Força tarefa Brasileira de Finanças Sociais lança em outubro recomendações para o avanço do campo de Finanças Sociais e Negócios de Impacto no Brasil

Publicado em em Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais.

Meta é aumentar o volume de recursos para finanças sociais no país e ampliar as oportunidades  para a população de baixa renda 

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Com a presença de Sir Ronald Cohen, principal liderança global no campo dos investimentos de impacto social, a Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais lança no dia 14 de outubro, em São Paulo, um conjunto de recomendações para o desenvolvimento desse campo no país. O lançamento acontecerá durante o Seminário Finanças Sociais: Tendências Globais e Recomendações para o Brasil.

As quinze recomendações que serão propostas representam a síntese de mais de um ano de trabalho, pesquisas e estudos da legislação realizados pelos integrantes da Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais em parceria com organizações e pesquisadores, com o objetivo de debater, compartilhar e identificar oportunidades e desafios na busca de mudanças sistêmicas que ampliem o capital privado e público disponível para o desenvolvimento de modelos de negócios que resolvem problemas sociais e mecanismos financeiros que viabilizem esses negócios. As recomendações tomam por base quatro alavancas consideradas essenciais: 1) Ampliação da oferta de capital; 2) Fortalecimento de organizações intermediárias; 3) Aumento do número de negócios de impacto qualificados e escaláveis; 4) Promoção de um macroambiente favorável.

“Para a Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais, a ampliação da oferta de capital, seja por doação, empréstimo, contratação ou investimento com retorno financeiro, viabilizará empreendedores a implementarem mais negócios de impacto social e, consequentemente, a promoção de novos produtos e serviços que criam oportunidades para as comunidades de baixa renda. Estes produtos e serviços geram transformações sociais”, afirma Célia Cruz, do Instituto de Cidadania Empresarial (ICE) que, ao lado da SITAWI integra a diretoria executiva da Força Tarefa  Brasileira de Finanças Sociais. Mais que uma tendência, esse movimento avança em vários países e é considerado hoje um caminho importante para a solução de questões sociais.

Os atuais membros da Força Tarefa Brasileira são André Degenszajn, Antônio Ermírio de Moraes Neto, Ary Oswaldo Mattos Filho, Fabio Barbosa, Guilherme Affonso Ferreira, Luiz Lara, Maria Alice Setúbal, Pedro Parente e Vera Cordeiro.

Antonio Ermírio de Moraes Neto representa a Força Tarefa Brasileira no Grupo Global de Gestão Investimento de Impacto Social (Global Steering Group on Social Impact Investment, GSGSII), formado no âmbito dos países do G20, que é presidido por Sir Ronald Cohen. O Grupo Global de Gestão de Investimento de Impacto Social é o braço de articulação do movimento Força Tarefa de Investimento de Impacto Social (Taskforce on Social Impact Investment), formado pelos países que integram o G7 e pela Austrália. 

Finanças sociais

O campo das finanças sociais desenvolveu-se no mundo e no Brasil com o propósito de buscar novos recursos para financiar modelos de inovação que possam gerar impacto social positivo, por meio de produtos e serviços, para a população de baixa renda.  Isso porque os recursos financeiros provenientes de fontes tradicionais (governos, organismos internacionais, investimento social privado e filantropia) têm sido insuficientes para financiar inovação social. As finanças sociais despontam como uma oportunidade de aumentar o capital disponível para negócios de impacto em áreas como saúde, educação e habitação, entre outras.

Para a Força Tarefa, mais empreendedores sociais com negócios de impacto levarão a mais modelos de operação testados e a mais casos de sucesso com impacto mensurado e resultado financeiro comprovados, atraindo mais investimentos e gerando um ciclo virtuoso, capaz de inspirar e de servir de referência para novos empreendedores e investidores. Segundo Leonardo Letelier da SITAWI, organização que junto com o ICE conduz a diretoria executiva da Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais, “será necessário ainda buscar aliados que estejam empenhados em construir um ambiente com mais dinamismo para esse campo. Isso implica em mapear lideranças públicas e privadas que precisam ser sensibilizadas para o desafio de mobilizar recursos financeiros para impacto socioambiental e eventualmente propor regulamentações e normas que facilitem o desenvolvimento desse ecossistema”. 

Os avanços que o Brasil registrou nos últimos 20 anos provocaram mudanças positivas nas classes sociais de baixa renda, sobretudo em serviços básicos como saúde e educação, mas ainda há muito a avançar. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, PNAD 2011), 66% da população brasileira pertence hoje às classes C, D e E. Entre 2005 e 2010, as classes D e E tiveram uma redução de 49%, ao mesmo tempo que a classe C registrou aumento de 62%. Isso significa que uma parcela importante da população passou a ter acesso a bens e serviços que antes eram restritos às classes de maior renda. Por outro lado, permanece no país o desafio de oferecer produtos e serviços de melhor qualidade, que proporcionem melhores oportunidades às pessoas. É nesse espaço que surgem diversas oportunidades de expansão das finanças sociais e dos negócios de impacto.

No Reino Unido, o tema foi incorporado às políticas sociais do Estado, tendo como principal liderança Sir Ronald Cohen, que nos últimos 16 anos tem se dedicado ao crescimento dos investimentos de impacto também em outros países. Uma evidência disso foi a criação, em julho de 2013, por iniciativa do primeiro ministro David Cameron quando o Reino Unido ocupava a Presidência do G8, de uma Força Tarefa de Investimento de Impacto Social composta pelos países do G7, Austrália e Comissão Europeia, tendo como presidente Sir Ronald Cohen (http://www.socialimpactinvestment.org/).

Em setembro de 2014, este grupo publicou uma série de relatórios com várias recomendações para a sociedade sobre como este setor poderá avançar mais rapidamente. A meta é que, como resultado dessas ações, um volume cada vez maior de recursos seja liberado no mundo de seus investimentos tradicionais e redirecionados a negócios de impacto que vinculam retornos financeiros a benefícios sociais.

UntitledA nova onda de empreendedorismo social para melhorar a vida das pessoas

Sir Ronald Cohen acredita que o mundo se encontra agora nos primórdios de uma revolução social. Uma crescente onda de empreendedorismo social segue a onda de empreendedorismo voltado para os negócios. Ela procura fazer a diferença, ser significativa, melhorar a vida das pessoas.

Trata-se de nova mentalidade que vem se difundindo cada vez mais no mundo das finanças e dos investimentos. Começou na Inglaterra e se espalhou para os Estados Unidos e demais países do G7. Avançou também para Austrália, Índia, Israel, Chile e Argentina, e já chegou ao Brasil com a criação da Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais, que propõe uma nova abordagem para a solução dos problemas da população de baixa renda nas áreas de saúde, educação, serviços financeiros e habitação, entre outras. A proposta do grupo é transitar do atual modelo de fazer negócios e de financiar o setor social – que põe de um lado empresas que buscam lucro, e de outro, organizações sociais com enormes desafios financeiros em decorrência da dependência de modelos tradicionais de financiamento – para uma nova forma de atuação que alia impacto social e sustentabilidade financeira.

Recomendações – Lançamento oficial

A agenda da Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais é pautada pela criação e disseminação de informações sobre o campo, identificação de gargalos e oportunidades, e influência e articulação de atores estratégicos para avançar a agenda para o Brasil. Para contribuir com o amadurecimento do campo, e tornar realidade a visão de movimentar o maior volume possível de recursos ao ano via mecanismos de finanças sociais até 2020, a Força Tarefa  Brasileira de Finanças Sociais irá divulgar, no dia 14 de outubro, um conjunto de Recomendações para os próximos 5 anos, com o objetivo de contribuir para a expansão do campo no Brasil.

Após o estudo de 85 recomendações globais, pesquisas, conversas com especialistas e atores do campo, e realização de consulta aberta, foram identificadas quatro grandes alavancas que precisam se mover ao mesmo tempo para gerar a mudança sistêmica necessária: 1) Ampliação da oferta de capital; 2) Fortalecimento de organizações intermediárias; 3) Aumento do número de negócios de impacto qualificados e escaláveis; 4) Promoção de um macroambiente favorável às finanças sociais. A consolidação deste trabalho gerou 15 recomendações, com objetivos e prioridades para o campo.

As recomendações tratam dos seguintes temas:

*o texto de cada uma será detalhado, com respectivos atores e metas, no lançamento oficial no dia 14 de outubro.

1. Investimento de indivíduos de alta renda em produtos financeiros de impacto
2. Protagonismo de Fundações e Institutos em finanças sociais
3. Expansão e capitalização de fundos sociais
4. Uso do subcrédito social do BNDES para negócios de impacto
5. Inclusão de negócios de impacto na cadeia de valor das empresas
6. Inclusão de negócios de impacto nas compras governamentais
7. Chamadas para fundos de investimento de impacto
8. Fortalecimento de incubadoras e aceleradoras para qualificar mais negócios de impacto
9. Apoio SEBRAE aos empreendedores de negócio de impacto
10. Formação de empreendedores de negócios de impacto; produção e disseminação de conhecimento em Finanças Sociais e Negócios de Impacto
11. Formatos inovadores para financiamento de negócios de impacto
12. Utilização de padrões globais de indicadores de avaliação de impacto
13. Integração do Governo Federal na agenda de finanças sociais
14. Título de Impacto Social
15. Princípios para Negócios de Impacto no Brasil 

Estudos

Além das Recomendações, a Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais vem desenvolvendo uma série de estudos em parceria com empresas e instituições, com o objetivo de ajudar a desenvolver uma verdadeira mudança de mentalidade que permita a expansão desse campo no Brasil.

Veja a seguir alguns desses estudos:

Mapeamento dos recursos financeiros disponíveis no campo social do Brasil com vista à identificação de recursos potenciais para finanças sociais (Estudo Deloitte)

Realizado pela Deloitte em parceria com a Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais, o estudo identificou atores públicos e privados da oferta de capital, isto é, das fontes de recursos já disponíveis e que poderiam ser canalizadas para financiar o campo social. Com isso, foram identificados os recursos disponíveis hoje com destinação às finanças sociais. Foram mapeados os montantes potenciais para este campo em 2020, recursos públicos e privados que deverão viabilizar atividades que produzem impacto social com sustentabilidade financeira.

O fluxo desse ecossistema inicia-se nos atores da oferta de  capital, que alocam recursos por meio de modalidades específicas de investimentos para financiar iniciativas executadas por atores do lado da demanda de capital. Entre os atores da oferta de capital estão Governo, Organismos Nacionais de Fomento, Organismos Multilaterais de Crédito, Pessoas Jurídicas, Instituições de Finanças Comunitárias, Fundações e Associações, Pessoa Física.

Entre os atores do lado da demanda de capital estão OSC sem geração de receita; OSC com geração de receita; OSC com negócio social; negócio de impacto social ou inclusive que não distribui dividendos; cooperativas; negócios com missão socioambiental que distribuem parte dos dividendos; negócios com missão socioambiental que podem distribuir parte dos dividendos; empresas puramente comerciais.

Inclusão dos Negócios de Impacto nas Compras das Grandes Empresas e Governo (Pesquisa Fundação Getulio Vargas)  

A despeito de entraves ainda existentes, o governo, em todos os níveis, e as empresas privadas podem ter relevante papel para alavancar o desenvolvimento de organizações intermediárias e o crescimento dos negócios de impacto, e contribuir de forma efetiva para a redução das vulnerabilidades socioeconômicas existentes no Brasil. Esta é uma das principais conclusões de pesquisa pioneira sobre a “Inclusão dos Negócios de Impacto nas Compras das Grandes Empresas e Governo”, realizada por uma equipe de pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP), da Fundação Getulio Vargas a pedido da Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais (FTFS).

Os autores, professores Edgard Barki e Fernando Burgos, explicam que o objetivo do estudo foi descrever como esses negócios de impacto estão sendo incluídos nas compras de grandes empresas e do governo. O trabalho procurou também identificar desafios e oportunidades enfrentados por todos os stakeholders desse processo, e fazer algumas recomendações para o setor de negócios de impacto.

Bancos e Agências de Desenvolvimento: Sugestões para potencializar as Finanças Sociais e os Negócios de Impacto no Brasil

O objetivo do estudo é apresentar às agências e bancos de desenvolvimento econômico nas esferas nacionais, regionais e estaduais, sua importância estratégica no fomento do campo de Finanças Sociais no Brasil.

Bancos e Agências de Desenvolvimento foram constituídos para apoiar empreendimentos que contribuam com o desenvolvimento econômico do país, ou da esfera administrativa em que atuem. Isto se dá por financiamentos, fortalecimento da estrutura de capital de empresas, fomentos para a atividade de comércio exterior, ou pelo desenvolvimento do mercado de capitais.

Um campo em estruturação, como o das Finanças Sociais, necessita da atuação próxima destes Bancos e Agências como motores que impulsionem seu crescimento, fortalecendo seus atores e trazendo oportunidades para que o campo em si se desenvolva.

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Sir Ronald Cohen

Referências

Sir Ronald Cohen é a principal liderança global em investimento de impacto.  Atualmente é chairman do Global Social Impact Investment Steering Group (Grupo Global de Gestão de Investimento de Impacto Social, grupo internacional que coordena ações relacionadas a investimento de impacto no âmbito dos países do G20) e do Portland Trust. Foi fundador de diversas organizações muito relevantes no campo das Finanças Sociais na Europa e no mundo, tais como: Social Finance UK (2007-2011), Social Finance EUA, Social Finance Israel, Big Society Capital e Bridges Ventures (2002-2012). Ele presidiu a Social Impact Investment Taskforce, estabelecida pela presidência do G8 (2013-2015), a Social Investment Taskforce UK (2000-2010) e a Commission on Unclaimed Assets  (2005-2007). Em 2012 recebeu o Prêmio Rockefeller de Inovação por sua atuação no tema de finanças sociais. No campo do venture capital, co-fundou e foi diretor presidente da Apax Partners Worldwide LLP (1972-2005), da British Venture Capital Association e da European Venture Capital Association.

http://ronaldcohen.org/

Finanças Sociais 

Finanças Sociais são recursos privados e públicos para investimento em atividades que visam produzir impacto social com sustentabilidade financeira. Utilizam instrumentos financeiros novos e existentes para viabilizar a alocação desse capital, podendo ou não gerar retorno financeiro sobre o capital investido. O impacto deve mensurado e analisado periodicamente. O retorno deve ser apropriável e gerenciável pelo empreendimento, sendo que o capital originalmente investido e seus rendimentos podem ou não ser restituídos ao investidor.

Negócios de impacto

Negócios de Impacto são empreendimentos que têm a missão explícita de gerar impacto socioambiental ao mesmo tempo em que geram resultado financeiro positivo de forma sustentável. A Força Tarefa de Finanças Sociais trabalhou com diversas organizações na construção de uma Carta de Princípios para os negócios de impacto, como forma de estabelecer alguns parâmetros de atuação no Brasil. Esses parâmetros são: propósito de gerar impacto socioambiental positivo explícito na sua missão; conhecer, mensurar e avaliar o seu impacto periodicamente; ter uma lógica econômica que permite gerar algum tipo de receita própria; possuir uma governança que leva em consideração os interesses de investidores, clientes e a comunidade. 

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Sobre a Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais

A Força Tarefa de Finanças Sociais é um grupo que reúne representantes de diversos setores com o intuito de buscar soluções sistêmicas para atrair mais capital para financiar inovações que aliem impacto social e sustentabilidade financeira. A Força Tarefa atua na criação e disseminação de conceitos claros sobre finanças sociais, na articulação de atores estratégicos e na priorização e acompanhamento de ações de forma a acelerar o crescimento desse campo no país.

Os membros da Força Tarefa são André Degenszajn, Antônio Ermírio de Moraes Neto, Ary Oswaldo Mattos Filho, Fabio Barbosa, Guilherme Affonso Ferreira, Luiz Lara, Maria Alice Setúbal, Pedro Parente e Vera Cordeiro. Antonio Ermírio de Moraes Neto representa a Força Tarefa Brasileira no Grupo de Gestão Global de Investimento de Impacto Social (Global Steering Group on Social Impact Investment, GSGSII), formado no âmbito dos países do G20.

A Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais tem um modelo de governança que inclui uma Diretoria Executiva integrada pelo Instituto de Cidadania Empresarial (ICE) e pela SITAWI, um Grupo de Apoio Contínuo (GAC) formado 60 organizações, representantes da academia, do ecossistema, do terceiro setor e do setor privado e público, que são instâncias de consulta e decisão sobre os conteúdos produzidos por um Comitê Estratégico composto pela Deloitte e Fundação Telefônica, e recebe apoio financeiro do próprio  ICE e da Fundação Telefônica, Instituto Península e Lew’Lara\TBWA.

http://forcatarefafinancassociais.org.br/

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Sobre o ICE – Instituto de Cidadania Empresarial

Criado em 1999, o ICE é uma organização da sociedade civil que tem como missão articular líderes transformadores no desenvolvimento de iniciativas inovadoras que potencializem impacto social positivo na população de baixa renda. Tendo como propósito central o fomento à inovação social, o ICE escolheu como foco de sua atuação para o período de 2014 a 2018 o fortalecimento do ecossistema de Finanças Sociais e o incentivo à criação de mecanismos financeiros inovadores que busquem alocar mais capital para projetos e iniciativas que gerem amplo impacto social. O ICE atua em rede de maneira colaborativa, com a finalidade de ampliar o impacto de suas ações por meio de seus projetos: 1.Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais; 2. Programa Academia; 3. Programa de apoio a organizações estratégicas do ecossistema e 4. Programa de Fomento a Aceleradoras e Incubadoras (A&IS).

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Sobre a SITAWI Finanças do Bem

Pioneira no campo de Finanças Sociais no Brasil, a SITAWI é uma organização social de interesse público (OSCIP) que atua no Brasil e exterior como uma plataforma de Finanças do Bem operando soluções financeiras inovadoras para impacto socioambiental positivo. A plataforma está estruturada em 4 programas: Finanças Sociais, Finanças Sustentáveis, Cultura Filantrópica e Negócios & Impacto. Desta forma, trabalha para cumprir com sua missão de mobilizar mais capital, mais tipos de capital e seu melhor uso e alocação para transformar mais vida. Em 7 anos de história já geriu 8 Fundos de Empréstimo Socioambiental e desembolsou R$ 6 milhões, favorecendo o fortalecimento da infraestrutura do setor socioambiental no Brasil. É por meio desses 33 projetos beneficiados, em 26 organizações, que a SITAWI já contribuiu com a transformação de 150 mil vidas.
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