Din4mo e Broota apresentam pesquisa inédita no Brasil: “Investidores de Equity Crowdfunding”

Publicado em em Din4mo.

8Imagem_Inovadores1- Os que já investiram em equity crowdfunding têm significativa diversificação por produto: média de 3,9 tipos de investimento nos últimos dois anos. Fundos de investimento, moeda estrangeira, ouro e imóveis são os produtos mais citados. A análise do perfil mostra que são jovens e qualificados: 70% dos entrevistados têm menos de 40 anos; são do sexo masculino (92,5%), e grande parte possui pós-graduação (62%). Essas são algumas das conclusões da pesquisa “Investidores de Equity Crowdfunding”, conduzida pela consultoria Din4mo em parceria com a plataforma Broota.

- Organização pioneira no Brasil, o Broota é uma plataforma de investimento coletivo que permite o contato direto entre empreendedores que buscam capital e pessoas que querem investir em projetos inovadores. A proposta é fazer brotar bons negócios. A Din4mo é focada em alavancar as chances de sucesso de startups de negócios sociais por meio do Programa Inovadores de Impacto, customizado em uma metodologia hands on que qualifica a gestão, estrutura o acesso a capital e fortalece o networking das empresas.

São Paulo, 14 de setembro de 2016 – Um pesquisa conduzida pela Din4mo, envolvendo um universo de 4 mil pessoas cadastradas na plataforma equity crowdfundingBroota revela que para a maioria, o valor do investimento pretendido é inferior a R$ 10 mil:  36% pretendem investir menos de R$ 5 mil; e 26% entre R$ 5 mil e R$ 10 mil. O prazo de investimento ideal varia entre três e cinco anos: entre os que já investiram na modalidade, 34% preferem esse período de tempo e entre os que ainda não investiram, embora inscritos na plataforma, 31%.

A pesquisa “Investidores de Equity Crowdfunding”, que contou com as respostas de 362 cadastrados na plataforma Broota, teve por objetivo mapear o perfil dos investidores; analisar o tipo de negócio que desperta mais interesse; as principais demandas relacionadas ao processo de investimento; e a percepção sobre o impacto social.

Em relação à situação ocupacional, a análise do perfil mostra que 43% dos que já investiram em equity crowdfunding atuam predominantemente como empreendedores ou investidores: 37,3% trabalham em empresa privada como sócios; 26,2% trabalham em empresa privada com carteira assinada; 12,4% são autônomos ou profissionais liberais; e 9,7% são funcionários públicos. Os que já investiram na modalidade são, em geral, jovens com alta escolaridade: 70% dos entrevistados têm menos de 40 anos; são do sexo masculino (92,5%), e grande parte possui pós-graduação (62%).

Segundo Marco Gorini, um dos coordenadores da pesquisa e sócio-fundador da Din4mo, embora seja um conceito recente no Brasil, o equitycrowdfunding – modalidade de financiamento coletivo que tem democratizado o acesso de investidores a startups – mostra um potencial significativo de expansão. No exterior, Inglaterra e Estados Unidos destacam-se como líderes no modelo.

equity crowdfunding é a oferta pública de valores mobiliários que uma empresa disponibiliza para um grupo de investidores por meio da internet. Ao contrário docrowdfunding tradicional, em que a pessoa recebe brindes ou mesmo o produto como recompensa pelo capital aportado, no equity crowdfunding o investidor recebe, como contrapartida, uma participação acionária ou um título de dívida, que pode ser conversível em ações da empresa apoiada.

Por tratar-se de uma oferta pública de valores mobiliários, as captações via equity crowdfunding devem ser informadas à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) segundo regras estabelecidas pela instrução CVM 400. Para facilitar essas operações, a CVM simplificou o processo para captações de até R$ 2,4 milhões – desde que as empresas faturem até R$ 3,6 milhões.

Segundo Haroldo Torres, sócio-fundador da Din4mo e também coordenador da pesquisa, a plataforma Broota traz uma enorme oportunidade de bons negócios, que podem ser acessados diretamente por pessoas de diferentes perfis e interesses. O especialista analisa que o papel dos sindicatos de equity crowdfunding nas plataformas – formados por investidores líderes que estruturam e coordenam uma oferta –, como o da Din4mo, é de suma relevância para acelerar a cocriação do processo de desenvolvimento e amadurecimento desta indústria. “Esse modelo tem auxiliado no fortalecimento de uma cultura de investimento responsável e atrai um capital novo e promissor para um segmento normalmente negligenciado pelos bancos”, afirma Torres.

Segundo Frederico Rizzo, cofundador do Broota, é interessante notar que o investidor de crowdequity é em grande parte também um empreendedor. “Entre os que investiram, 37% trabalham como sócios de empresas; essas pessoas entendem a importância de retribuir para o ecossistema e possuem interesse genuíno em se conectar com inovações, em especial àquelas com impacto social positivo”, afirma Rizzo.

Rizzo acrescenta que outro ponto que ficou evidente com a pesquisa foi a carência de informações sobre equity crowdfunding. “O investimento em empresas de capital fechado, o chamado private equity, sempre esteve restrito a investidores institucionais ou altamente qualificados. Por isso, não é de se espantar que o principal motivo pelo qual os entrevistados informaram não terem investido em startups se deve à falta de informação sobre esta nova modalidade de investimento. Isso reforça a importância de educarmos o ecossistema por meio de criação de conteúdos e eventos de capacitação”, salienta.

DESTAQUES DA PESQUISA

- Jovens e qualificados: a pesquisa revela que 70% dos entrevistados têm menos de 40 anos; 46,3% têm entre 30 anos e 39 anos; 30,4% têm mais de 40 anos; e 21,5% entre 18 anos e 29 anos. Prioritariamente do sexo masculino (92,5%), grande parte dos que já investiram na modalidade possui pós-graduação (62%). A pesquisa revela que 11,9% contam com mestrado acadêmico ou doutorado; 34,5% têm ensino superior; 50% MBA ou mestrado profissional; e apenas 3,6% contam com ensino médio.

- A análise da ocupação profissional revela que 43% atuam prioritariamente como empreendedores ou investidores; 26,2% dos que já investiram em equity crowdfundingsão de empresas privadas e possuem carteira assinada; 37,3% trabalham em empresa privada, como sócios; 12,4% são profissionais liberais; 9,7% são funcionários públicos; e apenas 0,8% aposentados ou pensionistas.

- Os que já investiram em equity crowdfunding têm significativa diversificação por produto: média de 3,9 tipos de investimento nos últimos dois anos – sendo 31% em fundos de investimento; 14,9% em derivativos, moedas estrangeiras ou ouro; 11,7% em imóveis ou títulos imobiliários (não inclui casa própria); 11,1% têm participação acionária em startups: 9,5% em títulos ou fundos (CDBs, CRAs); 9,5% em títulos de dívida (inclui debêntures e títulos conversíveis); 6,6% têm poupança; e 5,8% ações cotadas na bolsa. Fundos de investimento, moeda estrangeira, ouro e imóveis são os produtos mais citados.

- A insegurança é o principal motivo que barra o investimento de 37,2%, seguido por problemas com a oferta (dúvidas sobre a rentabilidade) por 21,2%; e custos de investimento (10,3%). Entre os entrevistados, 45% já investiram em empresas oferecidas pela plataforma. Entre os atributos desejados em negócios para investir, o potencial de escala lidera a percepção.

- 73% dos entrevistados declaram não ter um setor de atividade preferido, mas 48% se interessam por negócios que envolvem tecnologia.

- Entre os que já investiram em equity crowdfunding, 23,3% acreditam que o potencial de crescimento e escala das startups são atributos desejados e determinantes para investir; 16,7% apontam a participação de outros investidores ou de empreendedores que já conhecem; 8,4% o estágio de desenvolvimento do negócio; e 8,1% a presença de um investidor de confiança.

- Sobre os atributos do investidor-líder (ou sindicato), a pesquisa mostra que a experiência do âncora e o relacionamento deste com as startups são os fatores mais relevantes na decisão de investir. Entre os que já investiram em equity crowdfunding, 36% destacam a experiência desse profissional da área de investimento; 16% a competência analítica financeira para avaliar a oferta; 15% evidências de engajamento real com a startup; 14% a experiência no setor de atuação da startup; 11% a capacidade de informar o investidor sobre a empresa no pós-investimento.

- Entre os entrevistados que já investiram em equity crowdfunding, um quinto acredita que o estágio do negócio não é uma dimensão relevante para a decisão; 37% priorizam empresas com protótipo ou produto desenvolvido em uma primeira rodada de captação; apenas 6% investem em empresas em estágio pré-operacional.

- O prazo predileto de investimento, para 34% dos investidores, varia entre três e cinco anos; apenas 5% preferem empresas com sete anos ou mais. Para a maioria – 36% dos investidores –, o valor do investimento pretendido é inferior a R$ 5 mil; 26% entre R$ 5 mil e R$ 10 mil; 17% entre R$ 10 mil e R$ 20 mil; 11% entre R$ 20 mil e R$ 50 mil; e 8% mais de R$ 50 mil.

- Sobre a importância do impacto social, apenas 5% acreditam que a existência desse fator é mais importante do que o retorno financeiro. Porém, para 54% dos investidores, o impacto social positivo é tão importante quanto o financeiro.

BROOTA

Organização pioneira na captação de recursos via equity crowdfunding, o Broota é uma plataforma que auxilia o financiamento de negócios conduzidos por startups. Nos últimos dois anos, a empresa realizou mais de 20 operações de captação, mobilizando para o segmento valores superiores a R$ 8 milhões. A plataforma conta com mais de 4 mil investidores cadastrados, sendo que 25% realizaram investimentos e equity crowdfundinghttps://www.broota.com

DIN4MO

Com valores baseados na simplicidade, ética, sensibilidade e cooperação, a Din4mo – Inovadores de Impacto atua como agente de mudança no ecossistema de negócios de impacto, com base na construção coletiva do setor. Com uma equipe sênior especializada de inovadores de impacto, trabalha para servir empreendedores,startups e organizações sociais (CSR, fundações e institutos).

Conectados a tendências e com uma visão inovadora, o time da Din4mo trabalha para elevar as chances de sucesso de empreendedores de impacto, fortalecendo a gestão, investindo e atraindo investimento e ampliando o networking da startups. É resultado da parceria de Marco Gorini, Haroldo Torres e Marcel Fukayama, profissionais com larga experiência em empreendedorismo e desenvolvimento de negócios. A Din4mo oferece aos empreendedores não apenas benefícios funcionais – aprendizado, realização, ampliação da visão, resiliência do negócio e eficiência – mas benefícios emocionais: protagonismo, acolhimento, propósito, ampliação da esperança e empatia. Emoções, estilo e percepção estão no DNA da marca.

A Din4mo atua em três eixos. No primeiro eixo – acesso ao conhecimento via o Programa Inovadores de Impacto (metodologia interativa e vivenciada no campo com o empreendedor) –, a equipe desenvolve estratégia, refina o modelo de negócio, desenvolvimento de produto, inovação, marketing, funil de vendas (go to Market), finanças e governança. No eixo acesso a capital, o segundo, investe e estrutura operações para acessar financiamentos via equity (ou via dívida), apoiando o empreendedor no planejamento da real necessidade do negócio; identifica os potenciais financiadores; e cria a estratégia e os materiais de abordagem, além de negociar com os financiadores interessados. No terceiro eixo – desenvolvimento do ecossistema – a Din4mo promove a inovação no terceiro setor por meio de estratégias voltadas à modernização do empreendedorismo social e o apoio ao fortalecimento e evolução do ecossistema de negócios com impacto. www.din4mo.com

 

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