ONG Banco de Alimentos e Instituto IRIS são destaques do Globo Repórter desta sexta-feira, 8 de julho

Publicado em em Banco de Alimentos, Instituto IRIS.

1GloboReporterONG Banco de Alimentos e Instituto IRIS mostram o poder da mobilização em prol dos brasileiros que mais precisam de ajuda. Lideradas por Luciana Chinaglia Quintão e Thays Martinez, respectivamente, as organizações lutam pelo combate à fome e pelo acesso de deficientes visuais a cães-guia. O Globo Repórter será exibido na sexta-feira, 8 de julho, às 22h20. A reprise na Globo News é aos sábados, às 9h05 e 13h30.

http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2016/07/globo-reporter-mostra-brasileiros-que-tem-mesma-vocacao-ajudar.html

São Paulo, 7 de julho de 2016  Quando a vocação é ajudar. No Globo Repórter da próxima sexta-feira (8 de julho), a história de brasileiros que conseguiram o que parecia impossível: melhorar a vida de quem mais precisa. Voluntários contra a fome: eles estão alimentando 22 mil pessoas todos os dias só com a comida que agricultores e comerciantes jogariam no lixo.  Nas ruas, a batalha de João, que aos oito anos conseguiu dar novo fôlego à campanha para treinar e doar cães-guia. A história de mulheres como a economista Luciana Chinaglia Quintão e a advogada Thays Martinez, fundadoras e presidentes, respectivamente, da ONG Banco de Alimentos e do Instituto IRIS. Enquanto Luciana enfrenta a luta diária contra a fome e o desperdício de alimentos, Thays batalha para ampliar o acesso de deficientes visuais a cães-guia. 

No Globo Repórter, a história da campanha que questiona quanto vale o olhar de um cão-guia.  Para um deficiente visual – que ganha mobilidade, inclusão social, qualidade de vida e companhia permanente – o valor é simplesmente incalculável. No entanto, o custo envolvido no treinamento, cerca de R$ 35 mil, é alto para uma organização sem fins lucrativos. Neste cenário, a ONG IRIS lançou uma campanha para arrecadar fundos via crowdfunding, pela plataforma Kickante. “Cão-Guia: quanto vale o seu olhar?” tem duas metas: a primeira é arrecadar R$ 140 mil na vaquinha virtual para repor quatro cães para deficientes que precisam “aposentar” os guias atuais (após oito a nove anos de serviços prestados); a segunda, depois de superar a meta inicial, é tornar o Instituto autossustentável.

De acordo com Thays Martinez, presidente do IRIS, a proposta é aposentar os cães – em médio prazo, 10 cães-guia precisam ser repostos – e entregar novos para deficientes inscritos em uma lista que reúne 3 mil pessoas. O IRIS tem planos de intensificar o treinamento no Brasil; nos últimos dois anos, a organização já treinou no país 10 cães-guia. Com doações a partir de R$ 10, a organização espera mobilizar brasileiros dos quatro cantos do país. Para doar: http://www.kickante.com.br/campanhas/cao-guia-quanto-vale-o-seu-olhar.

Para se ter uma ideia da gravidade do problema, o Brasil possui 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual – 582 mil cegos e seis milhões com baixa visão, de acordo com o Censo 2010 conduzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O IRIS, entidade sem fins lucrativos criada para promover a inclusão social prioritariamente das pessoas com deficiência visual por meio do cão-guia, estima que existam apenas 100 cães-guia no país. A organização brasileira   atua em parceria com a Leader Dogs for the Blind, ONG instalada em Rochester (Michigan, Estados Unidos).

Comida para quem precisa

Hoje, o desperdício de alimentos afeta todo o mundo; por ano, cerca de 1,3 bilhão de toneladas de alimentos – o equivalente a 30% de tudo o que é produzido – são perdidas ou desperdiçadas afetando o planeta, pois toda a energia, água e produtos químicos usados para a produção e descarte destes alimentos também é perdida.

Fundada em 1998 pela economista Luciana C. Quintão, a ONG Banco de Alimentos já arrecadou – de janeiro de 1999 a maio de 2016 – mais de 6 mil toneladas de alimentos, evitando um grande desperdício. Com um método de trabalho que se tornou referência para a criação de novas organizações, a associação civil trabalha em três vertentes: minimizar os efeitos da fome e combater o desperdício de alimentos por meio da colheita urbana; empreender ações educacionais e profiláticas voltadas às comunidades atendidas (em parceria com faculdades de nutrição); e disseminar informações sobre a fome e o desperdício na sociedade – promovendo uma mudança social, incentivando o fim da cultura do desperdício e o exercício pleno da cidadania consciente.

O Banco de Alimentos atua para combater o problema da fome na origem, ou seja, investindo na educação e no comprometimento do cidadão para a solução da questão. Atualmente, mais de 52 milhões de pessoas vivem em estado de insegurança alimentar (IBGE) e 3,4 milhões ainda passam fome no país (FAO, 2015). Esses dados se tornam ainda mais assustadores quando levamos em consideração que o Brasil é o segundo fornecedor mundial de alimentos e produtos agrícolas ao produzir, aproximadamente, 25,7% mais do que o necessário para alimentar toda a população (FAO).

A ONG Banco de Alimentos e  o Instituto IRIS são atendidos em caráter voluntário pela Printec Comunicação.
 

ONG BANCO DE ALIMENTOS

Fundado em 1998 a partir da iniciativa civil e pioneira da economista Luciana C. Quintão, o Banco de Alimentos é uma associação civil que atua com o objetivo de minimizar os efeitos da fome e combater o desperdício de alimentos, permitindo que um maior número de pessoas tenha acesso a alimentos básicos e de qualidade – e em quantidade suficiente -para uma alimentação saudável e equilibrada. Os alimentos distribuídos são excedentes de comercializações, perfeitos para o consumo. A distribuição possibilita a complementação alimentar a todas as pessoas assistidas pelas 42 instituições cadastradas no projeto, ou seja, mais de 21 mil pessoas. www.bancodealimentos.org.br

IRIS

O Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (IRIS), entidade sem fins lucrativos, foi fundado em 2002, em São Paulo (SP), com a missão de desenvolver atividades que acelerem o processo de inclusão social das pessoas com deficiência visual. A prioridade institucional é a difusão do cão-guia como grande facilitador do processo de inclusão. O Instituto é um dos poucos no Brasil com um instrutor reconhecido pela International Guide Dog Federation (Inglaterra), especialmente qualificado pela Royal New Zealand Foundation for the Blind – Guide Dog Services (Nova Zelândia) entre 1996 e 1999. www.iris.org.br

 

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