“Queimando a moleira”, novo CD de Roney Giah, será lançado no MASP

Distribuído nacionalmente pela Tratore, o quarto CD do compositor, cantor e guitarrista Roney Giah é composto por 18 músicas inéditas, inspirado no “chamber pop”, a música pop de câmara. Antes mesmo do lançamento oficial do CD, a composição Time is so still, que integra o trabalho autoral de Giah, conquistou a Menção Honrosa do Billboard World Song Contest, premiação internacional criada pela revista norte-americana Billboard.

São Paulo, 30 de junho de 2010 – Inspirado na música pop de câmara, Roney Giah une no CD Queimando a moleira a música brasileira, arranjos orquestrados, beatbox (percussão vocal) e fortes elementos da música pop. Gravado no Estúdio Bongô, entre junho de 2008 e julho de 2009 – exceto as faixas Time is so still e The vampire´s song (Doncha know?), gravadas no Nosso Estúdio, em dezembro de 2008 – Queimando a moleira é o quarto CD da carreira do artista e terceiro de canções inéditas. Com 18 músicas de autoria de Giah, o CD conta com participações dos músicos Mario Manga (violoncelo), Alexandre Ribeiro (clarinete e clarone), Maurício Biazzi (baixo acústico), Toninho Ferragutti (acordeão), Nado Silva e Piu (piano Rodhes), Dandara Modesto (backing vocal) e Roney Giah (voz, violão 7 cordas, piano e beat box).

Distribuído pela Tratore, o trabalho autoral do compositor, cantor e guitarrista Roney Giah conquistou reconhecimento internacional antes mesmo de ser lançado oficialmente. A composição Time is so still rendeu ao músico duas importantes distinções: a Menção Honrosa do Billboard World Song Contest premiação criada pela revista norte-americana Billboard, considerada a “Bíblia” da música – e do Mike Pinder´s Songwars. “Esse quarto CD foi uma oportunidade para navegar por novas formas, novas orquestrações e para me expandir musicalmente”, afirma o músico.

Arranjado, produzido e mixado por Roney Giah, Queimando a moleira teve como técnicos de gravação Edu Luke (Estúdio Bongô), Luizinho Mazzei (Nosso Estúdio), Célio Barros (Estúdio PMC) e Mário Manga (Estúdio Tamos Aí). Homero Lolito (Reference Mastering) assina a masterização. A arte do CD é de Ricardo Collet Franceschi com fotos de Paschoal Rodriguez, supervisão gráfica de Valter Silva e tipologia de Thainá Giacometti. José Nelson Forcacin assina a revisão de texto e Nilza Lopes a supervisão de cronograma.

Show de lançamento – MASP

A musicalidade inovadora do compositor, cantor e guitarrista Roney Giah pode ser conferida em show no Grande Auditório do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), espaço eleito pelo músico para o lançamento de seu quarto CD, Queimando a moleira. No sábado, 24 de julho, às 20h30, Giah sobe ao palco acompanhado da The Pop Chamber Orchestra para interpretar um repertório singular composto por músicas inéditas, com a influência do chamber pop – a música pop de câmara –, além de composições dos álbuns anteriores, inclusive os lançados exclusivamente no mercado internacional. Com ingressos com preços acessíveis (R$ 10 e R$ 5, meia entrada), o show marca o encontro de Roney Giah com músicos brasileiros de reconhecido talento: Mário Manga (violoncelo); James Müller (percussão); Alexandre Ribeiro (clarinete e clarone); Nado Silva (piano Rodhes); Maurício Biazzi (baixo acústico); e Cristiano Santos (beat box e back vocal).

No palco do Grande Auditório do MASP, Roney Giah (voz, violão e guitarra) terá a participação especial da Perseptom Banda Vocal – formada por Eloíza e Estela Paixão, Cristiano Santos, Aníbal e Valter Macário, Diego de Jesus e Du Machado. Umas das bandas vocais mais conceituadas do Brasil e indicada ao Contemporary A Cappella Recording Awards 2008 (CARAs), os integrantes da Perseptom e Roney Giah são parceiros musicais desde 2008.  O Museu de Arte de São Paulo fica na Avenida Paulista, 1.578.

Prêmios e carreira internacional

Formado pelo Musicians Institute of Technology, em Los Angeles (EUA), em 1994, Roney Giah estudou com Pat Metheny, Scott Henderson, Frank Gambale, Joe Diorio, Joe Pass,

Stanley Jordan, Jenifer Batten (ex-guitarrista de Michael Jackson) e Cat Gray (tecladista do Prince). De volta ao Brasil, o cantor e guitarrista lançou seu primeiro CD – Semente –, que disputou o Prêmio Sharp 1998. No mesmo ano, concorreu ao Prêmio Visa (edição instrumental) e conquistou o segundo lugar no Festival Berklee/Souza Lima, em São Paulo. Teve também sua música Argila relançada no disco Pearl Brazilian Team 3, em uma coletânea de artistas brasileiros. Gravado nos estúdios Bebop, Groove e Paarmann, em São Paulo, o segundo CD Mais dias na Terra foi pré-selecionado na edição 2006 do Latin Grammy e pelo Prêmio TIM de Música.

Com o projeto de investir, em paralelo, na carreira no exterior por meio de contratos de comercialização das músicas e premiações internacionais das composições, Roney Giah tem consolidado a carreira internacional. Recentemente, o The Musicoz Award – festival destinado a destacar artistas independentes em ascensão no cenário musical internacional – indicou Giah à edição 2010, na categoria “International Artist”. O compositor, cantor e guitarrista recebeu a indicação com as canções “Amar com E” e “Time is so still”. Em sua nona edição, o The Musicoz Award é uma das principais premiações da indústria fonográfica australiana.

Com a composição Time is so still o músico recebeu uma importante distinção internacional, antes mesmo do CD ser lançado: a Menção Honrosa do Billboard World Song Contest, premiação criada pela revista norte-americana Billboard, considerada a “Bíblia” da música. Em 2008, Roney Giah foi o único músico brasileiro a receber Menção Honrosa do The John Lennon Songwriting Contest – que tem a curadoria de Yoko Ono e júri formado pelos músicos Carlos Santana, Wyclef Jean, Fergie (Black Eyed Peas), John Legend, Al Jareau, Bob Weir (Grateful Dead), Lamont Dozier e Natasha Bedingfield – na categoria World, pela música Amar com E, que integra o CD Mais dias na Terra.

Ainda em 2008, Giah foi convidado a participar da trilha sonora do filme norte-americano No pain, no gain e assinou um contrato com a gravadora inglesa ASTRANOVA Records para o lançamento da coletânea Yesterday´s tomorrow. Para a divulgação, a gravadora produziu podcasts shows disponibilizados em 107 países. Yesterday’s tomorrow, que é comercializado pelo iTunes, reúne sete faixas do CD Semente (1998), seis faixas do CD Mais dias na Terra (2006) e uma faixa bônus produzida com exclusividade para a ASTRANOVA. O interesse da gravadora ocorreu após Roney Giah ter as músicas Amar com E e A chuvado álbum Mais dias na Terra –, indicadas ao Track of the day pelos usuários do site Garage Band (www.garageband.com), portal de música norte-americano que tem a curadoria de George Martin, ex-produtor dos Beatles.

Em 2009, Roney Giah passou a integrar o portfólio do Jingle Punks, e-business musical que atua como um banco de dados de música independente. Com sede em Nova York, o Jingle Punks, dirigido por Jared Gutstadt e Daniel Demole, foi eleito pela revista norte-americana Business Week (2009), como um dos novos negócios mais promissores dos Estados Unidos. Com a parceria, a obra do compositor, cantor e guitarrista brasileiro está sendo disponibilizada para compor trilhas de filmes, séries de tevê e web. Entre os clientes do Jingle Punks estão as redes NBC, CBS, Viacom, Comedy Central, Vh1, MTV, Bravo, TLC, Starz e History Channel and A&E. Além de atender à indústria do entretenimento, a empresa tem contratos com agências de publicidade e branding.

As notícias sobre as premiações e parcerias com gravadoras foram publicadas pelos jornais e portais de notícias dos principais jornais dos Estados Unidos e Europa como New York Times, Washington Post, Herald Tribune, Hollywood Reporter, Msnbc e The Earth Times.

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