Value Bridge indica como empresas podem avaliar o desempenho do conselho de administração

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SergioAlmeida_ValueBridge_FotoMicheleMifano2As empresas dos Estados Unidos estão liderando a tendência de avaliar – e questionar – o desempenho dos profissionais que integram os conselhos de administração. Em busca de melhor performance frente à crescente demanda dos investidores, os conselhos estão buscando especialistas externos para capacitá-los a assumir papéis cada vez mais estratégicos.

São Paulo, 22 de junho de 2015 Médicos de conselhos. O termo está sendo usado, nos Estados Unidos, para nomear especialistas externos, ou seja, consultores que estão “capacitando” os profissionais que ocupam altos cargos nos conselhos de administração. Esses especialistas têm sido a resposta assertiva em uma época em que os investidores exercem uma pressão sobre a liderança de companhias em busca de melhor performance dos negócios. A tendência foi destaque do The Wall Street Journal em matéria que mostra que em 2013, 19% das empresas norte-americanas de capital aberto escolheram um consultor de fora da companhia para avaliar o conselho de administração; em 2010, o índice foi de 17%.

Empresas como a Spencer Stuart, especializada na avaliação de conselhos de administração, preveem que 35% das maiores empresas do Estados Unidos contratarão consultores externos dentro dos próximos cinco anos. Hoje, empresas de recrutamento e treinamento de executivos, escritórios de advocacia e consultores de governança corporativa passaram a oferecer serviços para esse crescente mercado.

Segundo Sérgio Almeida, presidente da Value Bridge, esses consultores recomendam ajustes que muitas vezes poderiam ter sido indicados pelo próprio presidente da companhia. “Ocorre que os investidores têm elevado as expectativas de desempenho dos conselhos; exigem que os conselheiros passem a exercer um papel mais protagonista na elaboração de estratégias – sobretudo quando há aquisições e fusões”, avalia Almeida, acrescentando que é importante que o presidente identifique pontos de melhoria nos conselhos, antes que os investidores tomem a dianteira nesse processo.

Mas, como os presidentes de empresas brasileiras – e os próprios conselheiros, em um movimento de autoavaliação – podem checar se a atuação alinhada a essa nova demanda? A equipe da Value Bridge listou dicas básicas para dar start ao processo de análise.

ANÁLISE DOS CONHECIMENTOS

Os executivos dos conselhos de administração têm que ter conhecimento profundo sobre o negócio; sobre a área de atuação da empresa; e sobre especialidades que envolvem o cotidiano da empresa: finanças, gestão de talentos, tecnologia, governança ou auditoria, por exemplo.

ANÁLISE DAS HABILIDADES

Os profissionais que atuam em conselhos devem ter visão estratégica, saber ouvir e ter habilidade de expressar a opinião com clareza.

ANÁLISE DE ATITUDES

Participar ativamente das reuniões, auxiliar o management da empresa; preparar-se para analisar a consistência de documentos; e trazer conhecimento adquirido de outras empresas ou experiências.

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