A ONG Banco de Alimentos, pioneira no conceito de colheita urbana no Brasil, anuncia uma ação de arrecadação de recursos financeiros em parceria com a Ri Happy Brinquedos – o Cofre Solidário. Desde 17 de março, os clientes das 30 lojas da rede podem depositar doações em dinheiro (notas ou moedas) em grandes cofres estilizados. Os recursos obtidos serão destinados à manutenção das ações sociais desenvolvidas pela organização não-governamental.
São Paulo, 8 de abril de 2010 – A ONG Banco de Alimentos conquistou um novo aliado na luta contra a fome e o desperdício de alimentos. A Ri Happy Brinquedos instalou grandes cofres solidários na entrada de 30 lojas da rede, em São Paulo e interior do Estado, destinados a incentivar os clientes a “transformar” moedas e notas em solidariedade. Com o apoio dos clientes da Ri Happy, a organização não-governamental espera arrecadar fundos destinados à manutenção das ações sociais desenvolvidas no combate à fome e na disseminação do conceito de aproveitamento integral dos alimentos.
Pioneira no conceito de colheita urbana no Brasil, a ONG Banco de Alimentos arrecada alimentos – que seriam desperdiçados – e distribui para 51 instituições sociais cadastradas. Na prática, as doações complementam a alimentação de mais de 22 mil pessoas, diariamente. No escopo do trabalho da organização estão a realização de oficinas culinárias, workshops e palestras, além de projetos destinados a escolas e empresas. A ONG Banco de Alimentos acredita que para evitar o desperdício de alimentos e ajudar na luta contra a fome é necessário envolver toda a sociedade.
Os “cofrões” solidários – que têm quase um metro de altura – estão disponíveis nas lojas: Vila Mariana; João Cachoeira, Augusta, Market Place, Miruna, Giovanni Gronchi, Shopping Continental, Shopping D, Penha, Shopping Aricanduva, Raposo Tavares, Higienópolis, Iguatemi, Vila Lobos e Interlagos (São Paulo); Praia Grande; Internacional Shopping Guarulhos; Santos; Mauá; Tatuapé; Iguatemi Campinas; Central Plaza; Guarujá; União Osasco; Diadema; Limeira SP Market; Osasco (Shopping Americanas); Santo André; e Campinas.
RI HAPPY BRINQUEDOS
A Ri Happy Brinquedos surgiu em março de 1988 a partir da iniciativa do casal Juanita e Ricardo Sayon, que possuía um imóvel desocupado na Rua Pamplona, em São Paulo e queria aproveitar o espaço. Uma pequena loja de brinquedos surgiu no local, já com o nome de Ri Happy: Ri em homenagem a Ricardo, médico pediatra, e Happy de feliz, pois para eles, brinquedos trazem felicidade.
Após quatro anos e com a entrada de outro sócio, Roberto Saba, a Ri Happy Brinquedos virou uma rede de 15 lojas. Para ganhar visibilidade no mercado e criar diferenciais, surgiu o personagem, o “Solzinho”, e as lojas passaram por uma verdadeira transformação: decoração temática, espaços dedicados a brincadeiras e ações lúdicas para as crianças. Ainda foram criados: a Revista do Solzinho, os Cartões de Aniversário, a Lista de Presentes de Aniversário e o Festival de Brinquedos.
A Ri Happy continuou investindo em inovação, na excelência, na prestação de serviços e no treinamento constante de sua equipe de colaboradores. O pioneirismo também faz parte da sua trajetória. A empresa foi a primeira do Brasil a vender brinquedos pela Internet por meio do site www.rihappy.com.br, lançado em 1997. Também desenvolveu a primeira boneca personalizada do mercado brasileiro, a Happy Style, lançada em 2005.
Hoje, a Ri Happy é a maior rede de lojas de brinquedo do Brasil, com 94 lojas em 15 estados, 1.500 funcionários e um mix total de 10 mil produtos. Para 2010, a Ri Happy tem duas novas lojas previstas, nas cidades de Porto Alegre (RS) e Palmas (TO).
ONG BANCO DE ALIMENTOS (OBA)
Com o objetivo de minimizar os efeitos da fome, por meio do combate ao desperdício de alimentos e da promoção da educação e da cidadania, a organização não-governamental Banco de Alimentos atua em três frentes: realiza o trabalho de “colheita urbana”, ou seja, arrecada alimentos que são sobras de comercialização e excedentes de produção e distribui para instituições sociais; promove ações educativas e profiláticas voltadas às comunidades atendidas; e expande os conhecimentos adquiridos em sua área de atuação para a sociedade como um todo, possibilitando uma mudança de cultura e trabalhando para um mundo mais sustentável.
Oficinas culinárias, workshops e palestras fazem parte das ações desenvolvidas pela ONG Banco de Alimentos, inclusive com projetos para escolas e empresas. A Oficina Culinária Alimentação Sustentável trabalha de forma lúdica a produção de pratos nutritivos e saborosos que utilizam partes não convencionais dos alimentos, ajudando a combater o desperdício e a criar uma sociedade mais sustentável. Além disso, trabalha o conceito de integração e de equipe. O Workshop Alimentação Consciente, desenvolvido em parceria com o culinarista Flávio Passos, aborda o tema da alimentação natural. E as palestras e treinamentos ministrados para empresas na área da ciência da nutrição abordam temas como Desperdício e Benefícios do Aproveitamento Integral dos Alimentos; Aprenda a montar um cardápio saudável; Obesidade; Colesterol e triglicérides; Diabetes; Fast Food; e outros 30 temas. Ao organizarem um evento com a ONG Banco de Alimentos, as empresas se tornam protagonistas na luta contra a fome e o desperdício de alimentos.
No trabalho de “colheita urbana” a organização arrecada alimentos que seriam desperdiçados e distribui para mais de 50 instituições beneficentes cadastradas, complementando a alimentação de 22.171 pessoas atendidas diariamente. Além disso, a ONG dissemina entre as comunidades em risco social informações sobre como manipular, armazenar e aproveitar integralmente os alimentos – evitando sobras e proporcionando refeições com alto valor nutricional. A ONG Banco de Alimentos ministra oficinas culinárias, executa censos antropométricos e organiza ações educativas como eventos, seminários em empresas, aulas e palestras em escolas. Mais saúde, educação, cidadania e futuro para milhares de pessoas.
Na prática, a ONG Banco de Alimentos busca onde sobra e entrega onde falta, recolhendo as sobras de comercialização ou excedente de produção, próprios para o consumo, que teriam o lixo como destino. De janeiro de 1999 a fevereiro de 2010, esse trabalho evitou que mais de 3.761 toneladas de alimentos fossem transformadas em lixo. Esse combate ao desperdício e à fome resultou em quase 36 milhões de refeições complementadas em mais de sete milhões de atendimentos nas 51 instituições que atendem pessoas em situação de risco social. São doadores da ONG Banco de Alimentos grandes, pequenas e microempresas, além de sacolões, hortifrutis, mercados municipais, fabricantes e distribuidores. Em parceria pioneira, a ONG Banco de Alimentos conta com doações de agricultores de Mogi das Cruzes. Os produtos arrecadados são transportados em veículos adequados para a função e em perfeitas condições de acondicionamento, preconizadas pela ANVISA. Com criteriosa seleção de produtos, os alimentos são destinados de acordo com a característica das pessoas atendidas: crianças, adolescentes, adultos, idosos, deficientes físicos e mentais, moradores de rua e portadores de patologias como AIDS, câncer e doenças cardiovasculares — pessoas não economicamente ativas, atendidas por instituições idôneas. Doentes que estão acamados, por exemplo, recebem alimentos como aveia, condizentes com a dificuldade de digestão.
A educação nutricional e profilática continua sendo um trabalho importante da organização. Profissionais que atuam nas entidades cadastradas aprendem como manipular, armazenar, consumir e aproveitar integralmente os alimentos por meio de workshops, palestras, treinamentos e oficinas culinárias. O treinamento é baseado em abordagens teóricas e práticas, com noções básicas de alimentação e nutrição. Há, também, o acompanhamento individual destinado a instituições que recebem informações sobre a montagem de um cardápio equilibrado.
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