeiro da América Latina, o CIAB FEBRABAN (Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras) – que em sua 20ª edição tem por tema a Geração Y – contará com um talk show sobre mobilidade e convergência, mediado por Ethevaldo Siqueira e Dani Braun, com as participações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em> </em></strong><strong><em>Considerado o maior evento do setor financeiro da América Latina, o CIAB FEBRABAN (Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras) – que em sua 20ª edição tem por tema a Geração Y – contará com um talk show sobre mobilidade e convergência, mediado por Ethevaldo Siqueira e Dani Braun, com as participações de Renato Trindade, presidente da </em></strong><strong><em>Bridge Research, e Ricardo Guerra, diretor de Sistemas de Canais de Atendimento do Itaú Unibanco. O evento acontece nesta quinta-feira (10/6), das 11 horas às 12h30, no Transamérica Expo Center (Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387).</em></strong></p>
<p><strong><em><br />
</em></strong></p>
<div id="attachment_3507" class="wp-caption alignright" style="width: 209px"><strong><em><strong><em><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/06/RenatoTrindade_BridgeResearch2.jpg"></a><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/06/RenatoTrindade_BridgeResearch1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3510" title="RenatoTrindade_BridgeResearch" src="http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/06/RenatoTrindade_BridgeResearch1-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a><br />
</em></strong></em></strong><p class="wp-caption-text">Renato Trindade, presidente da Bridge Research.</p></div>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>São Paulo, 9 de junho de 2010 –</em></strong> Com o tema Geração Y, a Federação Brasileira de Bancos está realizando, de 9 a 11 de junho, a 20ª edição do CIAB FEBRABAN – evento que reunirá em São Paulo cerca de 1,5 mil congressistas e mais de 100 conferencistas. Considerado o maior evento do setor financeiro da América Latina e um dos maiores do mundo, o Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras contará com um <em>talk show</em> sobre mobilidade e convergência. Mediado por  Ethevaldo Siqueira e Dani Braun, o bate-papo acontece nesta quinta-feira (10/6), das 11 horas às 12h30, no auditório Linha de Negócios, do Transamérica Expo Center (<em>Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387</em>), com as participações de Renato Trindade, presidente da Bridge Research – empresa de pesquisa que tem foco na prestação de serviços de inteligência na área de tecnologia – e Ricardo Guerra, diretor de Sistemas de Canais de Atendimento do Itaú Unibanco. Mais informações sobre o CIAB FEBRABAN podem ser obtidas no site <a href="http://www.ciab.org.br/">www.ciab.org.br</a></p>
<p>Pesquisas sobre a Geração Y integram o trabalho permanente da Bridge Research, de estudar o comportamento das pessoas e as diferenças entre as diversas gerações frente à evolução do mercado consumidor. “É importante estar atento à evolução das diferentes gerações tecnológicas, qual o seu ponto de ruptura e como se movimentam os <em>early adopters</em> de novas tecnologias”, destaca Trindade. <em>Social networking </em>é outra área que está no radar da Bridge Research, envolvendo a Web 2.0 com os seus blogs, fotologs, wikis, twitter e o que reúne o Consumer-Generated Media, ou a informação criada e divulgada pelos próprios consumidores, com análises de impacto, imagem, credibilidade, etc. “Para analisar, é essencial diferenciar essas novas tecnologias. Entre as redes sociais, por exemplo, é preciso especificar bem o que são redes de relacionamento como Orkut e MySpace, e como interagem com os sistemas de mensagens instantâneas como MSN e Messenger, uma vez que estamos falando de duas redes com finalidades distintas”, diz Trindade.</p>
<p><strong>Geração Y &amp; Bancos</strong></p>
<p>Um estudo institucional conduzido pela Bridge Research mostra que a Geração Y está mudando globalmente a forma de fazer negócios e se comunicar. Segundo Renato Trindade, os Y´s (indivíduos nascidos entre 1978 e 1990) possuem uma nova forma de ver e de atuar no mundo; novos valores e comportamentos desenvolvidos a partir da integração da tecnologia ao cotidiano, uma vez que cresceram jogando videogame e ouvindo música na internet. “Características como valorização do jovem e da juventude, além de forte influência da cultura do hedonismo estão presentes nos jovens Y, que são autores da maioria dos blogs e gestores de comunidades nas redes sociais”, afirma o executivo.</p>
<p>A pesquisa mostra que embora existam semelhanças comportamentais entre os integrantes dessa geração, há diferenças que são determinadas pelo poder aquisitivo e pelo nível social. Essa diferenciação pode ser verificada nos resultados da pesquisa, na análise dos locais de compra, frequência das viagens e de consumo, posse de itens de conforto e velocidade de acesso a novidades. O executivo detalha que a idade também é um divisor de águas. Os nascidos entre 1978 e 1980 apresentam mais responsabilidade, maior estrutura de gastos, valores da Geração Y menos cristalizados, dão maior valor à visão da família e aos estudos. Os que nasceram entre 1990 e 1995, estão mais atrelados aos valores da Geração Y, têm menor estrutura de gastos e maior envolvimento com tecnologia e inovação.</p>
<p>Os valores que permeiam a Geração Y como um todo, de acordo com a pesquisa, são velocidade, liberdade, consumo, individualidade e tecnologia. “Esses valores se confundem com a própria pós-modernidade desses jovens, que são impulsivos, têm baixa reflexão e são incansáveis na busca por inovação”, afirma Trindade, acrescentando que se trata de uma geração repleta de oposições – valorizam a liberdade, mas buscam e testam limites; são liberais para o consumo e novidades, mas conservadores sociais; pensam em trabalho como meio de ganhar dinheiro, mas desconhecem planos de carreira; trabalho é remuneração, mas buscam o reconhecimento rápido; pensam no aqui e no agora, mas querem oportunidades futuras; amam a internet e a tecnologia, mas não gostam da impessoalidade do atendimento eletrônico ou via e-mail.</p>
<p>Quando o tema é banco, as associações dos Y´s não são muito diferentes. Os grandes bancos são associados à visibilidade – quanto mais propaganda, maior a sensação de que se trata de um banco grande –, quantidade de agências espalhadas pela cidade e número de caixas eletrônicos. Apontam como mais fortes e sólidos Itaú e Bradesco; os estatais Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil são associados a marcas fortes, mas menores do que os bancos privados citados. O caráter internacional do HSBC, Santander Banespa, Citibank e Banco Safra confere, na percepção da Geração Y, prestígio.  Os principais fatores para a abertura de conta corrente são: “a empresa onde trabalho abriu a conta”; “meus pais escolheram o banco”; “fácil acesso e quantidade de caixas e agências espalhadas pela cidade”; e “facilidade para abrir a conta, não houve necessidade de comprovar renda”.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Bridge Research</strong></p>
<p>A Bridge Research é uma empresa de pesquisa de mercado com foco na prestação de serviços de inteligência na área de tecnologia, especialmente telecom, baseada no tripé <em>expertise</em>, aplicação de tecnologia avançada e profundo envolvimento no entendimento da demanda dos clientes e na entrega e análise dos resultados. A Bridge é forte aliada das empresas na definição de estratégias de negócio. Ao investir no conhecimento da vida das empresas, a  Bridge Research é capaz de aprofundar e particularizar o projeto de pesquisa, para que de fato reflita as necessidades de negócio. O <em>approach</em> diferenciado inclui o acompanhamento da pesquisa pelo cliente no decorrer do processo. O profundo conhecimento da vida das empresas e o acompanhamento do processo são valores fortemente priorizados pela Bridge Research. <a href="http://www.bridgeresearch.com.br/">www.bridgeresearch.com.br</a></p>
<p><strong>MAIS INFORMAÇÕES: Printec Comunicação </strong>www.printeccomunicacao.com.br</p>
<p>Vanessa Giacometti de Godoy  <a href="mailto:vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br">vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Betânia Lins   <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Tel:  (11) 5182-1806</p>
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		<title>Estudo revela perfil de consumo da &#8220;Geração Y&#8221; de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 09:23:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bridge Research]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Trindade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Com comportamento, perfil de consumo e estrutura de gastos distintos da Geração X, os Y´s (Geração do Milênio) estão ingressando na cadeia de consumo e no mercado de trabalho com uma nova visão do mundo. Um estudo conduzido pela Bridge Research – empresa de pesquisa que tem foco na prestação de serviços de inteligência na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em> <img class="alignleft size-medium wp-image-1926" title="RenatoTrindade_BridgeResearch" src="http://www.mailingprintec.com/wp-content/uploads/2010/01/RenatoTrindade_BridgeResearch-199x300.jpg" alt="RenatoTrindade_BridgeResearch" width="199" height="300" />Com comportamento, perfil de consumo e estrutura de gastos distintos da Geração X, os Y´s (Geração do Milênio) estão ingressando na cadeia de consumo e no mercado de trabalho com uma nova visão do mundo. Um estudo conduzido pela <strong>Bridge Research</strong> – empresa de pesquisa que tem foco na prestação de serviços de inteligência na área de tecnologia – revela como agem os “nativos digitais” e o que pensam sobre temas como lazer, carreira, política, comunicação, dinheiro, consumo (eletroeletrônicos, carros e motos, bancos), crise, comportamento (relacionamento, pena de morte e legalização das drogas)e atendimento ao consumidor. </em></p>
<p><strong><em>São Paulo, 14 de janeiro de 2010 –</em></strong> “<em>As marcas, corporações e a sociedade como um todo estão preparadas para os comportamentos inovadores da Geração Y?”</em> “<em>Conservadores ou liberais: quem são e como pensam os nativos digitais?” </em>Essas e outras questões são respondidas pelo estudo institucional “<em>Geração Y</em>”, conduzido pela Bridge Research – empresa de pesquisa que tem foco na prestação de serviços de inteligência na área de tecnologia –, que avalia uma geração que está mudando globalmente a forma de fazer negócios e de se comunicar. O estudo – baseado em entrevistas pessoais com uma amostra de 672<strong> </strong>pessoas na Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro e Grande Porto Alegre, universo estimado em cerca de oito milhões de indivíduos, sendo 48% de homens e 52% de mulheres das classes A, B e C com idades entre 18 e 30 anos – analisa itens como comportamento, visão do mundo, padrão e estrutura de gastos, e perfil de consumo. <strong> </strong></p>
<p>Segundo Renato Trindade, presidente da Bridge Research, a Geração Y – nascidos entre 1978 e 1990 – possui uma nova forma de ver e atuar no mundo; novos valores e comportamentos desenvolvidos a partir da integração da tecnologia ao cotidiano, uma vez que cresceram jogando videogame e ouvindo música na internet. “Características como valorização do jovem e da juventude, além de forte influência da cultura do hedonismo estão presentes nos jovens Geração Y, que são autores da maioria dos blogs e gestores de comunidades nas redes sociais”, afirma o executivo. A pesquisa mostra que embora existam semelhanças comportamentais entre os integrantes da Geração Y, há diferenças que são determinadas pelo poder aquisitivo e o nível social. Essa diferenciação pode ser verificada nos resultados da pesquisa, na análise dos locais de compra, frequência das viagens e de consumo, posse de itens de conforto e velocidade de acesso a novidades.</p>
<p>O executivo detalha que a idade também é um divisor de águas. Os nascidos entre 1978 e 1980 apresentam mais responsabilidade, maior estrutura de gastos, valores da Geração Y menos cristalizados, dão maior valor à visão da família e aos estudos. Os que nasceram entre 1990 e 1995, estão mais atrelados aos valores da Geração Y, têm menor estrutura de gastos e maior envolvimento com tecnologia e inovação. A análise do nível escolar, aponta que 84% dos entrevistados possuem alta escolaridade e 16% têm primário e ginásio (completo ou incompleto). Cerca de 48% só trabalham e 7% trabalham e estudam. Há, ainda, um contingente de 7% que declarou não trabalhar nem estudar. Com relação à renda pessoal, 36% ganham de R$ 862 a R$ 1.317, enquanto 3% têm renda entre R$ 3.944 e R$ 7.556 – nessa categoria, 3% residem em São Paulo. No estudo predominam os jovens com idade entre 18 anos e 22 anos (42%) e entre 23 anos e 26 anos (25%); 23% têm idade entre 27 anos e 31 anos; 76% dos entrevistados são solteiros contra 21% de casados ou que moram com parceiros.</p>
<p>Renato Trindade afirma que os valores que permeiam a Geração Y como um todo são velocidade, liberdade, consumo, individualidade e tecnologia. “Esses valores se confundem com a própria pós-modernidade desses jovens, que são impulsivos, têm baixa reflexão e são incansáveis na busca por inovação”, afirma o executivo, acrescentando que se trata de uma geração repleta de oposições – valorizam a liberdade, mas buscam e testam limites; são liberais para o consumo e novidades, mas conservadores sociais; pensam em trabalho como meio de ganhar dinheiro, mas desconhecem planos de carreira; trabalho é remuneração, mas buscam o reconhecimento rápido; pensam no aqui e no agora, mas querem oportunidades futuras; amam a internet e a tecnologia, mas não gostam da impessoalidade do atendimento eletrônico ou via e-mail.</p>
<p>No que diz respeito ao consumo, a máxima corrente é a que consumir é melhor do que ostentar marcas. “Talvez por estarem fortemente ligados ao consumo, os Y´s acabam por se relacionar de um modo menos ostensivo com as marcas em geral. Não fogem necessariamente de modismo, mas as marcas assumem uma função de qualificadoras do produto e não de quem os usa”, afirma Trindade, acrescentando que em roupas, o importante é vestir bem e ser de boa qualidade. Em eletroeletrônicos, o principal é ter uma boa experiência anterior com a marca, os celulares têm que ter alta tecnologia e serem bonitos, os televisores têm que ser de uma marca já conhecida. Nos carros, é mais importante uma boa relação entre custo e benefício; a marca, nesse caso, é mais importante e remete à qualidade. A resposta à questão “2010 será melhor, pior ou igual?” mostrou que os jovens da Geração Y, da classe C, são mais otimistas:  59% responderam que vai melhorar, contra 56% de São Paulo. A média total foi de 46% de otimistas, 32% de pessoas que acham que vai ficar igual e 19% de pessimistas.</p>
<p><strong>Análise apurada</strong></p>
<p>A pesquisa <em>“Geração Y”</em> integra o trabalho permanente da Bridge Research de estudar o comportamento das pessoas e as diferenças entre as diversas gerações frente à evolução do mercado consumidor. “É importante estar atento à evolução das diferentes gerações tecnológicas, qual o seu ponto de ruptura e como se movimentam os <em>early adopters</em> de novas tecnologias”, destaca Trindade. <em>Social networking </em>é outra área que está no radar da Bridge Research, envolvendo a Web 2.0 com os seus blogs, fotologs, wikis, twitter e o que reúne o Consumer-Generated Media, ou a informação criada e divulgada pelos próprios consumidores, com análises de impacto, imagem, credibilidade, etc. “Para analisar, é essencial diferenciar essas novas tecnologias. Entre as redes sociais, por exemplo, é preciso especificar bem o que são redes de relacionamento como Orkut e MySpace, e como interagem com os sistemas de mensagens instantâneas como MSN e Messenger, uma vez que estamos falando de duas redes com finalidades distintas”, diz Trindade.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="text-decoration: underline;">DESTAQUES DO ESTUDO INSTITUCIONAL “GERAÇÃO Y”</span></strong></p>
<p><strong> <span style="color: #ff0000;">Geração Y &amp; Lazer</span></strong></p>
<p><strong>“<em>Sinceramente, eu prefiro mil vezes ir para a academia e cuidar de mim do que ir para o teatro, aquela coisa mais parada….</em>”</strong></p>
<p>Para os Y´s, tempo livre é sinônimo de movimento e rapidez. Entre as atividades preferidas, em primeiro lugar está navegar na internet e acessar redes sociais em busca de informações. Esportes e academia aparecem em segundo lugar, seguidos de assistir televisão e ir ao cinema – o que indica que a Geração Y elege como prioridade, depois da internet, o culto à estética e à saúde. Teatros e museus não são habituais. Embora não sejam rejeitados pelos jovens Y´s não fazem parte das atividades associadas com lazer e entretenimento.</p>
<p>“<strong><em>Faço várias coisas das quais falei, mas o que eu não deixo de fazer é ir à igreja&#8230;</em></strong>”</p>
<p>O tempo livre também é associado à diversão e espiritualidade. Segundo Renato Trindade, as baladas, casas noturnas, restaurantes, bares e o encontro com os amigos foram fortemente citados por jovens das classes A e B. “Na classe C encontramos uma certa preocupação com a espiritualidade; no tempo livre, esses jovens vão à igreja”, afirma o executivo.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Geração Y &amp; Vida profissional</strong></span></p>
<p><strong>“<em>Trabalho é necessário. Nenhum ser humano consegue ficar sem fazer nada, sem produzir…</em>”</strong></p>
<p>O trabalho é para a Geração Y sinônimo de dinheiro, estabilidade financeira. O sentir-se ativo e feliz é parte importante, mas tem que ter um propósito maior – crescer financeiramente é uma meta que deve ser alcançada rapidamente na percepção dos Y’s. No universo de desejos profissionais, o estudo aponta palavras-chave: prazer no que faz; fazer o que gosta; saber realizar; produzir; desenvolver; executar; ter benefícios; ser remunerado; ter dinheiro; se sustentar; ativo; útil; fazer parte da sociedade e evoluir.</p>
<p>No tocante à busca por oportunidades profissionais, esses jovens são mais modernos – tecnologia e relacionamento são as novas formas de buscar colocação profissional – e não definem plano de carreira. Na classe C, os caminhos tradicionais convivem com meios inovadores de buscar oportunidades. Enquanto a classe A aponta indicação e redes sociais como novas formas de buscar empregos, a classe B elege internet e pais de amigos. Na classe C, internet, envio de currículo e agência de emprego. O plano de carreira tem significado, mas não é mensurado – nenhum dos entrevistados conseguiu desenvolver um plano de carreira, formatar um planejamento para o futuro.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Geração Y &amp; Percepção política</strong></span></p>
<p><strong>“<em>Não sei se não gosto porque não entendo, ou porque não me forço a entender…</em>”</strong></p>
<p>Esses jovens acreditam que o Brasil é repleto de potencial… não realizado. Acreditam que o País pode ser melhor, mas os governantes não estão engajados no desenvolvimento nacional. Na percepção política da Geração Y, o Brasil tem potencial, liberdade, esperança, futuro, possibilidades, desenvolvimento, esforço e trabalho. Em contraponto, veem como um país maravilhoso com coisas boas e ruins; capitalista e aproveitador<strong>;</strong> uma nação promissora em mãos erradas. Para os entrevistados, a política é desinteressante – não acompanham as notícias, embora compreendam que seria importante; possuem uma visão cética.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Geração Y &amp; Comunicação</strong></span></p>
<p><strong><em>“Se a internet me dá mais opções e praticidade, por que ler jornal? É um gasto a mais…”</em></strong></p>
<p>O estudo mostrou que, pouco a pouco, a Geração Y está se afastando do hábito de comprar e ler jornais – substituídos sumariamente pela tevê e internet por “entregar” a informação com rapidez e qualidade. O rádio não é o preferido, mas foi apontado como útil e prático, ou seja, identificado com valores essenciais pela Geração Y.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Geração Y &amp; Dinheiro</strong></span></p>
<p><strong>“<em>Quando quero ficar mais feliz me dou de presente uma roupinha. Vou ao shopping e compro mesmo com o meu cartão…</em>” (Y da classe C)</strong></p>
<p>O dinheiro é resultado do trabalho e significa independência e estabilidade. Com essa percepção, a Geração Y acredita que dinheiro e estabilidade são mecanismos para a obtenção de prazer. Máximas como: “poder sobre as pessoas”, “estabilidade financeira”, “mal/bem necessário”, “futuro e possibilidade de planejar”, “progresso e realização pessoal”, “oportunidade de fazer e comprar mais” e “trabalhar para ganhar” estão presentes nos resultados da pesquisa conduzida pela Bridge Research.</p>
<p>A estrutura de gastos varia por classe social e sexo. Com menor necessidade de contribuir com o orçamento familiar, os Y´s das classes A e B personificam o consumo em toda a individualidade e na busca pelo prazer. A classe C, por sua vez, estrutura gastos oscilando entre a responsabilidade e a busca aspiracional por prazer – viagens e gastos com “luxos e indulgências” como cosméticos e roupas mais sofisticadas.</p>
<p>Na lista de consumo da Classe A: baladas, roupas e acessórios, higiene pessoal e novidades. Na B, idas à praia ou interior; lazer em geral; carro, moto e acessórios; cosméticos e beleza. A C gasta com higiene pessoal; contribuição no orçamento familiar; estudo; diversão; transporte; roupas e acessórios – o menor gasto é com viagens. As mulheres gastam em roupas e acessórios, cométicos e beleza, higiene pessoal, diversão e baladas; os homens em carro, moto e acessórios; novidades; baladas; e diversão.</p>
<p>No ranking dos principais gastos mensais, a alimentação (supermercado e restaurantes) aparece em primeiro lugar e é responsável por 18% dos gastos; roupas e acessórios (17%); telefonia móvel e fixa, internet e tevê (14%); contas de luz, gás e água (12%); baladas (11%); estudos (10%), transporte e locomoção (8%); e viagens (4%). Os entrevistados da Grande Porto Alegre gastam o superior à média com alimentação, roupas e acessórios, com a marca de 22% e 20%, respectivamente. No tocante a baladas, o maior índice de gastos é do carioca – 12%.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"> <strong>Geração Y &amp; Consumo</strong></span></p>
<p><strong>Roupas</strong></p>
<p>Uma outra especialidade da Geração Y – além de ser veloz – é ir às compras. As associações com a prática são positivas e emocionais, e estão ligadas a palavras como delícia, relaxamento, descontração e diversão. Não são apegados à marcas e têm foco no resultado que a compra produz, em especial roupas. As classes A e B apontam a vitrine como responsável pelo impulso de compra; na classe C, as lojas de rua dividem espaço com as de departamento, sendo que o foco é se a roupa “caiu bem” e se há facilidade de pagamento. Entre as principais marcas para comprar roupas, a Geração Y das classes A e B apontam: Renner, Yman, Handbook Fashion, Brooksfield, Ellus, M.Officer, C&amp;A, Planet Girls, TNG, Surf Shop e Opera Rock. Os jovens da classe C preferem Renner, Besni, C&amp;A, Eskala e Lojas do Brás. Os gastos com roupas – equivalentes a 17% da renda mensal dos entrevistados – apresentam margem superior entre as mulheres: 19%.</p>
<p><strong>Eletroeletrônicos</strong></p>
<p>Ao contrário do comportamento adotado no consumo de roupas, a Geração Y mostra maior preocupação na hora de adquirir eletroeletrônicos. Entre as marcas de celular mais citadas estão iPhone (classe A), Motorola, Nokia, Sony Ericsson; as de tevê são Sony, Samsung (classe A), Philips e Gradiente.</p>
<p><strong>Carros e Motos</strong></p>
<p>Em carros e motos, a máxima é que se não tiver qualidade, o barato sai caro – vem daí a preocupação com a marca do carro e se está associada à qualidade. Os entrevistados apontam como atributos fundamentais durabilidade, manutenção, peças etc. As marcas mais citadas pelas classes A e B – a C apresentou distanciamento – estão Ford, Chevrolet, Citroen, Volkswagen e Fiat; em motos, Honda e Yamaha.</p>
<p><strong>Bancos</strong></p>
<p>Quando o tema é banco, as associações dos Y´s não são muito diferentes. Os grandes bancos são associados à visibilidade – quanto mais propaganda, maior a sensação de que se trata de um banco grande –, quantidade de agências espalhadas pela cidade e número de caixas eletrônicos. Apontam como mais fortes e sólidos Itaú e Bradesco; os estatais Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil são associados a marcas fortes, mas menores do que os bancos privados citados. O caráter internacional do HSBC, Santander Banespa, Citibank e Banco Safra confere, na percepção da Geração Y, prestígio.  Os principais fatores para a abertura de conta corrente são: “a empresa onde trabalho abriu a conta”; “meus pais escolheram o banco”; “fácil acesso e quantidade de caixas e agências espalhadas pela cidade”; e “facilidade para abrir a conta, não houve necessidade de comprovar renda”.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Geração Y &amp; Crise</strong></span></p>
<p>A Geração Y acompanhou a crise pela internet, mas teve pouca experiência prática, ou seja, não reduziu os gastos. Os entrevistados da classe C afirmaram que sempre precisam economizar; as classes A e B não são chefes de família e sentem que a “tal crise” não exige controle dos gastos. A pesquisa mostrou que 74% dos entrevistados afirmaram que nada ou pouco conhecimento têm da crise; em São Paulo, a porcentagem é de 76% contra 71% do Rio de Janeiro. Apenas 7% dos jovens entrevistados afirmaram “estar por dentro” da crise.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"> <strong>Geração Y &amp; Comportamento</strong></span></p>
<p><strong> Relacionamento</strong></p>
<p>Conservadores ou liberais? Renato Trindade afirma que o estudo apontou que a Geração Y relaciona o namoro ao prazer e o casamento à responsabilidade. “O namoro possui associações positivas e conservadoras com conceitos como entrega, confiança, aprender a viver, aprender a ser fiel e ter alguém do lado. O casamento requer, para a Geração Y, mais seriedade e preocupação, estando associado a uma fase inevitável da vida e à perda do encanto do namoro. Essa percepção está presente entre os Y´s casados e solteiros”, detalha o executivo.</p>
<p><strong>Legalização das drogas</strong></p>
<p>De modo geral, a legalização das drogas – em especial as mais leves como maconha – é defendida ou atacada em função de uma postura individual; nunca em relação à questões públicas ou sociais. Essa percepção individualista da Geração Y contrasta com a defesa por liberdades civis dos <em>baby boomers</em>.</p>
<p><strong>Pena de morte</strong></p>
<p>Mais preocupada com a origem dos problemas de segurança pública, a Geração Y é radicalmente contra qualquer coisa que atrapalhe valores como a liberdade, sobretudo se for violência ou segurança pública. Os entrevistados afirmaram que acreditam que a pena de morte poderia ser eficaz na solução para a redução dos índices de criminalidade nas capitais brasileiras.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Geração Y &amp; Atendimento</strong></span></p>
<p><strong><em>“Eu considero o telefone mais prático, pois consigo explicar exatamente o meu problema para o atendente. Pela internet acabo esquecendo de detalhes, o que poderia prejudicar a resposta…”</em></strong></p>
<p>A Geração Y se comporta de maneira similar às demais gerações quando o tema é atendimento. A demora é a principal reclamação desses jovens, porque a impaciência é uma das características desse grupo de pessoas. As expectativas com relação ao atendimento são similares – esperam atendentes bem treinados e capacitados; com boa vontade; eficientes; atenciosos e simpáticos; pró-ativos e com raciocínio rápido. Ao serem atendidos, preferem não falar com mais de um atendente; não ter a ligação derrubada; ter respostas diretas e objetivas; e conseguir resolver o problema.</p>
<p>Uma das contradições é que a Geração Y não prefere a internet na hora do atendimento, porque não tem paciência para escrever, enviar e aguardar a solução por e-mail. Tem, ainda, insegurança por não saber se o atendente realmente entendeu a mensagem enviada pela internet. “Os entrevistados reconhecem que a internet ainda é lenta e que costuma falhar como canal de atendimento e relacionamento das empresas. Eles citam, também, a impessoalidade no atendimento via chat ou e-mail”, detalha Renato Trindade. Entre as marcas apontadas, de forma espontânea, como as melhores no atendimento estão Nextel, Nestle, Sky, Samsung, Porto Seguro, Brastemp, Net, Motorola, Unilever e 156 da Prefeitura de São Paulo. As piores são Telefonica – unanimidade – Claro, Vivo, Medial e MasterCard.</p>
<p><strong>Bridge Research</strong></p>
<p>A Bridge Research é uma empresa de pesquisa de mercado com foco na prestação de serviços de inteligência na área de tecnologia, especialmente telecom, baseada no tripé <em>expertise</em>, aplicação de tecnologia avançada e profundo envolvimento no entendimento da demanda dos clientes e na entrega e análise dos resultados. A Bridge é forte aliada das empresas na definição de estratégias de negócio. Ao investir no conhecimento da vida das empresas, a  Bridge Research é capaz de aprofundar e particularizar o projeto de pesquisa, para que de fato reflita as necessidades de negócio. O <em>approach</em> diferenciado inclui o acompanhamento da pesquisa pelo cliente no decorrer do processo. O profundo conhecimento da vida das empresas e o acompanhamento do processo são valores fortemente priorizados pela Bridge Research. <a href="http://www.bridgeresearch.com.br/">www.bridgeresearch.com.br</a></p>
<p><strong>MAIS INFORMAÇÕES: </strong>www.printeccomunicacao.com.br</p>
<p><strong>Printec Comunicação</strong></p>
<p>Vanessa Giacometti de Godoy  <a href="mailto:vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br">vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Betânia Lins   <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>William Lara william.lara@printeccomunicacao.com.br</p>
<p>Tel:  (11) 5182-1806 <strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Bridge Research, um novo approach</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 23:44:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>godoy</dc:creator>
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		<title>Printec Comunicação conquista a conta da Bridge Research</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 12:48:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Betânia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bridge Research]]></category>
		<category><![CDATA[Printec Comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[A empresa de pesquisa de mercado – presidida por Renato Trindade e que tem foco na prestação de serviços de inteligência na área de tecnologia, especialmente telecom –, integra o portfólio de clientes da Divisão de Contas Corporativas da Printec Comunicação. São Paulo, 10 de fevereiro de 2010 – A Divisão de Contas Corporativas da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.mailingprintec.com/wp-content/uploads/2010/02/printec_logo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2051" title="printec_logo" src="http://www.mailingprintec.com/wp-content/uploads/2010/02/printec_logo-300x101.jpg" alt="" width="300" height="101" /></a>A </em><em>empresa de pesquisa de mercado – presidida por Renato Trindade e que tem foco na prestação de serviços de inteligência na área de tecnologia, especialmente telecom –, integra o portfólio de clientes da Divisão de Contas Corporativas da Printec Comunicação. </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>São Paulo, 10 de fevereiro de 2010 –</em></strong><em> </em>A Divisão de Contas Corporativas da Printec Comunicação passa a atender a conta da Bridge Research, empresa de pesquisa de mercado que tem foco na prestação de serviços de inteligência na área de tecnologia, especialmente telecom. Presidida por Renato Trindade, a empresa – que tem entre seus clientes Tim, Telefonica e Itaú – está baseada no tripé <em>expertise</em>, aplicação de tecnologia avançada e entendimento da demanda dos clientes, e na entrega e análise dos resultados.</p>
<p>Para fazer a ponte de forma eficaz entre as informações sobre o consumidor e as estratégias de negócio das empresas, a Bridge Research aplica em seus processos tecnologias de última geração, o que permite não só a realização de pesquisas bem embasadas como o processamento rápido dos dados, garantindo maior disponibilidade de tempo para aprimorar a reflexão sobre o trabalho e realizar análises aprofundadas. Embora telecomunicações seja a área inicialmente considerada prioritária, incluindo telefonia móvel, fixa, tevê e banda larga, a atuação da Bridge incluirá outros segmentos como a área financeira (cartões de crédito, bancos de varejo, seguradoras, financeiras, etc.), TI (hardware e software) e dispositivos de telecom (aparelhos de telefonia celular). A estratégia é crescer por setores, com equipes dedicadas a cada um deles.</p>
<p>“Quando se fala em pesquisa de mercado na área de tecnologia, é preciso ir muito além das ferramentas em geral utilizadas. Trata-se de uma área em que o conhecimento técnico tem forte impacto sobre o desenvolvimento, a profundidade e a qualidade da pesquisa a ser realizada. É preciso antes ter a exata compreensão técnica do serviço ou produto a ser oferecido, para então propor um projeto de pesquisa adequado. E esse conhecimento técnico prévio exige alta <em>expertise</em> profissional em relação aos processos e em relação aos negócios e segmentos de mercado em análise. É com esse diferencial que a Bridge pretende ser forte aliada de seus clientes na definição de estratégias de negócio”, afirma Renato Trindade, presidente da Bridge Research.</p>
<p><strong>Entre as gerações</strong></p>
<p>A Bridge Research também estuda o comportamento das pessoas e as diferenças entre as diversas gerações frente à evolução do mercado consumidor. “É importante estar atento à evolução das diferentes gerações tecnológicas, qual o seu ponto de ruptura e como se movimentam os <em>early adopters</em> de novas tecnologias”, destaca Trindade. <em>Social networking </em>é outra área que está no radar da Bridge, envolvendo a Web 2.0 com os seus blogs, fotologs, wikis, twitter e tudo o mais que reúne o Consumer-Generated Media, ou a informação criada e divulgada pelos próprios consumidores, com análises de impacto, imagem, credibilidade, etc. “Para analisar, é essencial diferenciar essas novas tecnologias. Entre as redes sociais, por exemplo, é preciso especificar bem o que são redes de relacionamento como Orkut e My Space, e como interagem com os sistemas de mensagens instantâneas como MSN e Messenger, uma vez que estamos falando de duas redes com finalidades distintas”, diz Trindade.</p>
<p>A Printec Comunicação iniciou o atendimento à Bridge Research com a divulgação da pesquisa <em>“Perfil de Consumo da Geração Y”</em>. A íntegra da pesquisa pode ser solicitada pelo e-mail: <a href="mailto:vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br">vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p><strong>Bridge Research</strong></p>
<p>A Bridge Research é uma empresa de pesquisa de mercado com foco na prestação de serviços de inteligência na área de tecnologia, especialmente telecom, baseada no tripé <em>expertise</em>, aplicação de tecnologia avançada e profundo envolvimento no entendimento da demanda dos clientes e na entrega e análise dos resultados. A Bridge é forte aliada das empresas na definição de estratégias de negócio. Ao investir no conhecimento da vida das empresas, a  Bridge Research é capaz de aprofundar e particularizar o projeto de pesquisa, para que de fato reflita as necessidades de negócio. O <em>approach</em> diferenciado inclui o acompanhamento da pesquisa pelo cliente no decorrer do processo. O profundo conhecimento da vida das empresas e o acompanhamento do processo são valores fortemente priorizados pela Bridge Research. <a href="http://www.bridgeresearch.com.br/">www.bridgeresearch.com.br</a></p>
<p><strong>Printec Comunicação</strong></p>
<p>Com 15 anos de atuação, a Printec Comunicação desenvolve projetos de comunicação integrada para empresas e entidades. Em comunicação interna, a Printec atua com consultoria, estratégias de comunicação, produção de veículos de comunicação (mural, jornais, revistas, <em>intranet</em>)<em> </em>e campanhas motivacionais destinadas a funcionários e parceiros. Na área de comunicação externa, desenvolve ações de assessoria de imprensa e <em>media training; </em>elabora e executa projetos para lançamentos de produtos e serviços; e produz publicações customizadas como jornais, revistas, <em>newsletters</em>, relatórios institucionais, balanços sociais e sites. Na área de Projetos Especiais, a Printec  atua no Gerenciamento de Crises e desenvolve projetos de relacionamento de empresas com a comunidade, parceiros e clientes. Na área digital, a agência desenvolve blogs e conteúdo para sites. Entre os clientes da agência de comunicação integrada estão:</p>
<p><strong> </strong></p>
<ul>
<li><strong>Assessoria de imprensa:</strong> Actis – The Positive Power of Capital<strong>;</strong> Citi (responsabilidade socioambiental); Credicard; Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA-USP); Giacometti Propaganda, Branding e Arquitetura de Marca; Great Place to Work<sup>®</sup> (pesquisas <em>Melhores Empresas para Trabalhar</em>); Instituto Ortopedia &amp; Saúde; Officina Sophia; ONG Banco de Alimentos; Primavera Editorial; Roney Giah; Shopper Experience; STIHL Ferramentas Motorizadas; Voltage e TRW Automotive.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Comunicação interna:</strong> Associação Brasileira dos Distribuidores Ford (Abradif); Companhia Brasileira de Estireno (CBE); Citi; Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA-USP); TOMÉ Engenharia.</li>
<li><strong>Comunicação externa:</strong> Associação Brasileira dos Distribuidores Ford (Abradif); Tecnosil.</li>
<li><strong>Printec Digital:</strong> Primavera Editorial.</li>
</ul>
<p><strong>MAIS INFORMAÇÕES: </strong><a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/">www.printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p><strong>Printec Comunicação</strong></p>
<p>Vanessa Giacometti de Godoy   <a href="mailto:vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br">vanessa.godoy@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Betânia Lins   <a href="mailto:betania.lins@printeccomunicacao.com.br">betania.lins@printeccomunicacao.com.br</a></p>
<p>Tel:  (11) 5182-1806 <strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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