Printec Comunicação é a nova assessoria de imprensa da Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais

Publicado em em Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais.

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A Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais foi lançada em maio de 2014 com o objetivo de ampliar o capital privado e público disponível para alavancar organizações e negócios de impacto baseados em modelos inovadores e com potencial de ganho de escala, capazes de resolver problemas sociais ao mesmo tempo em que apresentam resultado financeiro positivo de forma sustentável.

São Paulo, 13 de julho de 2015Os negócios de impacto social – que têm como foco resolver problemas sociais de comunidades de baixa renda com base em um modelo econômico voltado à venda de produtos e serviços que geram performance financeira, empregos e inovação – constituem hoje uma forte tendência da economia global, especialmente nos países emergentes, uma vez que oferecem à população soluções inovadoras e com potencial de ganho de escala em áreas como educação, saúde e serviços financeiros. Mesmo assim, a possibilidade de investimento via mecanismos de finanças sociais – ou seja, recursos públicos e privados que viabilizam atividades que produzem impacto social com sustentabilidade financeira – ainda está muito aquém de seu potencial. Governos, setor financeiro, investidores, empresas e instituições intermediárias (entre elas aceleradoras, incubadoras, universidades e institutos de avaliação) podem fazer mais para ampliar  a oferta de recursos disponíveis para viabilizar a atuação de organizações e empresas com investimentos em negócios de impacto social.

Lançada em maio de 2014, a Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais, a nova cliente da Printec Comunicação no núcleo assessoria de imprensa, surgiu justamente com o propósito de ampliar o capital privado e público para financiar inovação social, com modelos que combinam impacto social com sustentabilidade financeira.

No Brasil, as finanças sociais têm grande potencial. Acesso a serviços de saúde e educação melhoraram, mas a maioria da população, 66%,  vive com renda abaixo de R$ 2.034 por mês (informações da Plano CDE). É nesse contexto que estão se expandindo, nos últimos anos, os negócios de impacto, que contribuem para encontrar soluções inovadoras para atender a essa população. Junto com o nascimento dos negócios de impacto, há também a mobilização de um capital novo para este campo. A Força Tarefa é um importante marco desse movimento no Brasil. Diante das oportunidades que surgem no mercado brasileiro, a Força Tarefa considera essencial essa articulação de atores estratégicos, assim com a disseminação de conceitos claros sobre essa área, a fim de priorizar ações que acelerem o crescimento de recursos privados e públicos para finanças e negócios de impacto social no país. Esses empreendimentos podem ser iniciativas de organizações da sociedade civil, cooperativas ou empresas com fins de lucro.

A governança da Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais é formada por representantes de diferentes setores engajados no avanço desse campo no país, uma diretoria executiva integrada pelo Instituto de Cidadania Empresarial (ICE) e pela SITAWI Finanças do Bem, um Comitê Estratégico representado pela Deloitte e Fundação Telefonica, e um Grupo de Apoio Contínuo com 100 membros.

Os atuais membros da Força Tarefa Brasileira são André Degenszajn, Antônio Ermírio de Moraes Neto, Ary Oswaldo Mattos Filho, Fabio Barbosa, Guilherme Affonso Ferreira, Luiz Lara, Maria Alice Setúbal, Pedro Parente e Vera Cordeiro. Antonio Ermírio de Moraes Neto representa a Força Tarefa Brasileira no Global Steering Group (Grupo de Gestão Global) de finanças sociais, formado no âmbito dos países do G20.

A inspiração da Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais vem de outras Forças Tarefas globais. A iniciativa começou na Inglaterra, em 2000. Depois, surgiram Forças Tarefas no  Canadá e Estados Unidos e, em 2013, foi lançada a Força Tarefa dos países do G8, quando a Inglaterra exercia a presidência do encontro do G8. Esta Força Tarefa do G8 gerou Forças Tarefas em seus próprios países com respectivas recomendações e grupos transversais, como o de avaliação de impacto, com recomendações a todos os países membros.

Boa parte dos pools de capital destinados para finanças sociais utilizam-se de  mecanismos financeiros novos ou existentes, como o microcrédito e fundos de investimento de impacto. A  Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais acredita que é possível ampliar a  oferta de capital atual para este campo, a partir de um leque maior e melhor de opções, do fortalecimento das organizações intermediárias, do aumento do número de negócios de impacto qualificados e escaláveis, da produção e disseminação de conhecimento sobre o campo  e de um ambiente legal e regulatório mais favorável e criativo.

Célia Cruz, diretora-executiva do ICE, que em conjunto com a SITAWI compõe a diretoria executiva da Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais, é porta-voz do ICE para entrevistas à imprensa; pela SITAWI, o porta-voz é Leonardo Letelier.

A conta será atendida por Vanessa Giacometti de Godoy, Antônio Carlos Godoy e Betânia Lins.

FORÇA TAREFA BRASILEIRA DE FINANÇAS SOCIAIS

A Força Tarefa de Finanças Sociais é uma iniciativa liderada pelo Instituto de Cidadania Empresarial (ICE) e pela SITAWI com o objetivo de acrescentar ao capital filantrópico e governamental disponível no Brasil volumes de investimento, privado ou público, que busquem combinar impacto social e sustentabilidade financeira. A Força Tarefa tem como objetivo criar e disseminar conceitos claros sobre finanças sociais, articular atores estratégicos e priorizar ações de forma a acelerar o crescimento desse campo no país.

Os atuais membros da Força Tarefa são André Degenszajn, Antônio Ermírio de Moraes Neto, Ary Oswaldo Mattos Filho, Fabio Barbosa, Guilherme Affonso Ferreira, Luiz Lara, Maria Alice Setúbal, Pedro Parente e Vera Cordeiro.

A Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais tem um modelo de governança que inclui um Grupo de Apoio Contínuo (GAC), formado por diferentes organizações, representantes da academia, do terceiro setor e setor privado, que são instâncias de consulta e decisão sobre os conteúdos produzidos. A diretoria executiva é integrada pelo ICE e pela SITAWI, possui um Comitê Estratégico composto pela Deloitte e Fundação Telefonica e recebe apoio financeiro do próprio  ICE e da Fundação Telefônica, Instituto Península e Lew’Lara\TBWA.

ICE – Instituto de Cidadania Empresarial

Criado em 1999, o ICE é uma organização da sociedade civil que tem como missão articular líderes transformadores no desenvolvimento de iniciativas inovadoras que potencializem impacto social positivo na população de baixa renda. Tendo como propósito central o fomento à inovação social, o ICE escolheu como foco de sua atuação para o período de 2014 a 2018 o fortalecimento do ecossistema de Finanças Sociais e o incentivo à criação de mecanismos financeiros inovadores que busquem alocar mais capital para projetos e iniciativas que gerem amplo impacto social. O ICE atua em rede de maneira cooperativa e colaborativa, com a finalidade de ampliar o impacto de suas ações por meio de seus projetos: 1.Força Tarefa Brasileira de Finanças Sociais; 2. Programa Academia; 3. Programa de apoio a organizações estratégicas do ecossistema e 4. Programa de Fomento a Aceleradoras e Incubadoras (A&IS).

SITAWI Finanças do Bem

Pioneira no campo de Finanças Sociais no Brasil, a SITAWI é uma organização social de interesse público (OSCIP) que atua no Brasil e exterior como uma plataforma de Finanças do Bem operando soluções financeiras inovadoras para impacto socioambiental positivo. A plataforma está estruturada em 4 programas: Finanças Sociais, Finanças Sustentáveis, Cultura Filantrópica e Negócios & Impacto. Desta forma, trabalha para cumprir com sua missão de mobilizar mais capital, mais tipos de capital e seu melhor uso e alocação para transformar mais vida. Em 7 anos de história já geriu 8 Fundos de Empréstimo Socioambiental e desembolsou R$ 6 milhões, favorecendo o fortalecimento da infraestrutura do setor socioambiental no Brasil. É por meio desses 33 projetos beneficiados, em 26 organizações, que a SITAWI já contribuiu com a transformação de 150 mil vidas.

Printec Comunicação

Com 20 anos de atuação, a Printec Comunicação desenvolve projetos de comunicação integrada para empresas e entidades. Em comunicação interna, a Printec atua com consultoria, estratégias de comunicação, produção de veículos de comunicação (mural, jornais, revistas, intranet) e campanhas motivacionais destinadas a funcionários e parceiros. Na área de comunicação externa, desenvolve ações de assessoria de imprensa e media training; elabora e executa projetos para lançamentos de produtos e serviços; e produz publicações customizadas como jornais, revistas, newsletters, relatórios institucionais, balanços sociais e sites. Na área de Projetos Especiais, a Printec  atua no Gerenciamento de Crises e desenvolve projetos de relacionamento de empresas com a comunidade, parceiros e clientes. Na área digital, a agência desenvolve blogs e conteúdo para sites. Entre os clientes da agência de comunicação integrada estão:

Assessoria de imprensa: A Corrente do Bem; Actis – The Positive Power of Capital; Artemisia; Banco de Alimentos; Giacometti Comunicação; Great Place to Work; Shopper Experience; Value Bridge; WABCO South America; e Zhuo Consultoria em Gestão, Inovação e Estratégia de Marca.

Comunicação institucional:  Alcoa, Citibank e SAP.

 

 

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Antônio Carlos de Godoy antonio.godoy@printeccomunicacao.com.br

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